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Referências

Um programa leu o PDF de cada trabalho e retirou dele a lista de referências, que ele localizou pelo título da seção, como Referências ou References. Essas listas não estão nas bases de dados consultadas. No Crossref, a base que registra os DOI, a revista não depositou nenhuma lista de referências. São 7.782 entradas, isto é, itens das listas de referências, com média de 18,6 por trabalho. O mesmo programa dividiu cada lista em entradas, e outro identificou o autor e o ano de cada uma. Os dois seguiram regras práticas, que acertam na maior parte dos casos, mas não em todos. A margem de erro está no fim desta seção.

São 7.782 entradas retiradas das listas de referências de 418 dos 437 trabalhos. Nelas aparecem 933 nomes citados pelo menos duas vezes. Entre elas, 131 entradas citam trabalhos publicados na própria revista.

Procurar um autor citado

Os 40 nomes do painel acima são os mais citados entre 933 nomes citados pelo menos duas vezes. Esta busca encontra qualquer um deles.

Autores mais citados

O nome que abre cada entrada, na forma sobrenome e iniciais. A cor indica de onde vem o nome: autores que publicam na própria revista, autores do cânone do design, isto é, os autores de referência da área que não publicam na revista e autores de áreas vizinhas. Clique num nome para ver quem o cita, em que anos e em quais trabalhos.

  • publica na InfoDesign
  • cânone do design
  • áreas vizinhas
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Tabela de dados de Autores mais citados
ProcedênciaEntradasProcedência
Twyman, M.43cânone do design
Nielsen, J.41cânone do design
Pettersson, R.36cânone do design
Frascara, J.36cânone do design
Lupton, E.33cânone do design
Bonsiepe, G.32cânone do design
Spinillo, C. G.26publica na InfoDesign
Cairo, A.26cânone do design
Moraes, A.25publica na InfoDesign
Mayer, R. E.25áreas vizinhas
Tufte, E. R.24cânone do design
Padovani, S.24publica na InfoDesign
Norman, D. A.24cânone do design
Preece, J.21cânone do design
Cybis, W.21cânone do design
Norman, D.19cânone do design
Farias, P.19publica na InfoDesign
Wogalter, M. S.18cânone do design
Cardoso, R.18cânone do design
Tufte, E.17cânone do design
Farias, P. L.17publica na InfoDesign
Engelhardt, Y.17publica na InfoDesign
Bertin, J.17cânone do design
Santaella, L.16áreas vizinhas
Foucault, M.16áreas vizinhas
Walker, S.15publica na InfoDesign
Tversky, B.14áreas vizinhas
Sless, D.14cânone do design
Mijksenaar, P.14cânone do design
Horn, R. E.14cânone do design
Gil, A. C.14publica na InfoDesign
Flusser, V.14áreas vizinhas
Coutinho, S. G.14publica na InfoDesign
Shedroff, N.13cânone do design
Manovich, L.13áreas vizinhas
Lynch, K.13áreas vizinhas
Lévy, P.13áreas vizinhas
Horn, R.13cânone do design
Fontoura, A. M.13publica na InfoDesign
Munari, B.12cânone do design
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Os quarenta nomes mais citados reúnem uma parte pequena das 7.782 entradas. A maior parte das citações se espalha por muitos nomes citados poucas vezes. O último nome desta lista aparece em pouco mais de dez trabalhos. Se o campo dependesse de poucos autores de referência, a curva seria a oposta.

As cores separam os nomes nas três origens descritas acima. Comparar as três mostra quanto o campo cita a própria revista, o cânone do design e as áreas vizinhas.

Anos das obras citadas

A década da obra citada em cada entrada, quando foi possível identificar o ano. Mostra de que época são as obras em que o campo se apoia.

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Tabela de dados de Anos das obras citadas
AnoEntradas
1900s13
1910s15
1920s18
1930s51
1940s29
1950s44
1960s80
1970s198
1980s346
1990s960
2000s2.487
2010s2.772
2020s577
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As obras citadas se concentram nos anos 2000 e 2010. Essas duas décadas reúnem dois terços das entradas com ano identificado. As obras anteriores a 1980 são poucas, e as de 2020 em diante ainda estão começando a ser citadas.

Este painel não tem clique, por causa do tipo de dado. A década é da obra citada, e o catálogo lista trabalhos da revista, e não referências. Para chegar aos trabalhos por este caminho, use o nome do autor citado, que é a única informação da referência que o catálogo usa como filtro.

A distância até a obra citada

Quantos anos separam o trabalho da obra que ele cita, em faixas de cinco anos. A barra mais alta mostra a idade mais comum das obras citadas. As faixas mais distantes mostram quanto o campo volta aos clássicos.

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Tabela de dados de A distância até a obra citada
AnoEntradas
0–41.919
5–92.051
10–141.371
15–19848
20–24462
25–29239
30–34184
35–39136
40–4477
45–4968
50–5448
55–5930
ler a análise

Metade das entradas cita obras publicadas até dez anos antes do trabalho, e a curva cai depressa depois disso. Isso indica um campo que cita principalmente obras recentes e volta pouco aos clássicos.

Como o painel das décadas, este painel conta referências, e não trabalhos. Por isso, ele não leva ao catálogo. A distância é a diferença entre dois anos, e o catálogo de trabalhos não aceita nenhum dos dois como filtro.

Quanto o campo cita a si mesmo

Para cada ano, a proporção das entradas que citam a própria InfoDesign, o CIDI, o cânone do design e as áreas vizinhas. As duas últimas proporções são calculadas só sobre as entradas com autor identificado, porque só nelas é possível saber a origem do autor.

  • InfoDesign
  • CIDI
  • Cânone do design
  • Áreas vizinhas
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Tabela de dados de Quanto o campo cita a si mesmo
AnoInfoDesignCIDICânone do designÁreas vizinhas
2004005,17,7
2005009,14,5
20060,909,34,6
200700,69,26,3
20080,80,812,83,5
20090,6018,53,1
2010009,20,8
20110,30,614,14,1
201200,4252,8
201310,313,83
20140,9014,43,2
20152,80,816,33,6
20161,50,9132,7
20173,5115,92,3
20181,30,37,23,1
20190,70,99,74
20203,21,313,53,6
20212,20,88,92,1
20221,20,27,54,1
20232,718,23,3
20242,51,37,93,3
20251,51,29,92,7
20260011,56,2
ler a análise

As citações à própria revista ficam sempre numa proporção pequena, e as citações ao CIDI, o congresso da mesma sociedade, são ainda menos. Se o campo se apoiasse na própria produção, essas duas linhas estariam subindo, e elas não sobem.

As linhas do cânone do design e das áreas vizinhas ficam muito acima das duas. Isso indica que o campo se apoia principalmente em obras publicadas fora dele, e não na produção que ele mesmo publica. Isso pode indicar que o campo ainda está formando a sua própria bibliografia.

Referências por trabalho

O tamanho das listas de referências. O eixo horizontal mostra o número de referências de um trabalho, em faixas de dez, e cada barra mostra quantos trabalhos estão nessa faixa.

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Tabela de dados de Referências por trabalho
AnoTrabalhos
1–10103
11–20160
21–30104
31+51
ler a análise

A faixa com mais trabalhos é a de onze a vinte entradas, que é o tamanho comum da lista de um artigo de revista. Entre as listas mais curtas estão resenhas, trabalhos de iniciação científica e alguns artigos. As listas mais longas são todas de artigos.

Clique numa faixa para ver logo abaixo os trabalhos dessa faixa. O catálogo usa as mesmas faixas e a mesma contagem do gráfico.

As entradas mais repetidas

As obras citadas mais vezes, agrupadas pelo começo da entrada, onde ficam o autor e o ano. Uma obra citada em números diferentes da revista aparece uma única vez.

  1. 1

    Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen

    8 vezes
  2. 2

    Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC

    6 vezes
  3. 3

    GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press

    6 vezes
  4. 4

    Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic

    6 vezes
  5. 5

    BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison

    5 vezes
  6. 6

    Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC

    5 vezes
  7. 7

    PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge,

    5 vezes
  8. 8

    BONSIEPE, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher

    4 vezes
  9. 9

    CALORI, C. 2007. Signage and Wayfinding Design: A Complete Guide to Creating Environmental Graphic Design Systems. Hoboken: Wiley, 2007

    4 vezes
  10. 10

    Frascara, J. (2004). Communication design – principles, methods and practice. New York: Allworth Press

    4 vezes
  11. 11

    Horn, R. E. (1998). Visual language: global communication for the 21st century. Bainbridge Island: MacroVU

    4 vezes
  12. 12

    MACEDO, C. M. S. (2010). Diretrizes para criação de objetos de aprendizagem acessíveis, 2010. Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em: <http://btd

    4 vezes
  13. 13

    Mayer, R. E. (2009). Multimedia learning. New York: Cambridge University Press

    4 vezes
  14. 14

    Meirelles, I. (2013). Design for Information: an introduction to the histories, theories, and best practices behind effective information visualizations. Beverl

    4 vezes
  15. 15

    NIELSEN, J. (1993). Usability Engineering. Ed. Elsevier

    4 vezes
  16. 16

    Pettersson, R. (2010). Information Design: Principles and Guidelines. Journal of

    4 vezes
  17. 17

    Spinillo, C. (2000). An analytical approach to procedural pictorial sequences. PhD Thesis. Department of Typography & Graphic Communication, The University of R

    4 vezes
  18. 18

    Twyman, M. 1979. A schema for the study of graphic language. In: Kolers, P. A.; Wrolstad, M. E. &

    4 vezes
  19. 19

    ASHWIN, C. (1979). The ingredients of style in contemporary illustration: a case study. In: Information Design Journal, v. 1, p. 51-67

    3 vezes
  20. 20

    BONSIEPE, Gui. 2011. Design, Cultura e Sociedade. São Paulo: Blucher

    3 vezes
  21. 21

    BRUSILOVSKY, P.; KARAGIANNIDIS, C.; SAMPSON, D. (2004). Layered evaluation of adaptive learning systems. International Journal of Continuing Engineering Educati

    3 vezes
  22. 22

    Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70

    3 vezes
  23. 23

    Black, A., Luna, P., Lund, O., & Walker, S. (Eds.) (2016). Information Design: research and practice. London: Routledge. College ter Beoordeling van Geneesmidde

    3 vezes
  24. 24

    CAIRO, A. (2008). Infografia 2.0: visualizacion interactiva de informacion en pren- sa. Espanha: Alamut

    3 vezes
  25. 25

    CAIRO, A. 2008. Infografia 2.0: visualización interactiva de información en prensa. Madrid: Alamut

    3 vezes
  26. 26

    CROSS, N. (2006). Designerly ways of knowing. London: Springer

    3 vezes
  27. 27

    Cezarotto, M., Martinez, P., & Chamberlin, B. (2022a). Developing inclusive games: Design frameworks for accessibility and diversity. In B. Sobota (Ed.), Game t DOI

    3 vezes
  28. 28

    Drucker, J. (2014). Graphesis: visual forms of knowledge production. Harvard University Press

    3 vezes
  29. 29

    D’ignazio, C., & Klein, L. (2020). Data Feminism. Cambridge, MA: The MIT Press

    3 vezes
  30. 30

    FARIAS, Priscila L. ; GOUVEIA, Anna P. S. ; PEREIRA, André L. T. ; GALLO, Haroldo & GATTO, Patricia S. 2008. Técnicas de mapeamento aplicadas ao estudo da epigr

    3 vezes
  31. 31

    Flusser, V. (2007). O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify

    3 vezes
  32. 32

    Frascara, J. (2011). ¿Qué es el diseño de información? Buenos Aires: Ed. Infinito

    3 vezes
  33. 33

    Frosh, P. (2019). The poetics of digital media. Medford: Polity

    3 vezes
  34. 34

    Gambarato, R. R., Alzamora, G. C., & Tárcia, L. P. T. (2016). Russian news coverage of the 2014 Sochi Winter Olympic Games: A transmedia analysis. International

    3 vezes
  35. 35

    HORN, R. 1999. Information design: emergence of a new profession. In: JACOBSON, Robert (org.). Information Design, pp.16-17. Cambridge: MIT Press

    3 vezes
  36. 36

    HORN, R. E. 1999. Information Design: Emergence of a New Profession. Em R. Jacobson (Ed.). Information Design. Cambridge, Massachusetts. London, England. Massac

    3 vezes
  37. 37

    Hamid, N. N. A., Adnan, W. A. W., & Razak, F. H. A. (2019). Wayfinding learning techniques and its challenges: A case study at Malaysian association for the bli DOI

    3 vezes
  38. 38

    Hammerschmidt, C., & Spinillo, C. G. (2014). Reading digital medicine leaflets in mobile devices: An interactive study conducted in Brazil. Design, User Experie DOI

    3 vezes
  39. 39

    Horn, R. (1998). Visual Language: Global communication for the 21st century

    3 vezes
  40. 40

    Ibe, C. [@ebereillustrate]. (2023, April 3). Some babies are born black [Image]. Instagram. https://www.instagram.com/p/CqkUwpKA97o/

    3 vezes
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Tabela de dados de As entradas mais repetidas
Entradavezes
Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen8
Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC6
GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press6
Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic6
BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison5
Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC5
PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge,5
BONSIEPE, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher4
CALORI, C. 2007. Signage and Wayfinding Design: A Complete Guide to Creating Environmental Graphic Design Systems. Hoboken: Wiley, 20074
Frascara, J. (2004). Communication design – principles, methods and practice. New York: Allworth Press4
Horn, R. E. (1998). Visual language: global communication for the 21st century. Bainbridge Island: MacroVU4
MACEDO, C. M. S. (2010). Diretrizes para criação de objetos de aprendizagem acessíveis, 2010. Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em: <http://btd4
Mayer, R. E. (2009). Multimedia learning. New York: Cambridge University Press4
Meirelles, I. (2013). Design for Information: an introduction to the histories, theories, and best practices behind effective information visualizations. Beverl4
NIELSEN, J. (1993). Usability Engineering. Ed. Elsevier4
Pettersson, R. (2010). Information Design: Principles and Guidelines. Journal of4
Spinillo, C. (2000). An analytical approach to procedural pictorial sequences. PhD Thesis. Department of Typography & Graphic Communication, The University of R4
Twyman, M. 1979. A schema for the study of graphic language. In: Kolers, P. A.; Wrolstad, M. E. &4
ASHWIN, C. (1979). The ingredients of style in contemporary illustration: a case study. In: Information Design Journal, v. 1, p. 51-673
BONSIEPE, Gui. 2011. Design, Cultura e Sociedade. São Paulo: Blucher3
BRUSILOVSKY, P.; KARAGIANNIDIS, C.; SAMPSON, D. (2004). Layered evaluation of adaptive learning systems. International Journal of Continuing Engineering Educati3
Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 703
Black, A., Luna, P., Lund, O., & Walker, S. (Eds.) (2016). Information Design: research and practice. London: Routledge. College ter Beoordeling van Geneesmidde3
CAIRO, A. (2008). Infografia 2.0: visualizacion interactiva de informacion en pren- sa. Espanha: Alamut3
CAIRO, A. 2008. Infografia 2.0: visualización interactiva de información en prensa. Madrid: Alamut3
CROSS, N. (2006). Designerly ways of knowing. London: Springer3
Cezarotto, M., Martinez, P., & Chamberlin, B. (2022a). Developing inclusive games: Design frameworks for accessibility and diversity. In B. Sobota (Ed.), Game t3
Drucker, J. (2014). Graphesis: visual forms of knowledge production. Harvard University Press3
D’ignazio, C., & Klein, L. (2020). Data Feminism. Cambridge, MA: The MIT Press3
FARIAS, Priscila L. ; GOUVEIA, Anna P. S. ; PEREIRA, André L. T. ; GALLO, Haroldo & GATTO, Patricia S. 2008. Técnicas de mapeamento aplicadas ao estudo da epigr3
Flusser, V. (2007). O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify3
Frascara, J. (2011). ¿Qué es el diseño de información? Buenos Aires: Ed. Infinito3
Frosh, P. (2019). The poetics of digital media. Medford: Polity3
Gambarato, R. R., Alzamora, G. C., & Tárcia, L. P. T. (2016). Russian news coverage of the 2014 Sochi Winter Olympic Games: A transmedia analysis. International3
HORN, R. 1999. Information design: emergence of a new profession. In: JACOBSON, Robert (org.). Information Design, pp.16-17. Cambridge: MIT Press3
HORN, R. E. 1999. Information Design: Emergence of a New Profession. Em R. Jacobson (Ed.). Information Design. Cambridge, Massachusetts. London, England. Massac3
Hamid, N. N. A., Adnan, W. A. W., & Razak, F. H. A. (2019). Wayfinding learning techniques and its challenges: A case study at Malaysian association for the bli3
Hammerschmidt, C., & Spinillo, C. G. (2014). Reading digital medicine leaflets in mobile devices: An interactive study conducted in Brazil. Design, User Experie3
Horn, R. (1998). Visual Language: Global communication for the 21st century3
Ibe, C. [@ebereillustrate]. (2023, April 3). Some babies are born black [Image]. Instagram. https://www.instagram.com/p/CqkUwpKA97o/3
ler a análise

As entradas mais repetidas são trabalhos da própria revista, quase todos da primeira década. Isso indica que a revista tem obras próprias citadas com frequência, e que essas obras são antigas. Nenhuma delas passa de algumas dezenas de citações em vinte e dois anos.

A lista mostra a entrada como ela foi escrita, e não a obra. Por isso, duas formas diferentes de escrever a mesma referência são contadas separadamente. A divisão das listas em entradas foi feita por regras aproximadas, e essa é a margem de erro conhecida deste painel.

As obras citadas com DOI

As obras mais citadas entre as referências em que os autores escreveram o DOI, o código que identifica uma publicação na internet. O número indica em quantos trabalhos da revista cada obra aparece.

ver os dados
Tabela de dados de As obras citadas com DOI
ObraTrabalhosPeriódico
Co-creation and the new landscapes of design (2008)3CoDesign
Comprehensibility of illustration — an analytical model (1979)2Information Design Journal
Designerly ways of knowing (1982)2Design Studies
Situated Knowledges: The Science Question in Feminism and the Privilege of Partial Perspective (1988)2Feminist Studies
Casual Information Visualization: Depictions of Data in Everyday Life (2007)2IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics
Information Design–Principles and Guidelines (2010)2Journal of Visual Literacy
Narrative Visualization: Telling Stories with Data (2010)2IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics
Visualization Rhetoric: Framing Effects in Narrative Visualization (2011)2IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics
The social model of disability: thirty years on (2013)2Disability &amp; Society
Ninja Kitchen to the rescue (2013)2British Food Journal
An Overview of Accessibility and Usability of Educational Games (2013)2Advances in Game-Based Learning
Design Activity Framework for Visualization Design (2014)2IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics
Opportunities and Challenges for Data Physicalization (2015)2Proceedings of the 33rd Annual ACM Conference on Human Factors in Computing Systems
The Pitfalls of Visual Representations (2015)2Sage Open
Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content (2016)2InfoDesign - Revista Brasileira de Design da Informação
Orientation and mobility aids for individuals with blindness: Verbal description vs. audio-tactile map (2017)2Assistive Technology
20221219 (2017)2Dialectic
Enabled Players: The Value of Accessible Digital Games (2019)2Games and Culture
Consumers’ opinions on warning labels on food packages: A qualitative study in Brazil (2019)2PLOS ONE
Innovating health care: key characteristics of human-centered design (2020)2International Journal for Quality in Health Care
ler a análise

Os painéis acima tratam cada referência como um texto, e por isso contam nomes de autor. Parte das entradas, porém, traz o DOI escrito pelos próprios autores. O DOI não depende das regras aproximadas: ele leva a um registro com o título, o periódico, o ano e o tipo da obra.

São 735 referências com DOI, que correspondem a 642 obras diferentes. Isso é 9% do total, o suficiente para mostrar quais obras o campo cita, e não só quais nomes.

A bibliografia é dispersa: nenhuma obra aparece em mais de três trabalhos. Não há uma obra que todo o campo cite. Os trabalhos citam os mesmos periódicos, mas não os mesmos artigos.

Os periódicos mais citados

Entre as referências com DOI, quantas citam cada periódico ou coleção.

  • IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics26
  • InfoDesign - Revista Brasileira de Design da Informação22
  • Lecture Notes in Computer Science11
  • Information Design Journal11
  • Design Studies9
  • International Journal of Industrial Ergonomics7
  • Design Proceedings7
  • CoDesign7
  • Proceedings of the SIGCHI Conference on Human Factors in Computing Systems6
  • Design Issues6
  • Journal of Medical Internet Research5
  • JMIR mHealth and uHealth5
  • Environment and Planning B: Planning and Design5
  • Transportation Research Part F: Traffic Psychology and Behaviour4
  • She Ji: The Journal of Design, Economics, and Innovation4
  • Science4
  • International Journal of Environmental Research and Public Health4
  • Computers &amp; Education4
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Tabela de dados de Os periódicos mais citados
PeriódicoReferências
IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics26
InfoDesign - Revista Brasileira de Design da Informação22
Lecture Notes in Computer Science11
Information Design Journal11
Design Studies9
International Journal of Industrial Ergonomics7
Design Proceedings7
CoDesign7
Proceedings of the SIGCHI Conference on Human Factors in Computing Systems6
Design Issues6
Journal of Medical Internet Research5
JMIR mHealth and uHealth5
Environment and Planning B: Planning and Design5
Transportation Research Part F: Traffic Psychology and Behaviour4
She Ji: The Journal of Design, Economics, and Innovation4
Science4
International Journal of Environmental Research and Public Health4
Computers &amp; Education4
ler a análise

A própria InfoDesign é o segundo título mais citado, atrás de um periódico de visualização e computação gráfica. Em terceiro lugar vêm anais de congressos, e em quarto, o Information Design Journal.

Esta contagem tem um viés conhecido. Ela inclui só as referências com DOI, e o DOI é mais comum em periódicos internacionais do que em livros, dissertações e anais brasileiros. Por isso, este painel mostra a parte da bibliografia do campo que está registrada nas bases internacionais, e não a bibliografia inteira.

Como as listas foram processadas

A divisão das listas em entradas foi feita por regras aproximadas. O programa procura o título da seção de referências, que costuma vir numerado, e separa as entradas pelo padrão de sobrenome seguido de vírgula. O autor foi identificado corretamente em 93% das entradas, e o ano em 98%. Os erros estão nas entradas que começam pelo nome de uma instituição, por um título ou por uma norma técnica. O nome contado é o que abre a entrada. Por isso, um autor que aparece em segundo lugar numa referência não é contado. A forma sobrenome e iniciais identifica a pessoa só de modo aproximado: duas pessoas com o mesmo sobrenome e a mesma inicial são contadas juntas. O texto original de cada lista fica guardado na base, para conferência.