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Pesquisadores do acervo da InfoDesign

São 702 pessoas em 1.022 autorias. A desambiguação é resolvida pelo ORCID quando ele existe e, na falta dele, por sobrenome mais iniciais. Por fim, cada nome abre a lâmina da pessoa, com a passagem pela revista, com quem ela assina, as instituições que declarou e sobre o que escreve.

São 702 pessoas em 1.022 autorias, uma por pessoa em cada trabalho, o que dá 2,34 autores por trabalho. 69% das autorias têm ORCID declarado, e é por ele que a desambiguação começa.

Quem mais publicou

Trabalhos assinados, em qualquer posição de autoria. O período ao lado é o do primeiro ao último trabalho na revista, e o nome abre a lâmina da pessoa.

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    568 dos 702 pesquisadores assinam um trabalho só. O topo da lista reúne quem orienta em programa de pós-graduação, e o período ao lado de cada nome costuma cobrir uma década ou mais: são presenças longas, e não picos.

    A desambiguação é resolvida pelo ORCID onde ele existe e, na falta dele, por sobrenome mais iniciais. Assim, dois pesquisadores com o mesmo sobrenome e a mesma inicial, sem ORCID, seriam reunidos por engano, e esse é o erro que a lista pode conter. As correções são recebidas pela seção de contato.

    Quanto tempo cada pessoa fica

    Distância entre o primeiro e o último trabalho de cada pesquisador. Quem assinou uma vez só entra na primeira faixa, porque não há distância a medir.

    • Uma vez só568
    • De 5 a 9 anos46
    • Até 4 anos42
    • 10 anos ou mais33
    • Só no mesmo ano13
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    FaixaPesquisadores
    Uma vez só568
    De 5 a 9 anos46
    Até 4 anos42
    10 anos ou mais33
    Só no mesmo ano13
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    568 dos 702 pesquisadores publicaram uma vez só, oito em cada dez. No outro extremo, 33 atravessam dez anos ou mais.

    Assim, reconhece-se a cauda comum em periódico de campo pequeno, onde boa parte da autoria é discente e passa pela revista uma vez, no mestrado ou na iniciação científica. Ela diz que o ranking de quem mais publica descreve uma minoria: a experiência típica de quem publica aqui é a de publicar uma vez.

    O campo retém quem chega?

    Quem estreou em cada década e voltou a publicar em até cinco anos. Adotou-se janela fixa de cinco anos, de modo a comparar décadas na mesma medida: entram só os que já tiveram esses cinco anos, e por isso a última década conta menos gente.

    • 2000s21%22 de 106
    • 2010s16%54 de 329
    • 2020s20%12 de 59
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    Década da estreiaVoltaramQuantos
    2000s21%22 de 106
    2010s16%54 de 329
    2020s20%12 de 59
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    A taxa de retorno fica entre 16% e 21% nas três décadas. Ela não sobe nem desce, e o campo retém a mesma proporção de quem chega desde 2004.

    A janela fixa de cinco anos existe por causa de uma armadilha: contando “estreou nesta década e voltou alguma vez”, os anos 2020 apareceriam com 7% contra 29% dos anos 2000. Contudo, isso não mediria retenção, e sim que quem estreou há dois anos ainda não teve tempo de voltar. Com a janela igual para todos, a diferença desaparece, e o que sobra é o achado verdadeiro, que é a estabilidade.