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Proteção de dados

Esta plataforma trata dados pessoais, e por isso declara o que trata, de onde vem e com que finalidade. O tratamento se restringe ao que já é registro público da produção científica.

Que dados pessoais existem aqui

Tudo o que está aqui já estava publicado; a mudança é que agora está reunido.

São quatro os dados tratados, e um deles é o ORCID, o número que identifica um pesquisador nas bases internacionais.

  • o nome de autoria;
  • o ORCID, quando declarado;
  • o vínculo institucional;
  • a lista de trabalhos assinados por cada pessoa.

Todos esses dados constam da publicação da revista, que é pública, e das bases Crossref e OpenAlex, também públicas. A plataforma reúne e organiza; ela não acrescenta informação que não estivesse já publicada.

Cada pessoa tem uma página própria, alcançada pela seção Pesquisadores, que reúne num só lugar o que estava espalhado pelos trabalhos: passagem pela revista, coautoria, vínculos declarados e palavras-chave. A reunião é o serviço que a plataforma presta, e é também o que aumenta a exposição de quem consta nela. Por isso, a página não recebe nada além do que a revista publicou, e correções podem ser pedidas pela seção Contato.

Direito autoral e dado pessoal são coisas diferentes, e as duas valem aqui. Os trabalhos estão sob Creative Commons, o que autoriza ler, extrair e redistribuir com atribuição; o nome de quem assina é, ao mesmo tempo, dado pessoal, e por isso esta seção existe. Um pedido de correção sobre autoria é atendido pelos dois caminhos: como exercício de direito do titular e como respeito à integridade da obra.

O que não é tratado

O que a plataforma decidiu não mostrar está declarado aqui, e não só omitido.

Não há dado sensível na acepção do artigo 5º da Lei Geral de Proteção de Dados. Nada sobre:

  • origem racial ou étnica;
  • convicção religiosa;
  • opinião política e filiação sindical;
  • saúde e vida sexual;
  • genética e biometria.

Endereços eletrônicos individuais não são publicados. Muitos autores imprimem o seu na nota final do artigo, e a extração do texto os capturou junto com o corpo. São 976 endereços, e cada um deles é apagado antes de o texto ser publicado, de modo que a busca no texto integral alcance a versão saneada e o que ela devolve não traga contato pessoal. O banco de trabalho, que guarda o texto como saiu do PDF, não é distribuído.

Não há ranking nominal de discente, nem cruzamento de pessoa com dado que ela não tenha publicado.

O relato de quem lê

Chega sem remetente, e não fica guardado aqui.

O botão de relatar, no canto da tela, envia uma mensagem ao responsável pelo projeto. Ele não pede identificação e não tem como ser respondido: nenhum nome, endereço de e-mail ou identificador é coletado, e quem quiser resposta escreve pela seção Contato.

Vai na mensagem o que você escreve, a categoria escolhida, e o contexto que a plataforma sabe: o endereço da página, a seção e o painel indicados, a língua de leitura, a versão da base, o tema em uso, o tamanho da janela e a identificação do navegador. Esse contexto é o que torna um relato de navegação reproduzível.

O relato não é guardado em banco algum da plataforma: ele é enviado e some daqui. O envio passa por um serviço de entrega de e-mail, que é operador desse tratamento. O endereço IP, que identifica na rede o aparelho de quem envia, é lido pelo servidor para limitar a frequência de envios, fica em memória por dez minutos e não é gravado nem enviado na mensagem.

Direitos do titular

Correção é bem-vinda; a remoção do registro bibliográfico depende da revista.

Quem figura na base pode pedir, na forma do artigo 18 da Lei Geral de Proteção de Dados:

  • a confirmação de que há tratamento;
  • o acesso aos dados;
  • a correção de dado incompleto ou desatualizado;
  • a informação sobre com quem os dados são compartilhados.

Pedidos de correção de grafia de nome, de vínculo institucional ou de atribuição de autoria são especialmente bem-vindos, porque melhoram a base. O caminho está em Contato, e a correção entra na versão seguinte, registrada no Histórico de versões.

Entretanto, a exclusão de um registro tem limite: a autoria de um trabalho publicado na revista é fato do registro público, e a plataforma não pode desfazê-lo. É possível corrigir, desvincular grafias reunidas por engano e retirar o identificador ORCID.