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Referências

As listas de referências foram lidas do PDF de cada trabalho, uma a uma, e é a camada que nenhuma base de metadados oferece: o Crossref não tem uma única lista depositada pela revista. São 7.784 entradas, com média de 18,6 por trabalho. A separação em entradas e a leitura da autoria são heurísticas, e a margem de erro está declarada no fim da seção.

7.784Entradasde 418 listas
418Trabalhos com listade 437
934Nomes citadoschamados ao menos duas vezes
131Citam a própria revistaentradas de autorreferência

Procurar um autor citado

Os 40 do painel acima são o topo de 934 nomes chamados ao menos duas vezes. Este campo alcança todos eles.

Autores mais citados

O nome que abre cada entrada, na forma sobrenome mais iniciais. Clique num nome para ver quem o cita, em que anos e em que trabalhos.

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Tabela de dados de Autores mais citados
Autores mais citadosEntradas
Twyman, M.43
Nielsen, J.41
Pettersson, R.36
Frascara, J.36
Lupton, E.33
Bonsiepe, G.32
Spinillo, C. G.26
Cairo, A.26
Moraes, A.25
Mayer, R. E.25
Tufte, E. R.24
Padovani, S.24
Norman, D. A.24
Preece, J.21
Cybis, W.21
Norman, D.19
Farias, P.19
Wogalter, M. S.18
Cardoso, R.18
Tufte, E.17
Farias, P. L.17
Engelhardt, Y.17
Bertin, J.17
Santaella, L.16
Foucault, M.16
Walker, S.15
Tversky, B.14
Sless, D.14
Mijksenaar, P.14
Horn, R. E.14
Gil, A. C.14
Flusser, V.14
Coutinho, S. G.14
Shedroff, N.13
Manovich, L.13
Lynch, K.13
Lévy, P.13
Horn, R.13
Fontoura, A. M.13
Munari, B.12

Anos das obras citadas

A década da obra que cada entrada aponta, quando o ano pôde ser lido. Diz de que altura da bibliografia o campo se alimenta.

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Tabela de dados de Anos das obras citadas
AnoEntradas
1900s13
1910s15
1920s18
1930s51
1940s29
1950s44
1960s80
1970s198
1980s346
1990s961
2000s2.487
2010s2.773
2020s577

A distância até a obra citada

Quantos anos separam o trabalho da obra que ele cita, em faixas de cinco. O pico diz qual é a bibliografia corrente do campo, e a cauda diz o quanto ele volta aos clássicos.

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Tabela de dados de A distância até a obra citada
AnoEntradas
0–41.920
5–92.051
10–141.371
15–19849
20–24462
25–29239
30–34184
35–39136
40–4477
45–4968
50–5448
55–5930

O campo citando a si mesmo

Entradas que apontam para a própria InfoDesign e para o CIDI, por ano, em proporção do total de entradas daquele ano. É a medida de quanto o campo se ancora na própria produção.

  • InfoDesign
  • CIDI
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Tabela de dados de O campo citando a si mesmo
AnoInfoDesignCIDI
200400
200500
20060,90
200700,6
20080,80,8
20090,60
201000
20110,30,6
201200,4
201310,3
20140,90
20152,80,8
20161,50,9
20173,51
20181,30,3
20190,70,9
20203,21,3
20212,20,8
20221,20,2
20232,71
20242,51,3
20251,51,2
202600

Referências por trabalho

Distribuição do tamanho das listas. O eixo horizontal é o número de referências do trabalho, e a barra é quantos trabalhos têm esse número.

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Tabela de dados de Referências por trabalho
AnoTrabalhos
34
46
58
1022
1518
2011
2513
303
358
451
501

O cânone citado

As obras que voltam, agrupadas pelo início da entrada, que é onde estão autoria e ano. Uma mesma obra citada em edições diferentes aparece uma vez só.

  1. 1

    Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P. A. Kolers, M. E

    8 vezes
  2. 2

    Engelhardt, Y. (2002). The language of graphics: A framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Universiteit van Amsterdam

    6 vezes
  3. 3

    GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook: Information Design for Public Places. Princeton: Architectural Press

    6 vezes
  4. 4

    Twyman, M. (1985). Using pictorial language: A discussion of the dimensions of the problem. In T. Duffy & R. Waller (Eds.), Designing usable texts (pp. 245– 311

    6 vezes
  5. 5

    Bertin, J. (1983). Semiology of graphics. University of Wisconsin Press. Knime. (2024). Open for Innovation | KNIME. https://www.knime.com/

    5 vezes
  6. 6

    Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics. Amsterdam: Sewn

    5 vezes
  7. 7

    Pettersson, R. (2012). It depends: ID – Principles and guidelines (4th ed.)

    5 vezes
  8. 8

    Bonsiepe, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher

    4 vezes
  9. 9

    CALORI, C. 2007. Signage and wayfinding design: A Complete Guide to Creating Environmental Graphic Design Systems. Hoboken: Wiley

    4 vezes
  10. 10

    Frascara, J. (2004). Communication design: Principles, methods, and practice. Allworth Press. González Díez,L., & Pérez Cuadrado, P. (2001). Principios básicos

    4 vezes
  11. 11

    Horn, R. E. (1998). Visual language: global communication for the 21st century. Washington: Macro VU, Inc

    4 vezes
  12. 12

    MACEDO, C. M. S. (2010). Diretrizes para criação de objetos de aprendizagem acessíveis. Tese. Florianópolis, SC. MOODLE. (2011). Estatísticas Moodle. Disponível

    4 vezes
  13. 13

    Mayer, R. E. (2009). Multimedia learning (2nd ed.). New York: Cambridge University Press

    4 vezes
  14. 14

    Meirelles, I. (2013). Design for information: An introduction to the histories, theories, and best practices behind effective information visualizations. Rockpo

    4 vezes
  15. 15

    Nielsen, J. (1993). Usability engineering. Mountain View: Morgan Kaufmann. 16

    4 vezes
  16. 16

    Pettersson, R. (2010). Information Design: Principles and guidelines. Journal of Visual

    4 vezes
  17. 17

    Spinillo, C. (2000). An analytical approach to procedural pictorial sequences. Tese (Doutorado). Reading, Grã-Bretanha: The University of Reading. Spinillo C.,

    4 vezes
  18. 18

    TWYMAN, M. 1979. A Schema for the Study of Graphic Language. In: KOLERS, P.A.; WROSTAD, M.E.; BOUMA, H. (eds.). The Processing of Visible Language. Vol. 1. Plen

    4 vezes
  19. 19

    Ashwin, C. (1979). The ingredients of style in contemporary illustration: A case study. Information Design Journal, 1(1), 51–67

    3 vezes
  20. 20

    BONSIEPE, Gui. 2011. Design, Cultura e Sociedade. São Paulo: Blucher

    3 vezes
  21. 21

    BRUSILOVSKY, P.; KARAGIANNIDIS, C.; SAMPSON, D. (2004). Layered evaluation of adaptive learning systems. Int. J. Cont. Engineering Education and Lifelong Learni

    3 vezes
  22. 22

    Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70

    3 vezes
  23. 23

    Black, A., Luna, P., Lund, O., & Walker, S. (Eds.). (2020). Information design: Research and practice. Routledge

    3 vezes
  24. 24

    CAIRO, A. 2008. Infografia 2.0: visualización interactiva de información em prensa. Madrid: Fareso S.A

    3 vezes
  25. 25

    Cairo, A. (2008). Infografia 2.0: Visualización interactiva em prensa. Madrid: Alamut

    3 vezes
  26. 26

    Cezarotto, M., Martinez, P., & Chamberlin, B. (2022). Redesigning for accessibility: Design decisions and compromises in educational game design. International

    3 vezes
  27. 27

    Cross, N. (2006). Designerly ways of knowing. Springer-Verlag

    3 vezes
  28. 28

    Drucker, J. (2014). Graphesis: Visual forms of knowledge production. Harvard University Press

    3 vezes
  29. 29

    D’Ignazio, C., & Klein, L. (2020). Data feminism. The MIT Press

    3 vezes
  30. 30

    FARIAS, Priscila L. ; GOUVEIA, Anna P. S. & DIXON, Catherine R. 2012a. Architectonic epigraphs: details that tell a bigger story. In: Camargo, P. de O

    3 vezes
  31. 31

    Flusser, V. (2007). O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify

    3 vezes
  32. 32

    Frascara, J. (2011). ¿Qué es el diseño de información? Buenos Aires: Ediciones Infinito

    3 vezes
  33. 33

    Frosh, P. (2019). The poetics of digital media. Polity

    3 vezes
  34. 34

    Gambarato, R. R., Alzamora, G. C., & Tárcia, L. P. T. (2020). Theory, development, and strategy in transmedia storytelling. London & New York: Routledge

    3 vezes
  35. 35

    HORN, R. 1999. Information design: emergence of a new profession. In: Jacobson, R. (Ed.) Information Design. Cambridge, Mass: MIT Press, 15-33. IIID - Internati

    3 vezes
  36. 36

    HORN, R. E. 1999. Information Design: Emergence of a New Profession. In:

    3 vezes
  37. 37

    Hamid, N. N. A., Adnan, W. A. W., & Razak, F. H. A. (2016). Understanding the current learning techniques of wayfinding: A case study at Malaysian Association f

    3 vezes
  38. 38

    Hammerschmidt, C., & Spinillo, C. G. (2014). Reading digital medicine leaflets in mobile devices: An interactive study conducted in Brazil. Design, User Experie

    3 vezes
  39. 39

    Horn, R. (1998). Visual language: Global communication for the 21st century

    3 vezes
  40. 40

    Ibe, C. [@ebereillustrate]. (2023, April 10). Series 02. Some babies are born black [Image]. Instagram. https://www.instagram.com/p/Cq3B9d_Nl2l/

    3 vezes

Sobre a leitura das listas

A separação em entradas é heurística: procura o título da seção, que costuma vir numerado, e quebra pelo padrão sobrenome seguido de vírgula. A leitura da autoria acerta em 93% das entradas e a do ano em 98%; o que sobra são entradas que abrem por instituição, por título ou por norma técnica. O nome lido é o que abre a entrada, e por isso um autor citado em segunda posição não entra na contagem. A forma sobrenome mais iniciais aproxima a pessoa, e não é identidade: dois homônimos de mesma inicial seguem juntos. O bloco bruto de cada lista fica guardado na base, para conferência.