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Histórico de versões

A base muda: a revista publica um número novo, uma correção chega, um critério é revisto. Uma citação a este observatório precisa dizer de que versão está falando, e é para isso que serve esta página.

v2026.32 · 14 de setembro de 2026

atual

  • Funcionalidade

    O ENDEREÇO OFICIAL DA PLATAFORMA PASSA A LEVAR À CAPA. A entrada morava em «/inicio», e quem escrevia o endereço da plataforma caía na Visão geral, que é uma seção entre as vinte e nove. A casa apresenta a entrada primeiro, e por isso ela recebeu o endereço que o leitor escreve e que a forma de citar aponta. O panorama ganhou endereço próprio, em «/visao-geral», continua no menu como primeira seção e continua sendo o destino do elo de acesso da capa. O mapa do sítio declara os dois endereços, e quem tinha elo para a raiz continua chegando; o conteúdo do panorama leva algum tempo para ser reencontrado pelos buscadores no endereço novo. A regra vale para as três plataformas que têm capa, e as outras duas receberam a mesma troca no mesmo dia.

v2026.31 · 12 de setembro de 2026

  • Dados

    O PORTE DO CONGRESSO ACOMPANHA TRÊS CORREÇÕES DE AUTORIA NO ACERVO IRMÃO. A aba que compara os dois acervos lê o agregado do Observatório do CIDI, e lá a folha de rosto corrigiu treze registros de autoria que o depósito da editora errou, reuniu duas pessoas que uma letra havia separado e uniu outras seis que o acervo tinha em dobro. Na coluna do congresso, os pesquisadores passam de 2.369 para 2.355 e as autorias de 4.355 para 4.358. Entre os nomes comuns aos dois acervos, Solange Galvão Coutinho passa de 65 para 66 trabalhos no congresso, Carla Galvão Spinillo de 58 para 59, Berenice Santos Gonçalves de 32 para 33, Edna Lucia Cunha Lima de 22 para 24, Vania Ribas Ulbricht de 16 para 18 e Silvio Barreto Campello de 25 para 26. Mônica Moura entra na lista com 18, e Luciane Maria Fadel sai dela, porque a lista tem vinte lugares. Nenhum número do acervo da revista mudou.

  • Correção

    O CABEÇALHO VOLTA A CABER NA TELA COM A PÁGINA NO TOPO. A faixa do alto se recolhe quando o espaço entre ela e o rodapé fica menor do que a coluna de seções pede, e o limite que compara os dois lia em pixel uma medida que a folha de estilo declara em rem: devolvia 1,2 onde o valor é 21,6, de modo que o teto ficava vinte pixels acima do espaço real. Em janela baixa, e depois de abrir um bloco do menu, a página concluía que o espaço tinha acabado e recolhia a faixa já no topo, de modo que o cabeçalho nascia cortado, sem página acima para rolar até ele. A leitura de medida passou a resolver rem e em pelo corpo da raiz, num ponto único. O defeito foi relatado por quem lê, e o Observatório do CIDI tinha o mesmo, com a mesma aritmética.

  • Correção

    O AVISO DA INTERAÇÃO DEIXA A CAMADA E OCUPA A SUA LINHA. Ele pousava numa camada à frente do conteúdo, posicionada por medida do bloco seguinte, para que a página não desse um salto quando ele saísse. O efeito era outro: enquanto os doze segundos corriam, a caixa cobria a lista sob Nesta página, que é o sumário da seção, justamente na primeira visita de quem ainda não conhece a navegação. O aviso passa a ocupar a sua linha no fluxo, como sempre ocupou no Observatório do CIDI, e as duas plataformas explicam a interação do mesmo jeito. O salto ao sair é o preço, e acontece uma vez por navegador.

  • Correção

    A FIGURA QUE ENTRA NO MEIO DA PROSA LEVA O RESPIRO QUE DEIXA EMBAIXO. A moldura trazia 1,1rem embaixo e nada em cima, o que serve à figura que abre o painel, logo sob o título. Na que ilustra o penúltimo parágrafo de Como navegar, o texto encostava no fio. A régua da casa pede a mesma distância dos dois lados, e ali ela passou a vinte pixels acima e vinte abaixo.

  • Correção

    OS BOTÕES DO CANTO DA CAPA VESTEM O AZUL DA FAIXA. Na capa o chão é o azul da estrutura, e os dois botões do canto saíam grafite, que é a cor reservada ao que leva para fora da plataforma. Nenhum dos dois leva para fora dali: um sobe ao alto da própria página e o outro abre o relato sobre ela. A regra que vestia o retorno ao topo existia e casava com uma classe que o botão deixou de ter quando a posição saiu dele para a pilha do canto, de modo que ela parou de casar em silêncio.

  • Correção

    OS DOIS BOTÕES DO CANTO PASSAM A MEDIR O MESMO QUADRADO. Recolhidos, o retorno ao topo media 36 pixels e o de relatar media 40, e dois quadrados de lados diferentes, um sobre o outro, leem-se como peças de famílias diferentes. A medida do retorno ao topo estava escrita na marcação, onde ela vence a folha de estilo sem que nada acuse; passa para a folha, num token que os dois botões leem, de 40 pixels no ponteiro fino e de 44 no grosso, que é o alvo mínimo que a norma pede para o dedo.

  • Funcionalidade

    NA CAPA, O RELATO ENTRA COM A ROLAGEM, AO LADO DO RETORNO AO TOPO. Nas seções o botão fica sempre à mão, porque ali há painel do que falar e o erro pode aparecer na primeira tela. A capa apresenta a plataforma, e o botão pousava na altura dos dois caminhos que ela oferece, acessar e como navegar. Rolada a capa, começa o índice das seções, e ali os dois botões entram juntos.

  • Correção

    A CAPA NASCE PINTADA, EM VEZ DE SE MONTAR À VISTA. Quem recarregava a capa via o chão claro e a coluna de seções por um instante, e só então o azul cobrindo tudo; quem lê no escuro via a mesma montagem em qualquer página. O tema de quem lê e a marca de capa eram escritos no documento depois da hidratação, que corre depois da primeira pintura; passam a ser escritos num roteiro que o navegador executa no cabeçalho, antes de o corpo existir. O que quem lê escolheu na página de ajustes continua vindo depois da hidratação, porque ali a validação das cinco escolhas mora num lugar só.

  • Correção

    A CAIXA DO GRÁFICO DE FAIXAS VOLTA A MOSTRAR OS NÚMEROS. Ela abria com o ano e, embaixo dele, o espaço vazio das três linhas. A biblioteca pinta cada linha da caixa com a cor do traço da série, e o traço dessas faixas é o fio que as separa, que fica transparente até alguém acendê-lo na página de ajustes: as linhas estavam ali, sem tinta. Elas passam a sair na tinta da página. A cor do traço também não diria série alguma, porque é a mesma nas três; quem separa as faixas é a cor delas, repetida na legenda, e na caixa quem as diz é o nome.

  • Funcionalidade

    A DUPLA DE BOTÕES DO CANTO DESCE NO TELEFONE, E O RETORNO AO TOPO PASSA PARA BAIXO DO RELATO. O chão da pilha vinha do pior caso, e eram 117 pixels; medida a tela do telefone, a barra de baixo do navegador ocupa perto de 74, e a dupla ficava solta no meio da lateral direita. O de relatar fecha agora a 90 pixels do pé, e o retorno ao topo entra logo abaixo dele, a 37, que é onde o polegar chega. O espaço do retorno ao topo segue reservado na pilha mesmo quando ele não está à vista: sem essa reserva, o botão permanente desceria 53 pixels no instante em que o outro chegasse.

  • Correção

    OS DOIS DO PÉ DO RODAPÉ PASSAM A SER O MESMO TIPO DE PEÇA. O retorno ao topo era retângulo e o relato era elo sublinhado, com um ponto entre os dois: na mesma linha, e com a mesma função de fecho, liam-se como peças de famílias diferentes, e o ponto fazia o trabalho que a forma não fazia. O relato toma a caixa do irmão, e o ponto sai. Um continua sendo elo, porque o alto da página é destino, e o outro continua sendo botão, porque abre a folha onde a pessoa está. O vão entre eles e a linha de identificação passou a ser o mesmo que ela tem para as marcas acima, medido pela mancha do texto, e não pela caixa: 50 pixels dos dois lados.

  • Correção

    A ENTRADA NA CAPA DEIXA DE PISCAR, E A BARRA DO NAVEGADOR NO TELEFONE ACOMPANHA A PÁGINA. A recarga já nascia pintada; faltava o caminho de dentro. Clicando na marca do cabeçalho, o endereço mudava no instante do clique e o pedaço da capa chegava depois, de modo que a casca escurecia a seção que ainda estava à vista e a capa entrava no quadro seguinte. A capa passa a declarar-se ao documento enquanto se desenha, e o tema segue essa declaração, e não o endereço. No iPhone o alto da tela é do navegador, que escolhia sozinho a cor dali e às vezes saía claro sobre a capa escura; a cor passa a ser declarada, lida do que está pintado no alto da página.

  • Correção

    OS TRÊS BOTÕES DO DESENHO SOBEM AO ALVO DO TOQUE. No telefone eles mediam 30 pixels de altura, iguais entre si e abaixo dos 44 que a plataforma promete em Acessibilidade. Sobem juntos, de modo que a fileira continua fechando na mesma altura. No Observatório do CIDI a mesma regra alcançava só as duas saídas e deixava o botão que troca a forma do gráfico para trás, e lá a fileira saía com alturas diferentes; as duas plataformas passam a medir o mesmo.

v2026.30 · 12 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    QUEM CHEGA AO CATÁLOGO POR UM GRÁFICO POUSA NA LISTAGEM. O clique numa barra, num ponto ou num termo abre o Catálogo filtrado, e a página abria no alto: a abertura da seção ocupava a primeira dobra e a listagem ficava fora da tela, o que no telefone custava duas rolagens até a primeira linha. Medida a página numa janela de 714 pixels, a trilha do alto fica em 501 e a tabela em 1437, porque entre as duas correm o campo, as etiquetas e a gaveta dos seletores, que nasce aberta justamente quando há filtro em uso. A chegada passa a pousar na listagem, com o filtro em vigor a uma rolagem para cima. Quem abre o Catálogo pelo menu continua começando no alto.

  • Correção

    NO TELEFONE, O SUMÁRIO DA PÁGINA GANHA ALVO DE TOQUE SEM ENGORDAR. A etiqueta media 24 pixels de altura, contra os 44 que a norma pede, e é por ela que se navega a página inteira no aparelho pequeno. A área que responde ao dedo passou a ser uma camada sem tinta, centrada na etiqueta, como já acontece nas duas gavetas do pé do painel, e o respiro entre as linhas abriu para 0,95rem, de modo que duas áreas vizinhas não se encostem. O desenho da etiqueta fica como estava.

  • Funcionalidade

    COMO NAVEGAR ABRE PELA LISTA DO QUE HÁ NA PÁGINA. O painel novo é o primeiro da seção, antes do Catálogo, porque é o instrumento que quem lê encontra primeiro: a lista sob Nesta página, que traz os nomes de todos os painéis e leva a cada um deles. Ele explica também a tira que aparece sob o cabeçalho quando essa lista sai da tela, com o nome do painel em leitura marcado, e diz que a tira fica fora da ordem do teclado, porque repete destinos que a lista já oferece. São duas figuras montadas com as classes da própria plataforma: a lista com o nome do meio marcado, e os mesmos três nomes na tira presa ao cabeçalho.

  • Funcionalidade

    A CAPA PASSA A TER DOIS CAMINHOS DE ENTRADA. Ao lado de Acessar, que leva ao panorama, entra Como navegar, que leva ao guia dos instrumentos, e uma frase abaixo dos dois diz o que o segundo apresenta a quem chega pela primeira vez. O segundo botão sai em tinta fraca, porque a cor cheia marca a ação principal e dois acentos iguais lado a lado não teriam ordem entre si. O rótulo dele lê a chave do menu, de modo que o botão e o item da coluna nunca divirjam, e os dois botões passaram ao alvo de toque de 44 pixels, que eles não cumpriam.

  • Funcionalidade

    COMO NAVEGAR APRESENTA O BOTÃO DE RELATAR. O painel novo fecha a seção, porque os anteriores dizem como percorrer a plataforma e este diz o que fazer quando o percurso falha. Ele traz o trecho de tela com o botão e as quatro categorias, montado com as classes da própria plataforma, e descreve o que o formulário envia junto da descrição: o endereço da página, a seção, o painel indicado, a língua de leitura, a versão da base e o tamanho da janela. Fica dito ali que o relato chega sem remetente e não recebe resposta, e que a seção Contato é o caminho de quem quiser uma.

v2026.29 · 12 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    O RECORTE PASSA A SE CHAMAR FILTRO, E A PROSA DE INSTRUÇÃO DIZ O QUE O LEITOR RECEBE. A mesma peça tinha três nomes: recorte em português, filter e selection em inglês, recorte em espanhol, onde não é palavra de interface. Nas três línguas ela é filtro, filter e filtro, e a etiqueta continua sendo a condição isolada que se remove sozinha. Onde a prosa narrava o funcionamento da máquina, ela passa a nomear o que fica na tela e para quê: "A Busca no texto procura a palavra onde ela está escrita, e devolve a passagem em volta dela" virou "A Busca no texto apresenta o trecho para demonstrar o contexto no qual a palavra foi localizada". Saíram as metáforas de lugar e de movimento, entre elas a porta do acervo, de pé, sai sozinha e acende. Em Como navegar, os títulos dos painéis montam o sumário do alto, e por isso passaram a ser todos do mesmo feitio: Todo gráfico leva ao Catálogo virou Do gráfico ao Catálogo, e Conferir e levar embora virou Conferir e baixar.

  • Correção

    TRÊS NÚMEROS ESCRITOS À MÃO NÃO BATIAM COM A TELA. O histórico dizia sete seletores no Catálogo, e são vinte e seis, contados na lista que a gaveta monta. A abertura de Cruzamentos dizia vinte e sete dimensões, enquanto a leitura calculada, logo abaixo, dizia vinte e cinco; o número passa a sair da própria lista. E os 437 trabalhos, escritos à mão na abertura do Catálogo e de Como navegar, passam a sair do panorama, porque a base cresce a cada checagem mensal. A concordância de "A InfoDesign e o CIDI põe" foi ao plural, nas três línguas, e a lâmina do trabalho passou a se chamar ficha.

  • Correção

    A ÂNCORA DO PAINEL É A MESMA NAS TRÊS LÍNGUAS, E O LANG SEGUE O IDIOMA. A âncora saía do título já traduzido, e o mesmo painel era #o-catalogo em português e #the-catalogue em inglês: um elo compartilhado abria no alto da página, e o índice da busca, que guarda a âncora portuguesa, errava o alvo nas outras duas línguas. O atributo lang do documento era escrito só no clique do seletor, de modo que quem voltava com o inglês guardado recebia a página marcada como pt-BR, e o leitor de tela lia inglês com voz portuguesa. As quatro réguas de classificação largaram doze frases clivadas, corrigidas na fonte.

v2026.28 · 12 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    A PLATAFORMA PASSA A RECEBER RELATO DE QUEM LÊ. No canto da tela, ao lado do retorno ao topo, um botão abre um formulário de quatro campos: o que aconteceu, em que painel, o texto e o envio. O relato leva junto o contexto que a plataforma sabe e que quem lê não teria como informar: o endereço, a seção, o painel indicado, a língua de leitura, a versão da base, o tema, o tamanho da janela e o navegador. O painel vem preenchido com aquele em que a leitura estava, pela mesma conta que acende a trilha da seção, e pode ser trocado antes de enviar. Ele chega sem remetente e não pode ser respondido; quem quiser resposta continua escrevendo pela seção Contato, que é também para onde o aviso aponta quando o envio falha, com o texto preservado no formulário. O rótulo do botão recolhe ao quadrado de 40px quando a leitura começa e volta quando a página volta ao alto; sobre o rodapé os dois botões do canto recolhem, e a função volta como elo escrito na última linha. Proteção de dados ganhou painel próprio declarando o que é enviado, e a afirmação de que não havia formulário na plataforma deixou de valer.

v2026.27 · 12 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    O HOVER AJUDA SUBSTITUI O AVISO DE PRIMEIRA VEZ. A explicação de um recurso deixa de ser um acontecimento e passa a ser uma consulta: o balão aparece quando o ponteiro chega ou o foco entra, e sai quando eles saem, sem memória do que já foi visto e sem botão de fechar. Quem esqueceu volta a perguntar, na décima visita como na primeira. Ganharam explicação o item aceso do menu, que muda de cor e não dizia por quê; o botão que leva ao PDF, que sai da plataforma; e, no Catálogo, o botão de aplicar, a contagem, a chave do texto integral, a fileira de etiquetas, a sintaxe da busca e a gaveta dos seletores. A explicação da interação dos gráficos mora agora no próprio desenho: quando o ponteiro entra num gráfico que leva a algum lugar, uma fita se prende ao alto dele, do lado oposto ao ponteiro, para não pousar sobre o balão que lê o dado. A faixa da abertura, na Visão geral, continua sendo o quadro de primeira vez com botão de fechar, porque ela é aviso da plataforma inteira, e não de um controle.

  • Funcionalidade

    OS SELETORES DO CATÁLOGO SE RECOLHEM NUMA GAVETA, E COMO NAVEGAR MOSTRA OS RECURSOS. Os vinte e seis seletores ficam sob Filtrar pelos metadados, com o marcador e a forma da gaveta da sintaxe, e ela nasce aberta quando algum filtro está em uso. Em Como navegar, seis painéis ganharam um trecho da tela: o campo de busca com a contagem e as etiquetas, a marca do gráfico no rosa do recorte com as duas gavetas do painel, a matriz do cruzamento, o selo das camadas lidas por modelo, a passagem da busca no texto e os três botões de saída. O trecho é montado com as classes da própria plataforma, e não fotografado: acompanha o tema, o corpo de texto e as três línguas, e não envelhece.

  • Funcionalidade

    O ÍCONE DA PLATAFORMA DEIXA DE SER UM QUADRADO, e a plataforma passa a servir um vetor. Num quadrado escuro sobre barra escura o navegador põe um chão claro por trás para conseguir mostrá-lo, e esse chão aparecia como uma borda branca em volta. Agora o que se pinta é a palavra da sociedade, recortada, e o resto é transparência. A tinta é uma só, e sai do grafite da casa em 60% de claridade: medida contra o branco, contra a aba clara do Chrome e contra as abas escuras do Chrome, do Safari e do Firefox, a pior razão é 3,48:1.

  • Correção

    O FIO SOB A ABA DO SUMÁRIO EVOCADO NÃO VOLTA MAIS, e três medidas de texto complementar voltam ao corpo do Observatório do CIDI. A etiqueta corrente sangrava um pixel além do pé da tira, para cobrir a fileira de pontos que a camada ainda pinta quando o compositor arredonda os limites para baixo; um pixel é o que o arredondamento gasta num aparelho de densidade 1, e a sobra passa a quatro. A nota sob o título do painel foi de 13,3px para 16,9px e ganhou a trava de largura que lhe faltava, a contagem do Catálogo foi de 13,3px para 16,9px, e o conteúdo da gaveta da sintaxe foi de 14,8px para 18px.

  • Correção

    O GRÁFICO NÃO DIZIA MAIS QUE ERA CLICÁVEL. O realce de passagem apontava para o retângulo da biblioteca, que aqui é só a faixa de fundo: ela fica por baixo do alvo transparente e nunca recebe o ponteiro, de modo que a coluna que se vê nunca acendia. O alvo e a tinta passam a ir no mesmo grupo, e a coluna sob o ponteiro volta ao rosa do recorte, como no Observatório do CIDI; o ponto da nuvem acende pela mesma regra. No menu, o espaço entre os blocos retraídos saía de uma regra que isentava os quatro do respiro de cima, e eles ficavam a seis pixels uns dos outros contra os vinte e quatro do congresso; agora são vinte e quatro dos dois lados. O botão de voltar ao topo subiu para a altura que a Cartografia da Pesquisa em Design no Brasil já usava.

v2026.26 · 11 de setembro de 2026

  • Correção

    O APELIDO CASA SAIU DE 131 TRECHOS DA PROSA. A palavra valia por instituição, por acervo e pela própria plataforma, e nenhuma página dizia qual dos três sentidos estava em jogo: a rede de Instituições perguntava quais casas assinam juntas, e o painel da comparação dizia que as duas casas leem os mesmos fundadores. Agora cada frase traz a palavra comum do que designa, instituição, acervo ou observatório, e na ferramenta de cruzamento a casa da tabela passou a ser célula. O inglês e o espanhol já diziam institution e institución em boa parte dos lugares, e foi por eles que a troca se conferiu.

  • Correção

    A FRASE CLIVADA VOLTOU À ORDEM DIRETA EM 164 TRECHOS. O molde era “O que a curva mede, no fundo, é a institucionalização do campo”, em que o sujeito só aparece depois do verbo de ligação; ele passou a “A curva mede, no fundo, a institucionalização do campo”. A construção ficou onde o pronome relativo é mesmo o sujeito da frase, como em “O que o trabalho faz”, que é título de painel. Em Visibilidade, duas frases foram reescritas por inteiro, porque a troca encurtava a página abaixo da mediana que o perfil de tela pede. Os oito últimos foram achados pela peneira de redacao.py, que passou a acusar a família.

  • Correção

    O APELIDO IRMÃO SAIU DE 20 TRECHOS, E A PALAVRA RÉGUA DE UM. O primeiro designava o Observatório do CIDI sem nunca apresentá-lo, em frases como “o agregado do irmão”, e no lugar dele está o nome do observatório. A segunda tinha saído do português em 2 de setembro e voltou numa entrada escrita depois; ali ela diz rubrica, como no resto da plataforma.

v2026.25 · 11 de setembro de 2026

  • Correção

    AS RÉGUAS PASSAM A TER A MESMA DISTÂNCIA DOS DOIS LADOS. O fio no pé do painel tinha 0,7rem abaixo dele e nada acima, e por isso encostava no gráfico; o resumo da camada de busca tinha 0,5rem acima e 0,9rem abaixo; o item dos achados, 1,2rem e 1,0rem; o título de bloco, 1,0rem e 1,6rem; o bloco de método, 3,4rem e 2,4rem. Linha colada de um lado e solta do outro se lê como erro de composição. Toda régua passa a levar o mesmo respiro dos dois lados, em dois números que a folha já praticava: 0,7rem na régua que separa dois blocos de uma leitura, e 2,4rem na que separa duas leituras. A célula de tabela fica de fora, por exceção declarada: ali o fio é o ritmo da linha, e já era simétrico.

  • Funcionalidade

    OS PAINÉIS PASSAM A TER QUADRO. Cada painel ganha um véu claro sobre o fundo da página, um fio de 1 pixel e enchimento próprio, de modo que a unidade de leitura tenha aresta. Antes disso, quem separava dois painéis era o título e o respiro, e numa seção de doze o leitor contava blocos pelo vazio. A tinta é a que a identidade desta plataforma escreve e que o Observatório do CIDI já usa: branco a 45% sobre o fundo no tema claro, branco a 5% no escuro. Medido a 1440 de largura, a página fica em «#f1f4f6» e a superfície em «#f7f9fa», 1,5 ponto de luminosidade acima; no tema escuro são «#21242a» e «#2a2d33», com 3,7 pontos. O quadro cresce para fora da coluna, e por isso nenhum gráfico estreitou: o de Ritmo de publicação continua com os mesmos 1.030 pixels. O vão entre dois painéis encolheu de 2,6rem para 1rem, porque quem separa agora é a aresta e o enchimento já devolve a distância que o texto tinha. O cartão das outras iniciativas recebe a mesma superfície, que ele pedia numa variável nunca declarada.

  • Correção

    O CARTÃO DAS OUTRAS INICIATIVAS VOLTA A CABER NO TELEFONE. O selo traz um logotipo deitado ao lado de uma linha que não quebra, e o cartão passava a medir o que o selo mede, de modo que a página saía para o lado numa tela estreita. Agora o nome desce para baixo do logotipo quando a linha não o comporta, como o rodapé já fazia com a marca do CIDI, e a marca mais deitada do conjunto encolhe em vez de furar a caixa. Medido em 375, 360 e 320 pixels.

v2026.24 · 10 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    A PLATAFORMA GANHOU UMA ENTRADA. Ela mora em «/inicio», traz a marca e a frase do que a base cobre no meio da tela, e abaixo delas o índice das trinta seções, cada uma com a medida que publica. A entrada não tem lugar no menu: chega-se a ela pela marca do cabeçalho, e sai-se dela pela própria marca ou pelo elo de acesso, com a marca subindo para o lugar que ela ocupa no alto da página enquanto o fundo escuro encolhe até virar a faixa. A Visão geral continua em «/», que é o endereço que a forma de citar aponta. É a mesma entrada do Observatório do CIDI, nas mesmas peças.

  • Funcionalidade

    A MARCA PASSOU A SER VETORIAL. O arquivo servido era um PNG desenhado para a faixa do alto, e na entrada a marca chega a 560 pixels de largura. A marca da revista vem agora do vetor de origem, na mesma caixa do arquivo anterior; medida contra ele por sobreposição, é o mesmo desenho com o traço um pouco mais cheio. A marca do congresso, que o rodapé e a lista de outras iniciativas servem, foi traçada do arquivo publicado e confere com ele acima de 99%. Nada mudou de lugar no cabeçalho, no rodapé e na lista.

  • Funcionalidade

    NA LISTA DE OUTRAS INICIATIVAS, O LOGOTIPO DOS DOIS OBSERVATÓRIOS PASSA A VIR COM O NOME AO LADO. O logotipo da InfoDesign diz o nome da revista e o do CIDI diz o nome do congresso, e nenhum dos dois dizia que ali existe um observatório deles, que é o destino do elo. O modelo é o do rodapé, onde cada um já monta a marca do outro assim, sem a chamada «Veja também», que lá separa o que assina do que é destino e nesta lista não teria o que separar.

  • Funcionalidade

    COM A FAIXA COMPACTA, «OBSERVATÓRIO» ENCOSTA NA MARCA. Saída a linha da revista, a palavra ficava a 27,6 pixels do símbolo e a 14,6 do carimbo da versão, de modo que a versão parecia pertencer ao nome e o nome não parecia pertencer à marca. As duas distâncias passaram a ser a mesma, e o corpo das letras do símbolo passou a ficar centrado com o corpo da palavra, que é o que o olho compara nas duas. O carimbo continua pousado na linha de base do nome. Umas e outras medidas no desenho, e não na caixa do arquivo, que nesta marca termina na cauda do «g».

  • Funcionalidade

    A FICHA DE QUEM ASSINA PASSA A LEVAR AO ORCID E AO LINKEDIN. Ao lado do Lattes, em Sobre o projeto, cada ficha traz agora o registro ORCID e o perfil no LinkedIn das quatro pessoas que assinam. O ORCID desambigua a autoria nas bases, e por ele quem confere o trabalho chega à produção de cada pessoa sem depender da grafia do nome.

  • Funcionalidade

    O SUMÁRIO DA SEÇÃO GANHA UMA SEGUNDA FORMA, presa sob o cabeçalho. O mapa do alto diz o que há na seção e sai de vista quando a leitura começa; a tira responde outra pergunta, em que ponto da seção se está, e traz ao centro o item do painel que está passando. As duas saem da mesma lista de painéis.

  • Funcionalidade

    O CABEÇALHO E O RODAPÉ VIRAM AS DUAS PONTAS DE UMA FAIXA SÓ, no azul da estrutura. O rodapé ganha o mapa do sítio, com as seções nos mesmos grupos do menu: no telefone a coluna fica recolhida atrás de um botão, e quem chega ao pé da página não tinha para onde ir sem subir de volta.

  • Funcionalidade

    A LEITURA PASSA A CORRER EM IBM PLEX SANS, e a monoespaçada fica reservada ao dado. O corpo de leitura chega aos 16 pixels que a revisão pediu, e a escala da página sobe 12,5%.

  • Funcionalidade

    NA PRIMEIRA VEZ EM QUE APARECE, CADA BOTÃO DE RETORNO EXPLICA O QUE FAZ. O aviso não toma o foco, sai sozinho e some para sempre depois de visto; a convenção da cor fica declarada por extenso em Acessibilidade.

  • Correção

    TRÊS SEÇÕES PASSAM A SE CHAMAR PELO QUE PUBLICAM. «Anatomia dos trabalhos» vira «Objetivos e métodos», que são as duas perguntas dos seus painéis; «Buscar» vira «Busca no texto», que a separa do campo de busca do Catálogo; e «A revista e o congresso» vira «A InfoDesign e o CIDI», que diz de que congresso se trata. A rota de cada uma continua a mesma.

  • Correção

    O RÓTULO DO EIXO VERTICAL SAÍA CORTADO NOS GRÁFICOS DE VALOR ALTO. Com a face nova, «560» pedia 47,8 pixels de calha e tinha 44, e o cinco se perdia sem que nada acusasse, porque o desenho continua correto com o rótulo pela metade. A calha passa a sair de conta; conferidos 202 rótulos em dezessete seções.

  • Correção

    UM FIO SEPARA AS FAIXAS DA COMPOSIÇÃO EMPILHADA. Medida a paleta pelos pares que o desenho encosta, verde e alaranjado ficam a 0,020 em deuteranopia, contra o mínimo de 0,100 adotado aqui: duas faixas coladas se liam como uma só. O fio sai na cor do painel e não toca em nenhum dos cinco tons.

  • Correção

    O HISTÓRICO DE VERSÕES FICAVA DE FORA DO PRÓPRIO SUMÁRIO, e é a página em que ele mais serve, porque cresce a cada versão. Cada versão passa a ser um painel com título, e a data sai por extenso na língua da página.

  • Funcionalidade

    A COLUNA DE SEÇÕES PASSA A SER RETRÁTIL. São trinta itens em quatro blocos, e a lista inteira aberta obrigava quem procura «Contato» a percorrer tudo. Abre o bloco da seção em uso, e os outros três ficam com o nome à mostra; abrir outro não fecha o que está aberto. No fim da página a moldura sai, e nada fica preso.

  • Funcionalidade

    O CARTOGRAMA GANHA CINCO MEDIDAS. Às quatro contagens da base, autorias, trabalhos, pesquisadores e instituições, junta-se uma derivada, autorias por pesquisador. É ela que justifica o controle: as quatro sobem juntas e desenham quase o mesmo mapa, e a derivada não mede volume.

  • Correção

    TODA MARCA DE GRÁFICO PASSA A TER ALVO DE TOQUE E DE TECLADO. Medido a 375 pixels, uma coluna saía com 10 por 46 e um ponto com 5 de diâmetro. Por baixo do que se vê entra uma forma transparente, da largura do passo e da altura do desenho, que também entra na ordem de foco e responde a Enter e Espaço. O ponto sai de repouso e aparece sob o ponteiro, e a coluna do eixo acende a guia vertical.

  • Correção

    A CAMADA DE LINGUAGEM SIMPLES PASSA A SER MEDIDA PÁGINA A PÁGINA. A prosa era medida em bloco, e o número do conjunto escondia a página difícil. Nas 39 superfícies, dez estavam fora: seis marcas de termo e quatro siglas usadas sem apresentação. A proteção de dados era a mais difícil, com 57,0 no índice de facilidade de leitura, e passou a 56,5. A página de erro, que estava em inglês desde o gabarito, passou ao português.

  • Correção

    CONTRASTE E ÁREA DE TOQUE, MEDIDOS E CORRIGIDOS. A moldura dos controles media 2,08:1 no tema claro e 1,63:1 no escuro, contra os 3:1 que a norma pede; a nota do painel no tema escuro saía a 4,39:1, contra 4,5:1. No telefone, a célula do cartograma saía com 43,8 pixels de lado e o menor termo da nuvem com 21, contra os 44 pixels adotados aqui.

  • Funcionalidade

    A ORDEM DA AUTORIA MUDA, E SARA MIRIAM GOLDCHMIT PASSA A SEGUNDA AUTORA. A ordem desta plataforma é dela, e não a do Observatório do CIDI: as pessoas são as mesmas, e cada observatório declara a sua. A lista que a guarda é uma só, e dela saem tanto as fichas da equipe em Sobre o projeto quanto a referência da plataforma e a da base, nas duas normas: mudada a ordem num lugar, ela muda em todos, que é o que impede a referência de divergir da ficha.

  • Dados

    O RECORTE EXPORTADO PASSA A LEVAR O ENDEREÇO DO ARQUIVO. A tabela traz dois endereços por trabalho, o registro no DOI e o arquivo no portal da revista, e o CSV levava só o primeiro: quem baixava o recorte para ler saía sem o endereço do que ia ler. Os dois vão agora em colunas próprias, e os dois são absolutos. Dados abertos passou a dizer o que cada coluna traz, porque exportação que muda de conteúdo sem mudar a descrição vira dado sem procedência.

  • Dados

    A CURADORIA DE IDENTIDADE, CONFERIDA NO REGISTRO PÚBLICO. Os 434 pesquisadores com ORCID foram conferidos um a um contra o registro, pelo nome em que o número está registrado e pela lista de obras dele. Três números estavam declarados em duas pessoas cada, porque o depósito repetiu o mesmo ORCID em dois coautores do mesmo trabalho; um quarto pertencia a outra pessoa e foi trocado pelo da própria; dois eram de homônimas de outra área. Duas identidades que eram uma pessoa voltaram a ser uma, partidas por nome de casada e por abreviação, e a base passou de <strong>704</strong> para <strong>702</strong> pesquisadores. Um nome que o portal gravou como a palavra «Profesor» passou a ser o de quem assina, e outro perdeu a titulação que entrara dentro dele. Cada linha vive numa tabela de curadoria, com o motivo escrito ao lado, e a auditoria da base passou a cobrar as duas coisas: identidade próxima e ORCID em mais de uma pessoa.

  • Correção

    A INFORMAÇÃO DILUÍDA EM PARÁGRAFO PASSA A SAIR EM TÓPICOS. As quatro marcas da camada de linguagem simples que a ferramenta não mede foram lidas superfície a superfície, e quatro páginas traziam lista escrita como frase corrida. Procedimentos deixou de ser um parágrafo único que cobria quatro assuntos e ganhou três painéis, com as camadas e as passagens de leitura em tópicos; o Catálogo passou a itens as seis regras de como escrever a busca; Dados abertos passou as colunas do arquivo exportado a quatro grupos; e Proteção de dados passou a tópicos os dados tratados, as categorias sensíveis e os direitos de quem figura na base. O índice de facilidade de leitura subiu nas quatro, e a página mais difícil da plataforma foi de <strong>56,5</strong> para <strong>61,1</strong>.

v2026.23 · 6 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    ENTRA A SEÇÃO «OUTRAS INICIATIVAS», com as outras plataformas que adotam as mesmas práticas. Ela diz o que todas fazem com o dado que publicam, e por que elas se parecem: o sistema de desenho e o modelo de organização são compartilhados por decisão, de modo que cada plataforma nova comece do que já foi resolvido.

  • Correção

    NO TELEFONE, ABRIR O MENU LEVA A PÁGINA ATÉ ELE. A coluna de seções abre no fluxo do documento, e numa página longa, com a rolagem embaixo, ela abria fora da tela. Quem fecha o menu sem escolher seção volta ao lugar da leitura.

  • Correção

    AS RUBRICAS DE CLASSIFICAÇÃO ENTRARAM NA MEDIÇÃO DA ESCRITA. São 7.967 palavras de regra de decisão que chegavam à plataforma sem passar pela escala, e o corpo medido subiu de 22.924 para 28.651 palavras. A correção foi feita no markdown de origem.

  • Correção

    UM PORTÃO ACUSA A SUPERFÍCIE QUE NINGUÉM MEDIU. A escala para quando encontra arquivo com prosa fora do analisador e fora da lista de dispensas.

v2026.22 · 4 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    COM DUAS ETIQUETAS OU MAIS, UM BOTÃO DESFAZ O RECORTE INTEIRO. Ele fica ao lado delas, e vai em grafite tracejado, e não no rosa do recorte: na cor das etiquetas, o clique que desfaz tudo pareceria o clique que desfaz uma. O que descreve como se procura fica de pé, porque não é etiqueta: a chave do texto íntegro, a ampliação entre línguas e a origem da volta. O mesmo botão entrou no Observatório do CIDI, com o mesmo desenho.

  • Dados

    O CONGRESSO IRMÃO RECUOU ÀS SUAS TRÊS PRIMEIRAS EDIÇÕES, E A COMPARAÇÃO ACOMPANHOU. O Observatório do CIDI leu os CDs dos anais de 2005, 2007 e 2009 e passou de 1.470 para 1.776 trabalhos, de oito para onze edições, de 2005 a 2025. Os números que atravessam para cá foram relidos do agregado dele, e a seção que compara os dois acervos foi reescrita onde o dado novo desfez a frase antiga.

  • Correção

    CINCO LEITURAS DA COMPARAÇÃO DEIXARAM DE SE SUSTENTAR NO DADO. A revista publicava “mais que o dobro” de trabalho de autor só e passa a publicar uma vez e meia, porque as três edições novas do congresso assinam mais sozinhas. Quarenta e nove pessoas assinam nos dois lugares, onde eram quarenta e sete, e nenhum nome do topo assina hoje mais na revista do que no congresso. Padovani sai do décimo quarto lugar do congresso para o quarto. Quatro nomes da coluna da revista saem sem ligação, onde eram três. E o cânone compartilhado passou de vinte e quatro para vinte e seis nomes.

  • Correção

    A BIBLIOGRAFIA DOS DOIS ACERVOS PASSOU A SER LIDA COMO PRÓXIMA. A frase dizia que a revista cita mais o que veio antes de 2000 e o congresso cita mais os anos 2010, e a entrada das três edições novas aproximou as curvas: antes de 2000 pesa 21,4% na revista e 20,9% no congresso. A única década em que a distância se abre é a de 2000, que o congresso cita mais, e a leitura de gênero que a frase antiga oferecia deixou de ter lastro.

  • Dados

    O NOME DO CAMPO NO TEXTO DO CONGRESSO CAIU DE QUASE TODO TRABALHO PARA POUCO MAIS DA METADE. O Observatório do CIDI tirou do texto indexado o rosto da editora, que traz o nome da sociedade em cada primeira página e sozinho punha o termo em 100% dos trabalhos de quatro edições. A comparação lê agora 97,5% na revista e 58,3% no congresso, e a distância é de gênero: o artigo de periódico se apresenta pelo campo em que se inscreve, e a comunicação de congresso já está dentro dele.

v2026.21 · 4 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    O GRÁFICO DE INCLINAÇÃO DA COMPARAÇÃO PASSOU A MOSTRAR O TOPO DE CADA ACERVO. Cada coluna traz os 25 que mais assinam do seu lado, e a linha aparece quando o nome está nas duas. Antes, a coluna recolhia também quem estivesse no corte do outro, para que toda linha tivesse as duas pontas: o preço era que nenhuma das colunas era o ranking do seu acervo, elas terminavam com tamanhos diferentes, e alguém com dois trabalhos aparecia acima de outros com quatro que ficavam de fora. Agora as duas listas têm o mesmo tamanho, e a ausência de linha diz que o nome não alcança o topo do outro lado.

  • Correção

    O PAINEL SE CHAMAVA QUEM ASSINA NOS DOIS LUGARES, E O TÍTULO NÃO DIZIA O QUE ESTAVA NA TELA. Passou a chamar-se Os que mais assinam em cada acervo, que é o que as duas colunas trazem. A dica e a análise foram reescritas: saíram o agregado do CIDI, os pesquisadores desambiguados e a interseção que era piso, todos termos internos que o leitor não tem por que conhecer. No lugar deles ficou escrito o que a lista é, quantos nomes ela alcança e o que a ausência de linha significa.

  • Correção

    QUEM ASSINA NOS DOIS LUGARES PASSOU A DECLARAR O CORTE DE CADA COLUNA. O gráfico de inclinação traz os dezoito que mais assinam de cada lado, e depois recolhe quem está no corte do outro e também assina aqui, para que a linha de ligação exista. As duas colunas ficam, por isso, com tamanhos diferentes, e nenhuma delas é o ranking do seu acervo: sete nomes da coluna da revista estão fora do topo dela. A dica dizia apenas quantas pessoas cada lista tem, e agora diz também como cada coluna foi montada. Além disso, o corte deixou de partir empate: seis pessoas têm cinco trabalhos entre a décima quarta e a décima nona posição, e a fatia em dezoito deixava a escolha para a ordem alfabética do sobrenome.

  • Correção

    A LISTA QUE FECHA O PAINEL DIZIA QUE AQUELAS PESSOAS ASSINAM NA REVISTA. O rótulo era “no topo do congresso e fora do topo da revista”, e as oito não estão nesta base: elas saem de quem o congresso publica e não casam com nenhum dos 668 pesquisadores daqui, pela chave de sobrenome mais inicial. Dizer “fora do topo” prometia ao leitor uma presença em posição baixa que não existe. O rótulo passou a ser “no topo do congresso e sem trabalho nesta base”.

  • Correção

    A FRASE QUE SÓ ANUNCIA O QUE A SEGUINTE DIZ SAIU DE QUATRO LUGARES. Em Sobre o projeto, a declaração de conflito de interesse abria com “quem assina tem trajetória na Sociedade e na revista”, e a frase seguinte dizia quem, onde e quando; a mesma forma anunciava um segundo defeito da afiliação antes de descrevê-lo. Em Campos e em Pesquisadores, o limite e a armadilha eram prometidos numa frase e nomeados na outra. Assim, a promessa foi fundida com o que ela promete, e a frase de sessenta e cinco palavras sobre a afiliação raspada virou duas.

  • Correção

    A DECLARAÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSE ESTAVA INCOMPLETA. O parágrafo dizia que dois integrantes ocupam cargos na Diretoria da SBDI no biênio 2026-2028, e são as quatro pessoas que assinam esta plataforma. O bloco inteiro saiu da chave negativa: onde se dizia o que a equipe não submeteu e o que a Sociedade não responde, passou-se a dizer de que cada parte responde. Assim, o fecho aforístico de cada parágrafo deu lugar à consequência factual, e a decisão de publicar o método por inteiro aparece com a finalidade junto.

  • Correção

    A CONFERÊNCIA DE REDAÇÃO PASSAVA AO LADO DE UM TERÇO DA PROSA. O leitor que alimenta as conferências reconhecia aspa simples e aspa dupla, e o bloco de várias linhas escrito em crase ficava fora da corrente inteira. Eram 87 registros e cerca de 11.400 palavras em sete seções, contra 19.600 medidas, de modo que Acessibilidade, Dados abertos, Proteção de dados e o painel que responde pelo projeto nunca tinham sido medidos nem indexados. Contudo, a varredura anterior deu a plataforma inteira no registro da tese. O leitor passou a ler a crase; a busca alcança agora 334 trechos, onde alcançava 308; e o travessão em português e em espanhol virou conferência com veredicto. O item de lista saiu da conta do registro, porque nenhum deles abre por conectivo e medi-los junto reprovava a seção pela forma da lista.

  • Funcionalidade

    COMO CITAR PASSOU A TRAZER AS DUAS NORMAS NOS TRÊS PAINÉIS. A plataforma já vinha em ABNT e em APA, e a base de dados e o molde do trabalho traziam só a ABNT: quem cita segundo a norma da revista tinha de converter a referência à mão. A página também declara agora qual das duas a InfoDesign adota, para que a escolha não fique com o leitor sem que ele saiba o que a revista pede.

  • Correção

    A EXPORTAÇÃO PASSOU A DEVOLVER O MESMO ARQUIVO A CADA VEZ. Duas listas desempatavam pela ordem em que a contagem tinha sido montada, que vem de conjuntos e muda a cada processo: os trabalhos próximos de mesma medida trocavam de lugar, e o par de região e campo com uma ocorrência também. Assim, cada fechamento produzia centenas de linhas de diferença sem que nada no banco tivesse mudado, e a conferência não tinha como separar o ruído da correção. O desempate passou a ser pelo identificador e pelo nome.

  • Correção

    A CAIXA DO NOME DE AUTOR PASSOU A SER A MESMA NAS TRÊS COLUNAS DO CÂNONE. A revista escreve o autor citado na forma da APA, que é a norma dela, e o congresso escreve na forma da ABNT, com o sobrenome em caixa alta. O painel que compara os dois acervos punha as duas caixas lado a lado, e a diferença tipográfica não dizia nada sobre os nomes. Assim, o nome vindo do CIDI passa por uma conversão declarada, para que uma coluna se distinga da outra pelo conteúdo. Entretanto, a entrada de referência fica de fora dessa varredura: ela viaja como o artigo a escreveu, e normalizá-la juntaria grafias que o painel conta separado. Um conferidor novo lê os nomes publicados e a prosa das seções a cada fechamento, e reprova o que sair em caixa alta fora das citações declaradas.

  • Correção

    A MARCA DO OBSERVATÓRIO DO CIDI NO RODAPÉ PASSOU A SER A VERSÃO NOVA, a mesma que o Observatório do CIDI já usa. O arquivo anterior era de outro desenho e de outra proporção, e a caixa que o desenhava vinha dele; a nova segue a proporção do arquivo, de 337 por 129.

  • Correção

    A PROSA DE DEZESSETE SEÇÕES FOI REESCRITA no registro que a plataforma adota. A varredura anterior tinha sido conduzida pelo número do conjunto, e o conjunto escondia a seção: a plataforma inteira passava no piso enquanto dez seções não passavam, cinco delas com nenhuma ocorrência em quatro dos cinco traços. Cerca de noventa passagens mudaram, ganhando voz impessoal no método, conectivo na abertura da frase, decisão com a finalidade junto e contraste por conectivo. Nenhum número mudou. O conferidor de redação passou a medir seção a seção, e reprova quando uma delas fica abaixo do piso sozinha.

  • Correção

    A ANATOMIA PASSOU A DIZER QUE NÃO MEDE QUALIDADE. A confiança de que a seção falava é a da leitura, e não a do trabalho lido: ela diz o quanto o resumo explicitou o que a rubrica pedia, e um resumo lacônico baixa a confiança de um trabalho excelente. Do mesmo modo, o trabalho entrega o tipo de contribuição que a leitura atribuiu, e nunca o mérito dela: diagnóstico não vale menos que evidência de efeito, e a rubrica não tem escala de qualidade em eixo nenhum. A ressalva entra na abertura da seção, no parágrafo que traz os números e no painel que explica como a camada foi lida.

  • Funcionalidade

    SOBRE O PROJETO PASSOU A TRAZER A EQUIPE E A REPARTIÇÃO DE RESPONSABILIDADES. As quatro pessoas que assinam aparecem na ordem da autoria, cada uma com o papel no projeto, um resumo do currículo e o elo para o Lattes, que é a fonte oficial. O painel que responde pelo projeto passou a separar três coisas que estavam juntas: o que a equipe assina e só ela, que é o recorte do corpus, as camadas lidas sob rubrica e a redação das análises; o que cabe à editoria da InfoDesign, que é a política editorial, a avaliação por pares e os metadados que a revista deposita; e o que precisa ficar declarado, que é a trajetória de quem assina na Sociedade e na própria revista estudada. Nem a Sociedade nem a editoria respondem pelo que a plataforma afirma.

  • Correção

    COMO CITAR PASSOU A TRAZER A AUTORIA INTEIRA, nas duas normas, e ela sai da mesma lista que desenha as fichas da equipe. Escrever a referência à parte deixaria as duas livres para divergir, e é numa referência que a divergência não pode acontecer.

  • Funcionalidade

    A BUSCA PASSOU A ATRAVESSAR DUAS CAMADAS COM UM CAMPO SÓ. A primeira é o texto integral dos trabalhos, e responde onde o assunto foi pesquisado; a segunda é a prosa desta plataforma, que são as análises dos painéis, as dicas, os blocos de método e as aberturas de seção, e responde onde ele é explicado. Quem procura concordância entre juízes quer a segunda, porque a expressão não está no acervo e sim no que a plataforma escreve sobre a leitura dele. São 306 trechos em 26 seções, e o resultado leva ao painel em que a passagem está, e não ao topo da página. Os dois blocos são retráteis e abrem juntos, com a contagem no resumo: quem procurou um termo de método fecha os trabalhos, e quem procurou um assunto de pesquisa faz o contrário.

  • Correção

    A SEÇÃO DE BUSCA PASSOU A SE CHAMAR BUSCAR, e as edições subiram para logo depois da visão geral. As duas mostram o acervo inteiro, uma em série e a outra em números da revista, que é a forma pela qual ele foi publicado; o catálogo vem em seguida, quando a pergunta desce do conjunto para o trabalho.

  • Funcionalidade

    AS TRÊS FERRAMENTAS PASSARAM A FECHAR O BLOCO DA BASE JUNTAS, na ordem que o Observatório do CIDI já adotava. A busca no texto, a pergunta em linguagem corrente e o cruzamento são o que a pessoa opera; a visão geral, o catálogo, a edição e a indexação são o que ela lê. O assistente estava no meio do que se lê, e passou para junto das outras duas.

  • Funcionalidade

    SEÇÃO NOVA: BUSCA NO TEXTO, no molde da aba Procurar da plataforma Formação em Design no Brasil. Ela corre sobre o texto integral dos trabalhos, e não sobre os metadados deles, e devolve a passagem em que a palavra aparece, com até três por trabalho e a contagem de quantas vezes ele a traz. O Catálogo e ela são a mesma porta vista de dois lados: o Catálogo devolve trabalhos, e esta devolve passagens. O índice desce na primeira busca, o corpo de cada trabalho desce por faixa de bytes, e nada do que se digita sai do navegador.

  • Funcionalidade

    A LISTAGEM DO CATÁLOGO PASSOU A ACOMPANHAR A DIGITAÇÃO, e as etiquetas ficaram paradas. O que está escrito e ainda não foi fixado vive fora do endereço, e a contagem segue a soma das etiquetas com ele: enquanto se escreve, vê-se exatamente o que se terá ao fixar. As etiquetas seguem só o endereço, e por isso não mudam sozinhas no meio da palavra. Junto disso, a etiqueta que nega passou a sair em vermelho, o botão de fixar passou a sair na marca cheia e com a altura do campo, e o zero causado por um `ou` em caixa baixa passou a vir com a consulta corrigida num botão, para aceitar ser um clique.

  • Funcionalidade

    A BUSCA DO CATÁLOGO PASSOU A FIXAR ETIQUETA, e deixou de filtrar a cada tecla. O campo guarda o que está sendo escrito, e o Enter, ou o botão ao lado, acrescenta o termo à consulta, onde ele vira etiqueta removível logo abaixo do campo, junto das etiquetas dos demais filtros. As etiquetas se somam: escreva um termo, tecle Enter e escreva o seguinte. Elas ficam coladas no campo porque quem percebe um erro no termo precisa lembrar que apagar o campo não desfaz nada, e que agora vale a etiqueta. Desfazer metade da busca deixou de exigir reescrever a outra metade. O pedaço é o grupo da linguagem, e não a palavra, de modo que `mapa OU cartografia` é uma etiqueta só; o termo negado tem etiqueta própria, com rótulo de exclusão.

  • Correção

    A BUSCA ESCRITA VIROU ETIQUETA REMOVÍVEL NO CATÁLOGO, como já ocorre no Observatório do CIDI. As etiquetas de recorte existiam para as dimensões, e a consulta ficava fora delas: quem escrevia um termo não tinha como desfazê-lo senão apagando o campo letra a letra. Ela agora vem na frente das demais, e o seu `×` limpa o campo junto.

v2026.20 · 3 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    A BUSCA DO CATÁLOGO GANHOU OPERADORES, no molde da plataforma Formação em Design no Brasil. A estrela abre a raiz, como em `tipogra*`; as aspas prendem a expressão na ordem em que ela foi escrita; `OU` aceita qualquer uma das alternativas; o hífen à frente de um termo tira o trabalho que o traz; e dois termos soltos pedem os dois no mesmo trabalho. A tabela da sintaxe fica na própria tela, fechada em repouso. A mesma expressão vale no recorte da lista, no índice do texto integral e no trecho que aparece sob o título.

  • Correção

    A PALAVRA PASSOU A FECHAR NAS DUAS PONTAS. Até aqui a busca era de sequência de letras, e `cor` trazia `corpo` e `acordo`; agora ela procura a palavra, e quem quer a raiz escreve `cor*`. O plural em -s é dobrado na entrada, de modo que `mapa` e `mapas` procurem a mesma coisa. A ampliação entre línguas passou a valer por termo, e não pela linha inteira: quem escreve dois termos recebe as formas dos dois.

  • Funcionalidade

    A LINGUAGEM DA BUSCA GANHOU PROVA PRÓPRIA, em `ferramentas/provar_busca.ts`. Ela roda dezesseis casos sobre os trabalhos de verdade, e cada caso compara uma consulta com outra em vez de declarar um número absoluto, que amarraria a prova à versão de hoje da base. Na estreia ela achou que o plural valia só numa direção, com `mapa` em vinte e três trabalhos e `mapas` em dezoito.

v2026.19 · 3 de setembro de 2026

  • Funcionalidade

    ABA NOVA: PERGUNTAR, com um assistente sobre a base. A pergunta é escrita em linguagem corrente, e a busca do que responde acontece no navegador de quem pergunta: o mesmo agregado que as seções desenham é lido ali, e só o trecho encontrado viaja para o modelo, junto da pergunta e do histórico curto. A resposta sai com a fonte ao lado de cada número, e o que vem das quatro camadas de leitura é apresentado como leitura, e não como contagem. A chave do provedor fica na rota de servidor, e nunca chega a quem visita.

  • Funcionalidade

    A RECUPERAÇÃO DO ASSISTENTE GANHOU PROVA PRÓPRIA. Ela roda vinte e seis perguntas que a base responde e três que ela não responde, sem chamar o provedor, e falha quando uma pergunta respondível volta sem trecho ou quando uma pergunta fora do assunto volta sem o aviso de que nada casou. Na estreia ela achou três defeitos: o total de pesquisadores saía do comprimento da lista do topo do ranque, e dizia sessenta onde o panorama registra setecentos e quatro; o casamento no meio da palavra fazia `quem` casar dentro de `esquema` e `bolo` dentro de `símbolo`; e o padrão de assunto só reconhecia o português, de modo que a pergunta em espanhol por instituições voltava sem elas.

v2026.18 · 3 de setembro de 2026

  • Correção

    A PROSA DAS PÁGINAS FOI REESCRITA no registro de uma tese medida por inteiro, que é a referência de escrita deste observatório. Cerca de cem passagens mudaram nas três línguas: a decisão de método passou a vir com a finalidade na mesma frase, o método e a procedência passaram à voz impessoal, o contraste passou a ser feito por conectivo, e nenhuma frase da prosa de tela passa de trinta e cinco palavras. Nenhum número mudou.

  • Funcionalidade

    A ROTINA DE FECHAMENTO GANHOU UM QUARTO CONFERIDOR. Os três anteriores olham o número escrito à mão, a afirmação de leitura e a tradução. O novo olha o registro: mede voz impessoal, abertura de frase por conectivo, decisão com a finalidade junto, conectivo de contraste e extensão da frase, e interrompe o fechamento quando a prosa fica abaixo do piso.

v2026.17 · 2 de setembro de 2026

  • Correção

    A PALAVRA `RÉGUA` SAIU DO PORTUGUÊS, e no lugar dela entrou RUBRICA. As quatro camadas interpretativas são lidas sob um texto escrito antes da leitura, que diz o que registrar em cada campo e o que fazer quando o material não responde. Esse texto é o que a análise de conteúdo denomina rubrica, e é assim que o inglês desta plataforma já o chamava; o espanhol já dizia pauta. Só o português trazia uma palavra inventada aqui, e que aparecia em setenta e sete lugares sem que nenhum deles dissesse o que ela nomeia. A abertura de Procedimentos passou a apresentar o termo. As entradas anteriores deste histórico também dizem rubrica agora, para que continuem legíveis; o que mudou foi a palavra, e não o que ela nomeia, e os endereços das âncoras ficam como estavam, porque elo de fora que aponta para uma delas não pode passar a apontar para outro lugar.

v2026.16 · 6 de agosto de 2026

  • Correção

    No Safari do iPhone, o que é mais largo que a tela não vira barra de rolagem: o navegador alarga a área de desenho até caber o conteúdo, e a página inteira nasce reduzida, com sobra na lateral. Em Referências, um elo de 336 pixels numa tela de 375 fazia isso sozinho, por não ter onde quebrar. Ele passou a poder quebrar em qualquer ponto. Entraram também duas defesas gerais que a folha não declarava por conta própria: o desligamento do aumento automático de texto, que hoje vem do reset da biblioteca de estilo e por isso dependia dela, e a rolagem própria do bloco de código. O Observatório do CIDI perdeu a primeira ao remover essa biblioteca, e é o motivo de as duas ficarem declaradas aqui.

v2026.15 · 6 de agosto de 2026

  • Correção

    Digitar na busca do Catálogo saltava a listagem para o alto. A consulta vai para o endereço depois de uma pausa de digitação, e cada gravação era lida pelo roteador como troca de página, que é o que ele reposiciona no topo. No telefone o efeito era o pior possível: a pausa vencia no meio da palavra e quem estava lendo perdia o lugar sem ter pedido nada. Filtrar não é mudar de página, e a posição de leitura passa a ficar onde estava. Vale também para os seletores de recorte, que gravam a consulta pelo mesmo caminho. A decisão já existia no sítio, em Eixos emergentes, e faltava aplicá-la aqui; o Observatório do CIDI tinha o mesmo defeito e recebeu a mesma correção.

v2026.14 · 6 de agosto de 2026

  • Funcionalidade

    O cabeçalho no telefone passou a caber numa linha. O nome da plataforma tem agora duas formas, e a folha usa a que couber: abaixo de 520px de janela entra "Observatório", porque o nome inteiro quebrava em três linhas e empurrava a fileira para baixo. A forma curta não repete "InfoDesign" porque a marca ao lado já escreve a palavra, e o par lido vira "infodesign | Observatório"; o Observatório do CIDI adotou a mesma solução pelo mesmo motivo. A marca passou a levar nome acessível próprio, sem o qual o elo para a Visão geral ficaria sem nome nenhum quando o texto sai da tela.

  • Correção

    O botão do menu deixou de aparecer onde não tinha o que abrir. Ele usava o ponto de quebra de 1024px do Tailwind, enquanto a coluna lateral só deixa de ser permanente em 900px: entre as duas larguras o botão existia com a coluna ainda de pé, e apertá-lo não mudava nada na tela. Ele passou a usar o mesmo ponto de quebra da coluna. O glifo cresceu para 1,05rem, porque no corpo que serve ao "PT" em caixa alta os três traços ficam pequenos demais para se lerem como menu.

  • Correção

    A grade do cabeçalho passou a ser a mesma do Observatório do CIDI. As medidas viviam em utilitárias na marcação, e o ajuste para telefone vivia numa regra da folha: as duas empatam em peso e a utilitária vence por camada, de modo que o ajuste existia no arquivo e nunca entrava. Num telefone de 375 o cabeçalho saía com 22,4px de recuo lateral contra 12,8 do CIDI, 6px entre os controles contra 4, e 56px de altura contra 51. As medidas passaram para a folha, e os dois cabeçalhos agora batem ao pixel.

v2026.13 · 6 de agosto de 2026

  • Cobertura

    A camada dos editoriais passou de 41 para 42, e a série que terminava em 2025 alcança 2026. O editorial do v. 23 n. 1 foi lido no mesmo arranjo dos outros: uma passagem, e uma segunda feita por leitor de contexto limpo, que recebeu a rubrica e o texto e mais nada. As duas coincidiram nos três eixos, na lista inteira de funções e na sentença escolhida, e por isso ele não foi ao desempate. A concordância publicada se move com ele: a função principal vai de 95,1% para 95,2%, o conjunto idêntico de funções de 73,2% para 73,8% e a sobreposição média de 88,9% para 89,2%.

  • Dados

    As definições do campo passam de cinco para seis, e a sexta é de 2026: o alcance do design da informação passa da organização de artefatos visuais. Ela pede a mesma decisão que dois desempates de agosto já tinham posto, a de aceitar a sentença em que o campo é sujeito com predicado próprio e recusar aquela em que ele aparece dentro de um predicado que é dos artigos. A última janela da série recolhe agora cinco anos, de 2022 a 2026, e as três funções que falam da revista somam 17 aparições em 42 textos.

v2026.12 · 6 de agosto de 2026

  • Cobertura

    O editorial do v. 23 n. 1 entrou na base. Ele foi ao portal em 31 de julho de 2026, um dia depois da montagem, e ficou de fora do primeiro retrato; a revista publica o número e deposita o editorial dele semanas depois, e por isso um número fechado ainda cresce. O corpus segue em 437 trabalhos, porque editorial não é trabalho: muda o que fica fora dele, de 47 para 48, e o texto integral, de 481 para 482.

  • Correção

    A guarda de lastro na afiliação passou a recusar 74 instituições, e não 75. O número saiu do lugar sozinho, porque a colheita do OpenAlex foi refeita e ele reviu uma resolução; nenhuma decisão de método mudou aqui. Instituições, aqui, seguem 109. Duas frases foram reescritas nas três línguas, na abertura de Instituições e no bloco de origem de Sobre.

  • Funcionalidade

    A pasta de dados ganhou um verificador, que compara o portal com a base sem escrever em nenhum dos dois e responde quatro perguntas: apareceu edição nova, apareceu item dentro de edição já conhecida, sumiu do portal item que a base guarda, e o Crossref depositou registro que a base não conhece. Ele roda uma vez por mês e é o que achou este editorial. Achou também que o arquivo de edições do portal passou a ter duas páginas, com a terceira respondendo 404: a coleta do sumário parava ali, e agora lê o 404 como fim da paginação.

v2026.11 · 4 de agosto de 2026

  • Funcionalidade

    Quem assina nos dois lugares passou a usar o gráfico de inclinação, que é a forma que o Observatório do CIDI adota e a que a pergunta do painel pede. Duas colunas ordenadas, cada uma pela contagem do seu acervo, e uma linha por pessoa que existe nos dois: a leitura é de posição, e não de tamanho, e isso a barra pareada não entrega por mais precisa que seja. A linha que sobe da esquerda para a direita é de quem ocupa lugar mais alto no congresso, e vem no tom dele. Padovani abre a coluna da revista com 25 trabalhos e aparece em décimo quarto no congresso, que é a inversão mais longa do desenho. Três nomes saem em cinza e sem ligação: assinam na revista e não estão entre os sessenta que mais assinam no congresso, e a ausência de linha é a informação.

  • Correção

    Uma varredura pelos 1.137 registros de prosa do sítio procurou tom publicitário onde a escrita deve ser descritiva, e reescreveu sete passagens nas três línguas. Sobre o projeto dizia que o texto integral é a camada mais rica da base, que é juízo sobre a própria obra, e fechava com a formulação de slogan sobre um campo que indexa a si mesmo; Referências reivindicava uma camada que nenhuma base de metadados oferece, quando o que há a dizer é que ela não consta das bases consultadas; Cruzamentos falava em primeira pessoa do plural e dirigia imperativo ao leitor; e o Catálogo prometia citar sem redigitar. A conferência de tradução ganhou uma quarta pergunta, que lista essas marcas sem derrubar o fechamento: nenhuma expressão regular distingue descrição de propaganda, e a decisão continua sendo de quem lê.

  • Funcionalidade

    Sobre o projeto ganhou um painel a respeito do uso do termo observatório, no mesmo modelo do Observatório do CIDI. Na política científica o termo nomeia uma estrutura que assume cinco compromissos, e vale escrevê-los, porque é por eles que o sítio deve ser cobrado: continuidade, sistematicidade, indicadores, devolução e não intervenção. O painel diz o que se fez para sustentar cada um, e fecha com duas ressalvas ao escopo atual. A primeira é que a continuidade repousa sobre manutenção individual, ao passo que um observatório em sentido estrito dispõe de equipe e de mandato institucional. A segunda é que as quatro camadas assinaladas com IA excedem o escopo próprio de um observatório, pois julgam texto a texto sob rubrica declarada, procedimento característico da análise de conteúdo e distinto da construção de indicadores; elas constituem um estudo, sujeito a refutação, e devem ser lidas como tal.

  • Funcionalidade

    Uma varredura pelos 93 gráficos do sítio procurou o que deveria levar a algum lugar e não levava, e encontrou onze. Nove estavam na comparação com o congresso: região, tamanho da equipe, os dois eixos das abordagens, objetivo, língua, descritores, campo, enfoque da definição e a dispersão dos tópicos recortam dimensões que o catálogo conhece, e nenhum deles clicava. Em Termos emergentes, a trajetória de um termo passou a abrir aquele termo no ano escolhido, que é a pergunta que o painel levanta. Em Abordagens, a barra de cada língua abre a língua. O cânone citado em Referências era texto morto: cada entrada abre agora a lâmina do autor citado, com as obras dele e os trabalhos que o citam, e a que traz DOI impresso pela autoria leva também ao registro da obra.

  • Funcionalidade

    O catálogo ganhou a dimensão “aparece em”, que recorta por base: portal da revista, OAI, Crossref, OpenAlex e DOAJ. As cinco colunas existiam no banco desde a primeira montagem e a seção de Visibilidade as somava sem que ninguém pudesse chegar aos trabalhos; quem lia que o DOAJ cobre 135 não tinha como ver quais eram os 135. Agora a barra de cada base abre a lista dela. São 26 dimensões de recorte.

  • Correção

    A revista e o congresso ficou interativa como o resto do sítio. A barra da revista responde ao ponteiro no rosa do recorte e leva ao conteúdo, e a do congresso fica quieta, porque o acervo dele está no sítio do CIDI: barra que parecesse clicável e não levasse a lugar nenhum seria pior do que barra parada. O nome de cada pessoa abre a lâmina dela no catálogo, e o de cada autor citado abre a dele em Referências; quem o congresso cita e esta base nunca citou não tem lâmina, e fica sem elo, porque não ter endereço já é a informação. Os subtítulos dos blocos tinham um fio embaixo que a margem do painel seguinte puxava por cima do texto, e o fio passou para o alto, onde separa o bloco anterior sem disputar espaço. E as dispersões passaram a dizer de quem é cada eixo, com o nome do acervo na ponta de cada um: antes eram dois eixos de porcentagem sem dono.

  • Funcionalidade

    Os três mapas de rede passaram a se parecer com grafos. A ligação ia em reta, e num arranjo por força as retas se cruzam tanto que duas ligações distintas viram um traço só; agora ela vai em arco, com a mesma curvatura e sempre para a mesma mão, o que devolve a leitura de quantos fios saem de cada nó. A ligação entre dois nós do mesmo agrupamento toma a cor dele e a que atravessa dois agrupamentos fica neutra: é o que faz a comunidade aparecer sem pintar nó nenhum, e na rede dos 704 pesquisadores os grupos que antes se perdiam numa teia cinza agora se distinguem de relance. Cada nó ganhou uma auréola na cor do fundo, para não sumir dentro do feixe que passa por baixo dele. Vale para a rede de quem assina junto em Instituições, para a rede inteira em Colaboração e para a rede dos termos em Termos emergentes.

  • Funcionalidade

    A revista e o congresso passou de sete para dezesseis painéis, dividida em quatro blocos que são as mesmas perguntas das outras seções: quem publica, sobre o que se fala, em que o campo se apoia e o que ele faz. Entraram quem assina nos dois lugares, os descritores que os dois declaram, os conceitos no texto integral, a leitura de um classificador de fora, os tópicos, o cânone citado, a idade da bibliografia e quando cada um diz o que o campo é. Quarenta e sete pessoas assinam nos dois acervos, e vinte e quatro dos nomes mais citados são os mesmos: o campo tem um cânone e ele é compartilhado. Os que só a revista cita puxam para a psicologia cognitiva e para a visualização, e os que só o congresso cita puxam para a tipografia e para a memória gráfica. A revista define o campo com mais do que o dobro da frequência do congresso, um trabalho em cada dez contra um em cada vinte e cinco.

  • Funcionalidade

    A ordem da comparação passou a ser do leitor. Cada painel de barras pareadas abre com quatro botões: como está, maior na revista, maior no congresso e maior diferença. A última é a pergunta que nenhum painel responde sozinho e que é o assunto da seção, e ela precisava de um clique para existir. Entrou também a dispersão contra a diagonal, que responde onde os dois se afastam em vez de quanto cada um tem: cada tópico é um ponto, e quem cai sobre a linha aparece na mesma proporção nos dois acervos. E o congresso passou a ser desenhado no cinza da paleta, e não numa segunda cor de série: compara-se o acervo desta base contra uma referência de fora, e duas cores de série fariam parecer que são duas séries do mesmo conjunto.

  • Correção

    O Observatório do CIDI lia o vocabulário desta base pelo topo da nuvem. O campo que a exportação daqui publica com o nome de termos traz os 120 descritores mais frequentes, que é o que a nuvem desenha, e a seção de comparação de lá o tomava pelo vocabulário inteiro: ela registrava que a revista declara 120 descritores distintos quando ela declara 1.316, e a interseção entre os dois vocabulários saía com 58 termos quando são 166. O número errado nunca chegou à tela de lá, e era publicado nos dados abertos. Esta base passou a servir o vocabulário inteiro em um arquivo próprio, e o Observatório do CIDI o lê quando ele está no lugar. A chave do descritor nos dois lados passou a tirar também a pontuação, porque tipografia entre colchetes e tipografia sem colchetes são o mesmo descritor: sem isso os dois sítios publicariam contagens diferentes para a mesma interseção, o que chegou a acontecer por um termo enquanto a correção era escrita.

  • Cobertura

    Três painéis da comparação cruzam listas, e neles o número é piso e não total. As pessoas saem dos 668 pesquisadores desambiguados da revista contra os 60 que o agregado do congresso publica; os descritores, dos 1.316 daqui contra os 319 de lá; o cânone, dos quarenta autores mais citados de cada um. Cada painel declara o corte na própria dica, porque dizer quarenta e sete pessoas em comum sem dizer contra que lista prometeria uma varredura que não houve. A chave de casamento é sobrenome mais inicial nos três, porque os dois acervos abreviam de formas diferentes: sem ela, Spinillo, C. G. de um lado e SPINILLO, C do outro seriam duas pessoas.

  • Funcionalidade

    A revista e o congresso é seção nova, e é a primeira que lê fora desta base. A InfoDesign e o CIDI são as duas metades do mesmo campo, cada um com o seu observatório, e compará-los exigia abrir dois sítios. Os números do congresso vêm do agregado do Observatório do CIDI, lido na exportação; atravessam algumas dezenas de números, e não a base. O painel que mais separa os dois acervos é o da geografia, e a separação é quase um espelho: a revista é do Sul, com quase metade das autorias brasileiras, e o congresso é do Nordeste, que é onde o CIDI nasceu em 2003. A revista publica mais que o dobro de trabalho de autor só, e o congresso é o lugar da dupla. A revista mede desempenho com mais frequência, e o congresso se situa mais, o que é diferença de gênero antes de ser de agenda. A ponte é de mão dupla: o Observatório do CIDI tem a seção espelho desta. Ela fecha o bloco de Temas e referências, depois dos Editoriais, e leva o selo de leitura por modelo: dois dos seus painéis são justamente as camadas lidas sob rubrica, medidas dos dois lados.

  • Funcionalidade

    Cada seção passa a abrir com o seu sumário, logo abaixo da leitura, levando direto ao painel. As seções ficaram longas, e algumas passam de dez painéis: quem chegava procurando um deles rolava até achar. O sumário se monta sozinho, lendo os painéis que a seção já declara, e por isso um painel novo entra nele por construção; lista escrita à mão sairia do lugar na primeira mudança, e ninguém perceberia. Cada painel ganha âncora derivada do título, e quem já tinha a sua mantém, porque um elo de fora que aponta para a rubrica da anatomia não pode passar a apontar para outro lugar. Página com menos de três painéis fica de fora, e o Catálogo, os Cruzamentos e Pesquisadores também, porque são ferramenta e não leitura.

  • Correção

    Dois conferidores novos entraram na rotina de fechamento, e o primeiro deles apanhou uma frase falsa na estreia. O conferidor de números só prende o algarismo escrito à mão, e sobra o que não tem número para declarar e mesmo assim depende do dado: a afirmação de leitura, do tipo “Santa Catarina lidera, à frente do Paraná e de São Paulo” ou “as duas curvas se cruzam entre 2019 e 2021”. Foi assim que “os Estados Unidos vêm em segundo” continuou publicado depois de Portugal passar à frente. São 31 afirmações declaradas e recalculadas do agregado. A que caiu na estreia dizia que as cinco técnicas com pessoas somadas não chegam à metade das duas primeiras da anatomia; são 152 contra 226, dois terços e não menos da metade, e a frase é que foi corrigida. O segundo conferidor lê os dicionários das rotas e procura texto preso numa língua, número perdido na tradução e português dentro do inglês; nos 1.032 registros trilíngues não achou nenhum dos dois primeiros. As três ideias vêm do Observatório do CIDI.

v2026.10 · 4 de agosto de 2026

  • Correção

    A instituição vinda do OpenAlex passou a exigir lastro. Quando a linha de afiliação falta no PDF, ele casa instituição contra o que conseguiu raspar do corpo do texto, e devolve instituições que ninguém declarou: “Introdução Olinda é uma cidade pernambucana… Tais” virou Taishan University, na China, para os cinco autores de um artigo sobre a memória gráfica de Olinda; “disciplinas relacionadas” virou uma universidade indiana para cinco pesquisadores da UFPR; “Pesquisas de opinião e preferência sobre tipografia para crianças” virou o Centro de Pesquisas Oncológicas. O erro é por trabalho, e não por pessoa, e por isso todos os autores do mesmo artigo recebiam a mesma instituição inventada. A guarda pede que o nome resolvido apareça na cadeia bruta que o produziu, e vale só onde a autoria não declarou afiliação, que é onde o palpite não tem nada por cima. São 75 instituições recusadas, e com elas caem 47 instituições do acervo: Hess, Marathon Oil, House of Representatives, SINTEF, Metrogiprotrans, Library of Michigan, San Antonio College. As instituições passam de 156 para 109 e os países de 36 para 24.

  • Correção

    A tabela curada da afiliação ganhou vinte e três formas que o OpenAlex normalizava errado mesmo com a declaração à vista, e passou a poder apagar. “University of Reading” virava Marathon Oil, “PUCPR” virava a Pontifícia Universidade Católica de Porto Rico em vez da do Paraná, “Faculty of Architecture, Urbanism and Design, University of São Paulo” virava uma faculdade eslovena, e “Portuguese Pulmonology Society” virava a Sociedade Portuguesa de Cardiologia. Nove autorias cuja declaração não nomeia instituição de ensino ou pesquisa, como um estúdio ou um sítio pessoal, tiveram o nome inventado apagado: dizer que não se sabe é mais próximo do dado do que dizer errado. O hospital universitário da UFSC e o da USP passaram a responder pelas universidades, e o ROR deixa de sobreviver a qualquer troca de nome.

  • Cobertura

    O preço da guarda está declarado: 18 dos 437 trabalhos ficam sem origem, contra nenhum antes. Neles não há afiliação declarada nem bloco de autores que se possa ler, e o que havia era palpite. A geografia muda com isso: as autorias com país caem de 932 para 855, Portugal passa os Estados Unidos como segundo país, o Norte fica com nove autorias em vez de onze, e o índice de concentração entre unidades federativas sobe de 1.288 para 1.308. A rede de instituições encolhe de 92 para 66 instituições, com doze agrupamentos. Nenhum desses números tinha sustentação antes; eles pareciam maiores porque contavam instituições que ninguém declarou.

  • Funcionalidade

    Editoriais é seção nova, e é a quarta camada lida sob rubrica. As três anteriores leem os trabalhos; esta lê a revista falando de si, nos 41 editoriais com texto integral publicados entre 2013 e 2025. Duas coisas se movem em direções opostas. Situar o campo, que é afirmar alguma coisa da área para além do que aquele número traz, cai de 7 editoriais em 11 na janela de 2013 a 2015 para 4 em 12 na última. As três funções que falam da revista como instituição fazem o inverso: somam três aparições nas duas primeiras janelas e treze nas duas últimas, e nenhuma aparece entre 2016 e 2018. E a revista diz o que o campo é em apenas 5 dos 41, com um intervalo de oito anos: as três primeiras definições são de 2013 a 2016 e falam de um campo em construção, as duas últimas são de 2024 e 2025, ambas em inglês, e dizem que ele é maduro.

  • Dados

    A segunda leitura dos editoriais foi feita fora da sessão em que a primeira aconteceu, o que não tinha acontecido nas três camadas anteriores. Nelas, a segunda passagem era releitura do mesmo leitor na mesma conversa, e a memória do que ele havia decidido continuava disponível. Aqui o segundo leitor recebeu a rubrica e os 41 textos, leu em ordem cronológica inversa e gravou o resultado sem acesso à primeira leitura nem à sessão dela. As duas passagens coincidiram em 95,1% na função principal, em 100% no tratamento dos artigos e em 97,6% em dizer se o editorial define o campo; três editoriais foram ao desempate, e as três decisões estão escritas na rubrica publicada. A ressalva de sempre continua valendo: os dois leitores são o mesmo modelo, e mede-se o quanto a rubrica é determinada.

  • Cobertura

    A camada dos editoriais alcança treze anos, e não os vinte e dois da revista. O portal registra um editorial em 2004 e nenhum entre 2005 e 2012: são vinte edições sem qualquer item fora do corpus. A revista publicou nesses anos, e falta o editorial como item próprio no sumário, com página e identificador; daqui não dá para saber se ela não o publicava separado ou se o portal não o expõe. O recorte fica declarado na abertura da seção e dentro da rubrica, porque uma curva de treze anos ao lado de uma de vinte e dois seria lida como se fossem a mesma coisa. Ficam de fora também cinco itens de expediente, que são lista de conselho editorial, e o editorial de 2004, cujo PDF nunca existiu.

v2026.9 · 4 de agosto de 2026

  • Correção

    A base enxergava menos da metade da indexação no DOAJ. Ele guarda 143 registros da revista e só 77 trazem DOI, e o casamento era feito apenas pelo identificador: 66 registros ficavam invisíveis, e a plataforma teria dito que o DOAJ cobre 77 trabalhos quando ele cobre 142. O casamento passou a ser em cascata, com DOI, depois título nas duas metades do título bilíngue, e por fim volume, número e sobrenome de quem abre a autoria. Um registro não casa por nenhum dos três, e o script declara isso. No caminho apareceu o que parecia lacuna e não era: para seis trabalhos de 2016 o DOAJ guarda o título vertido para o inglês enquanto a base guarda o português. A base estava completa; o casamento é que era estreito. Só o casamento por DOI alimenta campo, porque título e autoria dizem que o trabalho está indexado e não são identidade forte o bastante para deles se copiar palavra-chave ou idioma.

  • Funcionalidade

    Visibilidade é seção nova, em A base. Ela responde onde este acervo é encontrável: as colunas de presença por fonte estavam no banco desde a primeira montagem e nunca chegavam ao sítio. O repositório da revista tem os 437, o Crossref e o OpenAlex têm 436, e o DOAJ tem 135. A série mostra que a indexação no DOAJ é episódica, em blocos de 2004, de 2014 a 2016 e de 2020 a 2023, com zero no meio: não é cobertura parcial distribuída, são temporadas de depósito. Um acervo em acesso aberto ausente do DOAJ continua publicado e deixa de ser encontrável por quem procura acesso aberto, e a série mostra que isso foi decidido, interrompido e retomado três vezes em vinte e dois anos. A leitura do último ano pede cautela, porque o depósito vem depois da publicação e a ausência de 2024 em diante pode ser atraso.

  • Funcionalidade

    O trabalho ficou maior, e agora dá para ver. A contagem de caracteres do texto integral estava no banco e não chegava ao sítio; cruzada com páginas e referências, ela mostra que entre o quinquênio de 2005 e o de 2020 o artigo médio passa de 8,6 para 17,0 páginas e de 13,2 para 23,3 referências. Dobra de extensão e quase dobra de bibliografia. O texto acompanha de longe, de 26.065 para 36.994 caracteres, o que quer dizer que a página ficou menos densa, e não que o argumento cresceu na mesma proporção. É a institucionalização vista pelo corpo do texto, e a seção da autoria conta a mesma história pela equipe.

  • Funcionalidade

    A citação recebida passou a aparecer nas duas contagens que existem. São 661 pelo OpenAlex e 292 pelo Crossref, pouco mais de duas para uma, e a do Crossref não chegava ao sítio. A diferença não é ruído: o Crossref só conhece a citação cujo editor depositou a lista de referências do trabalho que cita. Lida assim, a curva dele não mede quanto a InfoDesign é citada, mede quanto da citação que ela recebe vem de quem participa da infraestrutura de depósito. É por isso que as duas precisam aparecer juntas, e é o mesmo argumento que sustenta a seção de Visibilidade.

  • Funcionalidade

    Instituições ganhou a rede de quais instituições assinam juntas, que é outra pergunta que a rede de pessoas não responde. Das 156 instituições do acervo, 92 aparecem nela: as outras 64 publicaram sempre sozinhas. A forma é de arquipélago, com vinte e um agrupamentos e nenhum continente. E há um achado que os pares mais frequentes escondem: eles são de vizinhança, UFSC com UDESC e UFPR com UTFPR, mas no conjunto 43% dos pares envolvem uma instituição estrangeira, 34% cruzam estados brasileiros e só 20% ficam no mesmo estado. A colaboração entre instituições aponta para fora, e não para o lado.

  • Funcionalidade

    Pesquisadores passou a responder o que acontece com quem publica uma vez, que é a maioria e não aparece em ranking. São 571 dos 704 com uma aparição só, oito em cada dez, e 33 que atravessam dez anos ou mais. O segundo painel pergunta se o campo retém quem chega, e ele exigiu cuidado: contar “estreou nesta década e voltou alguma vez” daria 7% nos anos 2020 contra 29% nos anos 2000, e isso não mediria retenção, mediria que quem estreou há dois anos ainda não teve tempo de voltar. Com janela fixa de cinco anos e contando só quem já teve esses cinco anos, a taxa fica entre 16% e 21% nas três décadas. O achado verdadeiro é a estabilidade.

v2026.8 · 4 de agosto de 2026

  • Correção

    O gráfico de Cruzamentos dizia mostrar as cinco colunas mais cheias e mostrava as cinco primeiras da tabela, que é ordenada por nome. Cruzando por instituição, ele desenhava a Academia de Belas Artes de Varsóvia e a Birmingham City, de um trabalho cada, enquanto a UFPR, com 120 autorias, ficava de fora. O defeito valia para todo cruzamento, e só era visível onde as colunas são muitas. Agora o gráfico soma cada coluna e leva as maiores, e a nota ao pé declara quantas está mostrando em vez de dizer cinco por extenso. A coluna do travessão deixou de concorrer: ela costuma ser a maior em dimensão de cobertura parcial, e gastaria uma faixa para dizer que o dado falta.

  • Correção

    A leitura calculada de Cruzamentos tratava a ausência como categoria. No enfoque da definição, em que 89% dos trabalhos não enunciam nenhuma, ela anunciava como achado que o par mais frequente era “— com Sul, em 159 trabalhos”. O travessão saiu da leitura, que agora só considera as células com valor nas duas dimensões, e quantos trabalhos ficaram de fora é declarado em frase própria. O mesmo cruzamento passou a dizer “Funcional com Sul, em 9 trabalhos”. Na tabela e nas tabelas de dados de toda a plataforma, o travessão vem em cinza apagado: ele precisa estar ali, porque aquela linha existe e conta, e não precisa disputar o olho com as categorias que têm nome.

  • Funcionalidade

    Cruzamentos mantinha uma lista própria de dezesseis dimensões, ao lado das vinte e quatro que governam o catálogo: as mesmas coisas definidas duas vezes, livres para divergir. Ele passou a derivar da lista do catálogo, e com isso as camadas interpretativas entraram sem uma linha de configuração. São vinte e seis dimensões agora, e é possível cruzar objetivo, delineamento, resultado, procedimento, enfoque, fonte da definição, desempenho e território com qualquer outra. Ficam de fora do cruzamento as três de cardinalidade alta, pesquisador com 704 valores, autor citado com 946 e palavra-chave com 1.316, que continuam recortando o catálogo. De quebra, a anatomia passou a traduzir: os valores apareciam crus e em minúscula em qualquer idioma, embora o dicionário existisse nas três línguas.

  • Funcionalidade

    O número temático virou recorte. A revista anuncia um tema em 28 das 59 edições, e 224 dos 437 trabalhos saíram sob um deles: o número temático não é exceção nesta revista, é metade dela. Ele estava na base desde a primeira montagem e não aparecia em lugar nenhum. Agora recorta o catálogo, cruza com qualquer dimensão e tem painel próprio em Edições, com o ano e quantos trabalhos de cada tema saíram em inglês. É também onde o inglês e a participação estrangeira se concentram, e ler a série do idioma sem olhar para essa lista faz parecer política editorial o que em boa parte é convite temático.

  • Funcionalidade

    As instituições passaram a aparecer pela sigla onde o nome não cabe. O nome que a normalização grava tem de vinte e quatro a sessenta e seis caracteres, e na legenda da trajetória três universidades federais viravam o mesmo reticências. São 96 siglas curadas à mão, que cobrem 83 das 156 instituições e 85% das autorias com instituição. Só entrou sigla de uso corrente: onde ela não é assente, sobretudo fora do Brasil, o nome aparece por extenso, porque inventar sigla seria criar um nome que ninguém procura. O nome inteiro continua sendo o que recorta e o que a tabela de dados de cada painel mostra, em coluna própria.

  • Cobertura

    A curadoria territorial ganhou 21 instituições brasileiras que estavam de fora, entre elas a Universidade Ceuma, a Unicentro, o IFSul, a Universidade Castelo Branco e o CEPON. A cobertura de unidade federativa sobe de 95% para 98% das autorias brasileiras, as que ficam sem estado caem de 36 para 10, e Geografia acerta as contas: Santa Catarina passa de 152 para 159 autorias, o Sul de 355 para 366 e o índice de concentração de 1.290 para 1.288. Ficaram de fora as instituições de muitas unidades, como a Embrapa e a IBM Research, em que a sede não diz de onde saiu o trabalho.

v2026.7 · 3 de agosto de 2026

  • Correção

    A curadoria da afiliação declarada morava na exportação para o sítio, e não no banco. O efeito era o banco e os CSV publicados responderem 179 instituições a quem os consultasse enquanto a plataforma mostrava 156: duas respostas para a mesma pergunta, e a errada era a que se distribui. A correção passou para o build da base, com a tabela curada junto dela, e o banco agora entrega país, instituição, unidade federativa e região já resolvidos. As tabelas de autoria e de instituição ganharam a unidade federativa, e uma tabela nova guarda quanto a correção mexeu: 113 autorias preenchidas e 55 corrigidas. A mudança revelou uma segunda divergência, escondida: a trajetória por região, a vocação temática das regiões e a contagem de autorias com instituição vinham da tabela crua enquanto Geografia já usava a corrigida, ou seja, a mesma página misturava duas bases. As autorias com instituição sobem de 819 para 888, e os trabalhos com uma instituição só, de 284 para 315.

  • Correção

    Vinte afirmações escritas à mão na prosa dos painéis ficaram para trás da reconstrução da base de 1º de agosto e foram acertadas nas três línguas. A mais exposta estava em Pesquisadores, que dizia 1.090 autorias no parágrafo de abertura e 1.022 no resumo logo abaixo, porque o segundo lê do dado e o primeiro carregava o número no texto. As demais: Santa Catarina de 134 para 152 autorias, o Sul de 280 para 355, o Brasil de 678 das 793 para 782 das 932, os Estados Unidos de 48 para 28, a concentração de 53,4% para 53,2% e o índice de 1.297 para 1.290, as autorias sem unidade federativa de trinta e quatro para trinta e seis, as unidades federativas ausentes de sete para dez, os termos que voltaram de 240 para 239, os declarados uma vez só de 1.089 para 1.077, a rede de termos de 110 e 124 para 107 e 121, o vocabulário de 437 para 429 trabalhos, os nomes citados de 934 para 933, a cobertura de palavras-chave de 98,4% para 98,2%, os trabalhos de seis autores ou mais de uma dúzia para oito, e as ilhas da rede de colaboração de 196 para 121, que é a mesma conta que a análise do painel vizinho já publicava. Duas frases foram refeitas porque a faixa mudou de forma, e não só de algarismo: a média de autores na última década e a proporção de trabalho assinado por mais de uma pessoa.

  • Funcionalidade

    Um conferidor entrou na rotina de fechamento. Cada número escrito à mão na prosa está declarado num arquivo, com a expressão que o calcula a partir dos agregados e com a frase publicada nas três línguas, e o fechamento falha quando algum deles se afasta do dado. São 75 trechos vigiados. A frase reescrita sem atualizar a declaração também falha, de propósito, porque uma afirmação sem lastro é o mesmo problema pelo outro lado. Ele provou o serviço na mesma sessão: quando a curadoria da afiliação mudou a distribuição de instituições por trabalho, foi ele quem apontou a frase de Autoria que tinha acabado de envelhecer.

  • Correção

    As lâminas de pesquisador e de autor citado chamavam um gancho de navegação depois do retorno antecipado do caso não encontrado, o que muda a contagem de ganchos entre duas renderizações da mesma instância. A chamada subiu para antes da saída. Não achamos caminho em que isso derrubasse a tela, porque toda entrada no ramo de não encontrado recarrega o documento, e mesmo assim a ordem dos ganchos passa a ser estável.

  • Funcionalidade

    A casca do sítio lia a data de atualização de dentro dos agregados, e como ela é montada na raiz isso arrastava o arquivo inteiro para toda página. A data passou a vir de uma ficha de cinco campos, e Contato, Acessibilidade e Proteção de dados deixaram de baixar 78,7 KB comprimidos que nunca usaram. A data também deixou de ser a de quem exportou e passou a ser a do banco: antes bastava reexportar sem reconstruir nada para o rodapé anunciar um frescor que a base não tinha. No mesmo passo saiu o andaime que veio com o modelo do projeto, 46 componentes de interface que nada importava, 4.360 linhas e 40 dependências, entre elas uma biblioteca de ícones de 45 MB num sítio que desenha os próprios. A folha de estilo cai de 104,9 para 53,3 KB, porque metade dela era regra para classe que nenhuma página usava.

v2026.6 · 1 de agosto de 2026

  • Correção

    A identidade dos pesquisadores estava fragmentada. A desambiguação usava o ORCID quando a autoria o trazia e caía numa chave de sobrenome mais iniciais quando não trazia, e as duas camadas nunca se falavam: Kelli Cristine Assis da Silva Smythe estava em três registros, com 10, 2 e 1 trabalho, porque três graus de abreviação do nome dão três chaves. Agora a desambiguação é por conjuntos disjuntos, com união por ORCID e por nome, e duas guardas: duas pessoas que assinam o mesmo trabalho nunca se fundem, e duas identidades com ORCID diferente não se juntam pelo nome, salvo quando o nome é exatamente o mesmo. Os pesquisadores caem de 725 para 704.

  • Correção

    Em três trabalhos o depósito repetiu um ORCID para dois autores diferentes, e a desambiguação antiga fundia as duas pessoas numa. A guarda do mesmo trabalho desfaz isso, e o identificador repetido deixa de valer como identidade.

  • Correção

    A autoria, as palavras-chave e as referências eram extraídas também dos 47 editoriais, que não são trabalho acadêmico, e qualquer contagem feita sem juntar com a tabela de trabalhos saía inflada. Agora as três tabelas cobrem só o corpus. A rede de coautoria muda de forma, porque assinar um editorial junto deixa de ser laço: o maior componente cai de 155 para 82 pessoas, e os laços de 977 para 967. As palavras-chave caem de 2.071 para 2.023, e as referências de 7.784 para 7.782.

  • Correção

    Cinco palavras-chave eram frase, e não descritor: vinham da nota de rodapé da primeira página, capturada junto com o campo. Além delas, 39 termos apareciam duas vezes no mesmo trabalho, porque a autoria os declarou nas duas línguas. Uma guarda na leitura recusa os dois casos.

  • Dados

    Referências ganha dois painéis que falam em obra, e não em nome de autor. 735 entradas trazem o DOI impresso pela própria autoria, e ele resolve para 642 obras distintas, com título, periódico, ano e tipo. Vê-se uma bibliografia dispersa, em que nenhuma obra passa de três trabalhos, e um periódico compartilhado: a própria InfoDesign é o segundo título mais apontado.

  • Dados

    O tema de cada número passa a ser lido do título do editorial que o abre, que é onde a revista o declara. Eram 14 trabalhos com tema, do único número que o portal nomeia no rótulo; agora são 224, em 28 temas, entre eles os cinco números especiais em inglês de 2019 a 2024.

v2026.5 · 1 de agosto de 2026

  • Correção

    Sobre o projeto afirmava que a revista não está na Scopus. Ela está, com cobertura retroativa que alcança o acervo inteiro, e figura também no DOAJ, no Latindex, na EBSCO, na Gale, no ANVUR e na Cariniana; a Web of Science segue de fora. O argumento do observatório foi refeito sobre a premissa verdadeira: a indexação de citação torna o acervo localizável sem torná-lo legível como campo, porque ela não devolve o vocabulário que a autoria declarou, a geografia por unidade federativa, as referências extraídas dos PDF nem o que cada trabalho faz. Os dois painéis da visão geral que repetiam a premissa antiga também foram corrigidos.

  • Funcionalidade

    A abertura da visão geral passa a apresentar a revista, no lugar de abrir com a tensão entre publicar em inglês e servir ao país. Essa tensão vira painel, com dado próprio: cruzando a língua de cada trabalho com a origem da autoria, enquanto o inglês foi escolha ele foi sobretudo a língua de quem publicava com participação estrangeira, 24% desses trabalhos até 2018 e 65% entre 2019 e 2024, contra 5% e 14% da autoria só brasileira. Em 2025 as duas colunas vão a cem por cento, e a diferença desaparece por regra.

  • Correção

    A afiliação declarada passa a ter precedência sobre a normalização do OpenAlex, que casa sigla por semelhança e num acervo brasileiro erra em série: UFPE virou Blackboard, nos Estados Unidos, em catorze autorias; UFSC virou uma universidade islâmica no Paquistão; UnB virou a Universitas Nusa Bangsa, na Indonésia; UERJ virou o Yahoo da Espanha; UFC virou um sindicato norte-americano. São 57 autorias atribuídas a outro país, todas com a afiliação declarada dizendo o contrário. Geografia, Instituições e o painel da língua passam a ler a autoria corrigida, e não a tabela crua do banco. As instituições caem de 181 para 156 e os países sobem de 24 para 36, porque os casamentos errados saíram e as siglas se juntaram ao nome canônico; as autorias brasileiras com unidade federativa sobem de 594 para 746.

  • Dados

    A origem da autoria ganha duas camadas de recuperação. O OpenAlex deixava 63 trabalhos sem país, concentrados nos anos recentes e quase todos daqui, o que enviesaria justamente a leitura de quem publica em que língua. Uma tabela curada à mão lê 48 formas de afiliação que a normalização não alcança, como UFPR e ESDI/UERJ, e o bloco Sobre os autores que o trabalho traz no fim fecha o resto: quatro por padrão, treze lidos um a um com o trecho que os sustenta, e quatro por vínculo atestado para aquele ano, três por outra declaração da mesma pessoa nesta revista e um por fonte externa nomeada. A regra dos quatro é que vale o vínculo da época, e nunca o atual. Os 437 trabalhos passam a ter origem.

  • Correção

    A linha sob a marca deixa de atribuir à revista um subtítulo que ela não usa mais. "Revista Brasileira de Design da Informação" saiu do sítio da InfoDesign, e o cabeçalho passa a dizer o que ela é, Revista de Design da Informação. O título da plataforma acompanha, e as duas formas de citar um trabalho do acervo, na página e no arquivo BibTeX, passam a nomear a revista como ela é citada, InfoDesign.

  • Funcionalidade

    A seção da terceira camada passa a se chamar Abordagens. O nome antigo, Medir e situar, estava em atrito com a própria rubrica: medir aponta para o instrumento, e a rubrica diz que vale a pergunta que governa o trabalho. Os dois eixos separam abordagem, e a rubrica e o endereço seguem falando em orientação, que a abordagem revela.

  • Dados

    Medir e situar ganha o painel da posição por língua, que é a ressalva mais consequente da camada. A curva da posição sobe na mesma janela em que a revista se internacionaliza, e o cruzamento mede a distância: de 2019 em diante, o trabalho publicado em inglês toma o território como posição em 16% dos casos, contra 8% do publicado em português. Isso não decide se o campo se voltou para a pesquisa situada ou se a revista passou a atrair esse tipo de trabalho, e a seção passa a ser lida com essa ressalva.

  • Dados

    A virada para o inglês passa a mostrar a sequência que a produziu: cinco números especiais inteiramente em inglês entre 2019 e 2024, e a submissão só em inglês a partir de 2025. A abertura de Medir e situar ganha as datas do percurso do campo no Brasil, com o retorno de Reading para a UFPE nos anos 1980 e 1990, a SBDI em 2002, o CIDI bienal desde 2003 e a revista em 2004.

v2026.4 · 31 de julho de 2026

  • Dados

    Medir e situar é a terceira camada interpretativa. Os 437 trabalhos foram lidos em dois eixos: 164 medem se a informação cumpre o que promete, e 169 tomam o território como material ou como questão de conhecimento. O eixo do território tem três níveis, e não dois, porque numa revista brasileira tratar de alguma coisa do Brasil não distingue nada. É essa separação que produz o achado: o território como objeto está na revista desde 2004 e não tem tendência, e cresce o território como posição, de menos de dois por cento dos trabalhos até 2015 para dezessete por cento em 2025 e 2026.

  • Dados

    A concordância entre as duas leituras foi de 90,6% no eixo do desempenho e de 77,6% nos três níveis do eixo situado, com 127 trabalhos indo ao desempate. A diferença entre os dois números é declarada na seção: a rubrica bastava para decidir se um trabalho mede, e não bastava para decidir onde termina o objeto e começa a posição. As quatro convenções que fecharam essa fronteira foram escritas pelo segundo leitor antes de qualquer comparação, e estão publicadas na rubrica, em Sobre o projeto.

  • Funcionalidade

    As rubricas saem de Sobre o projeto e ganham seção própria, Procedimentos, logo abaixo dela. Eram três documentos longos no fim de uma página que já é longa, e agora têm endereço, que é o que as seções da camada apontam quando dizem onde a rubrica está.

  • Funcionalidade

    O catálogo ganha dois recortes novos, por desempenho e por território, e as barras da seção levam a eles.

v2026.3 · 31 de julho de 2026

  • Funcionalidade

    A visão geral fecha com o painel que faltava para o par de observatórios ficar comparável: 7.784 referências feitas contra 661 citações recebidas, 11,8 para um. A análise diz o que a razão não diz sozinha: a conta de saída é dos PDFs e a de chegada é do OpenAlex, que só enxerga citação vinda de trabalho com DOI; o número de chegada é piso, e não medida, e por isso não se compara direto com os 41 para um do Observatório do CIDI.

  • Funcionalidade

    A busca do catálogo passa a atravessar as línguas. A autoria escreve na língua em que publica, e por isso quem procurava "typography" não achava os 46 trabalhos que declararam "tipografia": agora acha 47 em vez de 40, e "case study" acha 15 em vez de 8. A ampliação vem de uma lista de 117 pares de termo curada à mão, publicada em Dados abertos, e procura onde o assunto é nomeado, no título e na palavra-chave: no resumo uma palavra pode ser menção de método ou aparte, e solta ali a ampliação trazia 104 alcances de prosa em catorze consultas medidas. Ela entra só no momento da consulta: o dado continua sendo o que a autoria declarou, e a nuvem continua mostrando isso. Quando ela dispara, a interface diz quais formas acrescentou e oferece buscar só o que foi digitado.

  • Funcionalidade

    A lâmina de cada trabalho ganha três blocos. O que o trabalho faz traz a anatomia lida sob rubrica, e cada valor abre os trabalhos que o declaram. Como este trabalho define o campo traz a sentença que ele enuncia, quando enuncia. E Trabalhos parecidos com este responde à pergunta que o filtro não responde: o que existe perto do que se acabou de ler. A vizinhança é uma semelhança de cosseno sobre palavra-chave, autor citado, tópico e anatomia, com cada traço valendo o inverso de quantos o declaram, e vem calculada na exportação, junto com o porquê de cada aproximação. 409 dos 437 trabalhos têm ao menos um vizinho.

  • Correção

    A janela da extração às vezes atravessava uma quebra de seção e colava a frase anterior na definição, com o cabeçalho no meio. Nove dos 85 trechos passam a ser aparados na exibição, onde o nome do campo aparece só depois do cabeçalho e prova que a parte de cima é de outro assunto. Nos seis em que ele aparece dos dois lados nada se corta, porque ali decidir qual metade é a definição seria decidir por conta. O registro julgado continua inteiro na base.

  • Dados

    As duas camadas interpretativas foram lidas. Anatomia dos trabalhos classifica os 437 por objetivo, delineamento, procedimento e resultado. Como o campo se define reúne as 85 definições de design da informação enunciadas nos textos, com o enfoque de cada uma e a fonte a que recorre, e traz as sentenças na letra dos trabalhos.

  • Correção

    A rubrica das definições dizia que o julgamento seria de pessoa, e ele foi de modelo de linguagem, em duas passagens independentes com desempate. A rubrica passa a declarar o que foi feito, as seis convenções firmadas no desempate e a concordância medida entre as duas passagens, com a ressalva de que ela não é concordância entre juízes independentes: um número comparável com a literatura exigiria uma segunda pessoa lendo uma amostra às cegas, e essa leitura não foi feita.

  • Funcionalidade

    O catálogo ganha dois recortes novos, por enfoque e por fonte da definição, e todo gráfico das duas camadas leva ao catálogo filtrado, com retorno pelo caminho percorrido. As redes de coautoria e de coocorrência de termos passam a mostrar o mapa inteiro, com busca e vizinhança acesa.

  • Funcionalidade

    Uma varredura de todos os painéis fechou o que faltava para a regra valer sem exceção: todo gráfico leva ao catálogo filtrado e todo painel traz a sua tabela. Passaram a levar as trajetórias por ano, a virada para o inglês, a composição de equipe no tempo, a autocitação, as séries por volume, a vocação temática por região e o cruzamento escolhido; ganharam tabela a nuvem de palavras, o quadro dos termos emergentes, o ranking de pesquisadores e as duplas mais recorrentes.

  • Correção

    Os quatro números de abertura do Vocabulário estavam escritos à mão e contavam também as palavras-chave dos editoriais, que não são trabalho. Passam a sair da exportação, restritos ao corpus: 1.325 termos distintos, 2.071 ocorrências, 430 trabalhos e 131 de 2021 em diante. Em Dados abertos, o número de palavras-chave mostrava o dos termos com trajetória, que é outra contagem, e os dois mapas de rede passam a constar na lista de arquivos.

  • Correção

    O clique em "trabalhos por volume" mandava ao catálogo um parâmetro que ele não conhecia: a validação o descartava em silêncio e o leitor chegava aos 437. Volume passa a ser recorte, como edição e ano. Os títulos de painel iam de h1 direto a h3, e a página de Acessibilidade prometia hierarquia sem salto: agora eles são h2, e a promessa é verdadeira. As tabelas da rubrica e a das edições ganharam legenda.

  • Correção

    As cores das séries clarearam, para que o realce do ponteiro fique sempre visível sobre elas, e a letra da caixa do ponteiro escureceu, para se ler em corpo pequeno. Nas nuvens de palavras a luz desce e o croma sobe, em vez de o termo pequeno chegar acinzentado. O par ler a análise e ver os dados fica junto ao pé de cada painel.

v2026.2 · 30 de julho de 2026

  • Funcionalidade

    Cada trabalho e cada pesquisador ganham lâmina própria, e cada autor citado também. A trilha de retorno desfaz um passo de verdade do caminho percorrido, e não salta para o topo da seção.

  • Funcionalidade

    Referências passa de dois para nove painéis, com busca entre os 934 nomes citados e a procedência de cada um: quem publica na própria revista, quem é do cânone do design, quem vem das áreas vizinhas. Termos emergentes mostra os 240 termos que voltaram ao menos uma vez, em quatro estados, e abre a trajetória de cada um. Cruzamentos ganha o gráfico do cruzamento escolhido.

  • Dados

    A leitura da autoria nas referências passou a ler sobrenome mais iniciais, na forma da APA. Lendo só o sobrenome, o autor mais citado da base era Silva, que são muitas pessoas; agora o cânone que aparece é o do campo. A busca do catálogo alcança o corpo dos 435 textos integrais, e mostra o trecho em que a palavra aparece.

  • Dados

    As rubricas das duas camadas interpretativas foram escritas e publicadas antes das seções que vão governar, então em Sobre o projeto e hoje em Procedimentos. A anatomia dos trabalhos será lida por modelo de linguagem sob rubrica, com dois juízes e desempate; as definições de design da informação serão julgadas por pessoa, sobre 325 sentenças candidatas levantadas por padrão no texto integral.

  • Correção

    A contagem do catálogo dizia a paginação em lugar do recorte. Em Referências, as décadas das obras citadas saíam como o próprio ano, e o painel abria com 126 colunas ilegíveis. O campo de busca perdia o acento no meio da digitação.

v2026.1 · 30 de julho de 2026

  • Dados

    Primeira versão publicada. 437 trabalhos das 59 edições dos volumes 1 a 23, de 2004 a 2026, montados a partir de seis fontes: o portal da revista, o repositório OAI-PMH, o Crossref, o OpenAlex, o DOAJ e os PDFs.

  • Cobertura

    Resumo, idioma e paginação em 100% dos trabalhos; palavras-chave em 430; texto integral em 435; lista de referências em 418, somando 7.784 entradas.

  • Correção

    Nove editoriais de números temáticos que haviam passado pela triagem por título saíram do corpus, pelo critério da seção declarada no depósito. Oito linhas repetidas do banco anterior foram reduzidas a uma cada.

  • Funcionalidade

    Vinte seções em quatro blocos, em português, inglês e espanhol, com tema claro e escuro. Todo gráfico traz a mesma informação em tabela, sob demanda.

  • Funcionalidade

    O catálogo recorta por treze dimensões: edição, ano, seção, idioma, unidade federativa, região, instituição, país, pesquisador, palavra-chave, campo, tópico e tamanho da equipe. Cada recorte viaja no endereço e se desfaz sozinho, e todo clique num gráfico chega aqui pelo mesmo caminho. O recorte em vigor sai em CSV e em BibTeX.

  • Funcionalidade

    Cada trabalho e cada pesquisador ganham lâmina própria, com trilha que desfaz um passo do caminho percorrido. A busca pode alcançar o corpo dos 435 textos integrais, e o trecho em que a palavra aparece entra sob o título. Os 976 endereços eletrônicos impressos nas notas finais foram apagados do corpo publicado.

O esquema

Ano e sequência, no formato vAAAA.N. A sequência sobe a cada mudança que altere um número mostrado, a cobertura ou o critério que os produz. Retoque de interface que não mexe em nada disso não abre versão, e viaja como item menor da versão seguinte. Dentro da entrada vale um assunto por item, porque item que reúne assuntos distintos esconde o que mudou. A regra é a mesma no Observatório do CIDI.