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Referências

As listas de referências foram lidas do PDF de cada trabalho, uma a uma, de modo a suprir o que as bases de metadados não trazem. Elas não constam das bases de metadados consultadas, e no Crossref não há uma única lista depositada pela revista. São 7.782 entradas, com média de 18,6 por trabalho. A separação em entradas e a leitura da autoria são heurísticas, e a margem de erro está declarada no fim da seção.

São 7.782 entradas extraídas das listas de 418 dos 437 trabalhos. Delas saem 933 nomes citados ao menos duas vezes, e 131 entradas remetem à própria revista.

Procurar um autor citado

Os 40 do painel acima são o topo de 933 nomes chamados ao menos duas vezes. Este campo alcança todos eles.

Autores mais citados

O nome que abre cada entrada, na forma sobrenome mais iniciais. A cor diz de onde vem o nome: quem publica na própria revista, quem é do cânone do design sem passar por ela, quem vem das áreas vizinhas. Clique num nome para ver quem o cita, em que anos e em que trabalhos.

  • publica na InfoDesign
  • cânone do design
  • áreas vizinhas
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Tabela de dados de Autores mais citados
ProcedênciaEntradasProcedência
Twyman, M.43cânone do design
Nielsen, J.41cânone do design
Pettersson, R.36cânone do design
Frascara, J.36cânone do design
Lupton, E.33cânone do design
Bonsiepe, G.32cânone do design
Spinillo, C. G.26publica na InfoDesign
Cairo, A.26cânone do design
Moraes, A.25publica na InfoDesign
Mayer, R. E.25áreas vizinhas
Tufte, E. R.24cânone do design
Padovani, S.24publica na InfoDesign
Norman, D. A.24cânone do design
Preece, J.21cânone do design
Cybis, W.21cânone do design
Norman, D.19cânone do design
Farias, P.19publica na InfoDesign
Wogalter, M. S.18cânone do design
Cardoso, R.18cânone do design
Tufte, E.17cânone do design
Farias, P. L.17publica na InfoDesign
Engelhardt, Y.17publica na InfoDesign
Bertin, J.17cânone do design
Santaella, L.16áreas vizinhas
Foucault, M.16áreas vizinhas
Walker, S.15publica na InfoDesign
Tversky, B.14áreas vizinhas
Sless, D.14cânone do design
Mijksenaar, P.14cânone do design
Horn, R. E.14cânone do design
Gil, A. C.14publica na InfoDesign
Flusser, V.14áreas vizinhas
Coutinho, S. G.14publica na InfoDesign
Shedroff, N.13cânone do design
Manovich, L.13áreas vizinhas
Lynch, K.13áreas vizinhas
Lévy, P.13áreas vizinhas
Horn, R.13cânone do design
Fontoura, A. M.13publica na InfoDesign
Munari, B.12cânone do design
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Os quarenta nomes mais chamados reúnem uma parte pequena das 7.782 entradas: a cauda é longa e fina, e o nome na última posição desta lista aparece em pouco mais de dez trabalhos. Por outro lado, um campo que se ancorasse num cânone estreito teria a curva ao contrário.

Pela cor são separadas três procedências, e a leitura está nelas: quem publica na própria revista, quem é do cânone do design sem passar por ela, e quem vem das áreas vizinhas. Clique num nome para ver quem o cita, em que anos e em que trabalhos.

Anos das obras citadas

A década da obra que cada entrada aponta, quando o ano pôde ser lido. Diz de que altura da bibliografia o campo se alimenta.

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Tabela de dados de Anos das obras citadas
AnoEntradas
1900s13
1910s15
1920s18
1930s51
1940s29
1950s44
1960s80
1970s198
1980s346
1990s960
2000s2.487
2010s2.772
2020s577
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A bibliografia do campo se concentra nos anos 2000 e 2010, que juntos fazem dois terços das entradas com ano. As obras anteriores a 1980 são resíduo, e as de 2020 em diante ainda estão entrando.

Este painel fica sem clique, e a razão está no dado: a década é da obra citada, e o catálogo lista trabalhos, não referências. Para isso, o caminho é o nome do autor citado, que é o único atributo da referência que o catálogo recorta.

A distância até a obra citada

Quantos anos separam o trabalho da obra que ele cita, em faixas de cinco. O pico diz qual é a bibliografia corrente do campo, e a cauda diz o quanto ele volta aos clássicos.

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Tabela de dados de A distância até a obra citada
AnoEntradas
0–41.919
5–92.051
10–141.371
15–19848
20–24462
25–29239
30–34184
35–39136
40–4477
45–4968
50–5448
55–5930
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Metade das entradas cita obra dos dez anos anteriores, e a curva cai depressa a partir daí. Assim, descreve-se um campo que lê o recente, e não um que volta ao clássico com frequência.

Como o painel das décadas, este mede a referência e não o trabalho, e por isso não leva ao catálogo. A defasagem é a distância entre dois anos, e nenhum dos dois é um recorte que a lista de trabalhos aceite.

O campo citando a si mesmo

Onde cada ano de referências se ancora, em proporção das entradas daquele ano: na própria InfoDesign, no CIDI, no cânone do design e nas áreas vizinhas. As duas últimas contam sobre as entradas com autor identificado, que é onde a categoria existe.

  • InfoDesign
  • CIDI
  • Cânone do design
  • Áreas vizinhas
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Tabela de dados de O campo citando a si mesmo
AnoInfoDesignCIDICânone do designÁreas vizinhas
2004005,17,7
2005009,14,5
20060,909,34,6
200700,69,26,3
20080,80,812,83,5
20090,6018,53,1
2010009,20,8
20110,30,614,14,1
201200,4252,8
201310,313,83
20140,9014,43,2
20152,80,816,33,6
20161,50,9132,7
20173,5115,92,3
20181,30,37,23,1
20190,70,99,74
20203,21,313,53,6
20212,20,88,92,1
20221,20,27,54,1
20232,718,23,3
20242,51,37,93,3
20251,51,29,92,7
20260011,56,2
ler a análise

A citação à própria revista nunca passa de uma fatia estreita, e a citação ao CIDI é ainda menor. Um campo que se ancorasse em si mesmo teria essas duas curvas subindo, e elas não sobem.

Por outro lado, o cânone do design e as áreas vizinhas ficam muito acima das duas. É aí que o campo se apoia: em literatura de fora, e não na produção que ele mesmo publica. É a marca de um campo que ainda está construindo a própria bibliografia.

Referências por trabalho

Distribuição do tamanho das listas. O eixo horizontal é o número de referências do trabalho, e a barra é quantos trabalhos têm esse número.

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Tabela de dados de Referências por trabalho
AnoTrabalhos
1–10103
11–20160
21–30104
31+51
ler a análise

A faixa mais cheia é a de onze a vinte entradas, que é o tamanho de lista de um artigo de periódico. Em seguida, as listas muito curtas são de resenha e de entrevista, e as muito longas são de revisão sistemática.

Clique numa faixa para ver no catálogo os trabalhos que a compõem: a faixa é um recorte do catálogo, e a conta que a define mora no mesmo lugar que o filtro.

O cânone citado

As obras que voltam, agrupadas pelo início da entrada, que é onde estão autoria e ano. Uma mesma obra citada em edições diferentes aparece uma vez só.

  1. 1

    Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen

    8 vezes
  2. 2

    Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC

    6 vezes
  3. 3

    GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press

    6 vezes
  4. 4

    Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic

    6 vezes
  5. 5

    BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison

    5 vezes
  6. 6

    Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC

    5 vezes
  7. 7

    PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge,

    5 vezes
  8. 8

    BONSIEPE, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher

    4 vezes
  9. 9

    CALORI, C. 2007. Signage and Wayfinding Design: A Complete Guide to Creating Environmental Graphic Design Systems. Hoboken: Wiley, 2007

    4 vezes
  10. 10

    Frascara, J. (2004). Communication design – principles, methods and practice. New York: Allworth Press

    4 vezes
  11. 11

    Horn, R. E. (1998). Visual language: global communication for the 21st century. Bainbridge Island: MacroVU

    4 vezes
  12. 12

    MACEDO, C. M. S. (2010). Diretrizes para criação de objetos de aprendizagem acessíveis, 2010. Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em: <http://btd

    4 vezes
  13. 13

    Mayer, R. E. (2009). Multimedia learning. New York: Cambridge University Press

    4 vezes
  14. 14

    Meirelles, I. (2013). Design for Information: an introduction to the histories, theories, and best practices behind effective information visualizations. Beverl

    4 vezes
  15. 15

    NIELSEN, J. (1993). Usability Engineering. Ed. Elsevier

    4 vezes
  16. 16

    Pettersson, R. (2010). Information Design: Principles and Guidelines. Journal of

    4 vezes
  17. 17

    Spinillo, C. (2000). An analytical approach to procedural pictorial sequences. PhD Thesis. Department of Typography & Graphic Communication, The University of R

    4 vezes
  18. 18

    Twyman, M. 1979. A schema for the study of graphic language. In: Kolers, P. A.; Wrolstad, M. E. &

    4 vezes
  19. 19

    ASHWIN, C. (1979). The ingredients of style in contemporary illustration: a case study. In: Information Design Journal, v. 1, p. 51-67

    3 vezes
  20. 20

    BONSIEPE, Gui. 2011. Design, Cultura e Sociedade. São Paulo: Blucher

    3 vezes
  21. 21

    BRUSILOVSKY, P.; KARAGIANNIDIS, C.; SAMPSON, D. (2004). Layered evaluation of adaptive learning systems. International Journal of Continuing Engineering Educati

    3 vezes
  22. 22

    Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70

    3 vezes
  23. 23

    Black, A., Luna, P., Lund, O., & Walker, S. (Eds.) (2016). Information Design: research and practice. London: Routledge. College ter Beoordeling van Geneesmidde

    3 vezes
  24. 24

    CAIRO, A. (2008). Infografia 2.0: visualizacion interactiva de informacion en pren- sa. Espanha: Alamut

    3 vezes
  25. 25

    CAIRO, A. 2008. Infografia 2.0: visualización interactiva de información en prensa. Madrid: Alamut

    3 vezes
  26. 26

    CROSS, N. (2006). Designerly ways of knowing. London: Springer

    3 vezes
  27. 27

    Cezarotto, M., Martinez, P., & Chamberlin, B. (2022a). Developing inclusive games: Design frameworks for accessibility and diversity. In B. Sobota (Ed.), Game t DOI

    3 vezes
  28. 28

    Drucker, J. (2014). Graphesis: visual forms of knowledge production. Harvard University Press

    3 vezes
  29. 29

    D’ignazio, C., & Klein, L. (2020). Data Feminism. Cambridge, MA: The MIT Press

    3 vezes
  30. 30

    FARIAS, Priscila L. ; GOUVEIA, Anna P. S. ; PEREIRA, André L. T. ; GALLO, Haroldo & GATTO, Patricia S. 2008. Técnicas de mapeamento aplicadas ao estudo da epigr

    3 vezes
  31. 31

    Flusser, V. (2007). O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify

    3 vezes
  32. 32

    Frascara, J. (2011). ¿Qué es el diseño de información? Buenos Aires: Ed. Infinito

    3 vezes
  33. 33

    Frosh, P. (2019). The poetics of digital media. Medford: Polity

    3 vezes
  34. 34

    Gambarato, R. R., Alzamora, G. C., & Tárcia, L. P. T. (2016). Russian news coverage of the 2014 Sochi Winter Olympic Games: A transmedia analysis. International

    3 vezes
  35. 35

    HORN, R. 1999. Information design: emergence of a new profession. In: JACOBSON, Robert (org.). Information Design, pp.16-17. Cambridge: MIT Press

    3 vezes
  36. 36

    HORN, R. E. 1999. Information Design: Emergence of a New Profession. Em R. Jacobson (Ed.). Information Design. Cambridge, Massachusetts. London, England. Massac

    3 vezes
  37. 37

    Hamid, N. N. A., Adnan, W. A. W., & Razak, F. H. A. (2019). Wayfinding learning techniques and its challenges: A case study at Malaysian association for the bli DOI

    3 vezes
  38. 38

    Hammerschmidt, C., & Spinillo, C. G. (2014). Reading digital medicine leaflets in mobile devices: An interactive study conducted in Brazil. Design, User Experie DOI

    3 vezes
  39. 39

    Horn, R. (1998). Visual Language: Global communication for the 21st century

    3 vezes
  40. 40

    Ibe, C. [@ebereillustrate]. (2023, April 3). Some babies are born black [Image]. Instagram. https://www.instagram.com/p/CqkUwpKA97o/

    3 vezes
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Tabela de dados de O cânone citado
As listas de referências foram lidas do PDF de cada trabalho, uma a uma, de modo a suprir o que as bases de metadados não trazem. Elas não constam das bases de metadados consultadas, e no Crossref não há uma única lista depositada pela revista. São 7.782 entradas, com média de 18,6 por trabalho. A separação em entradas e a leitura da autoria são heurísticas, e a margem de erro está declarada no fim da seção.vezes
Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen8
Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC6
GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press6
Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic6
BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison5
Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC5
PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge,5
BONSIEPE, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher4
CALORI, C. 2007. Signage and Wayfinding Design: A Complete Guide to Creating Environmental Graphic Design Systems. Hoboken: Wiley, 20074
Frascara, J. (2004). Communication design – principles, methods and practice. New York: Allworth Press4
Horn, R. E. (1998). Visual language: global communication for the 21st century. Bainbridge Island: MacroVU4
MACEDO, C. M. S. (2010). Diretrizes para criação de objetos de aprendizagem acessíveis, 2010. Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em: <http://btd4
Mayer, R. E. (2009). Multimedia learning. New York: Cambridge University Press4
Meirelles, I. (2013). Design for Information: an introduction to the histories, theories, and best practices behind effective information visualizations. Beverl4
NIELSEN, J. (1993). Usability Engineering. Ed. Elsevier4
Pettersson, R. (2010). Information Design: Principles and Guidelines. Journal of4
Spinillo, C. (2000). An analytical approach to procedural pictorial sequences. PhD Thesis. Department of Typography & Graphic Communication, The University of R4
Twyman, M. 1979. A schema for the study of graphic language. In: Kolers, P. A.; Wrolstad, M. E. &4
ASHWIN, C. (1979). The ingredients of style in contemporary illustration: a case study. In: Information Design Journal, v. 1, p. 51-673
BONSIEPE, Gui. 2011. Design, Cultura e Sociedade. São Paulo: Blucher3
BRUSILOVSKY, P.; KARAGIANNIDIS, C.; SAMPSON, D. (2004). Layered evaluation of adaptive learning systems. International Journal of Continuing Engineering Educati3
Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 703
Black, A., Luna, P., Lund, O., & Walker, S. (Eds.) (2016). Information Design: research and practice. London: Routledge. College ter Beoordeling van Geneesmidde3
CAIRO, A. (2008). Infografia 2.0: visualizacion interactiva de informacion en pren- sa. Espanha: Alamut3
CAIRO, A. 2008. Infografia 2.0: visualización interactiva de información en prensa. Madrid: Alamut3
CROSS, N. (2006). Designerly ways of knowing. London: Springer3
Cezarotto, M., Martinez, P., & Chamberlin, B. (2022a). Developing inclusive games: Design frameworks for accessibility and diversity. In B. Sobota (Ed.), Game t3
Drucker, J. (2014). Graphesis: visual forms of knowledge production. Harvard University Press3
D’ignazio, C., & Klein, L. (2020). Data Feminism. Cambridge, MA: The MIT Press3
FARIAS, Priscila L. ; GOUVEIA, Anna P. S. ; PEREIRA, André L. T. ; GALLO, Haroldo & GATTO, Patricia S. 2008. Técnicas de mapeamento aplicadas ao estudo da epigr3
Flusser, V. (2007). O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify3
Frascara, J. (2011). ¿Qué es el diseño de información? Buenos Aires: Ed. Infinito3
Frosh, P. (2019). The poetics of digital media. Medford: Polity3
Gambarato, R. R., Alzamora, G. C., & Tárcia, L. P. T. (2016). Russian news coverage of the 2014 Sochi Winter Olympic Games: A transmedia analysis. International3
HORN, R. 1999. Information design: emergence of a new profession. In: JACOBSON, Robert (org.). Information Design, pp.16-17. Cambridge: MIT Press3
HORN, R. E. 1999. Information Design: Emergence of a New Profession. Em R. Jacobson (Ed.). Information Design. Cambridge, Massachusetts. London, England. Massac3
Hamid, N. N. A., Adnan, W. A. W., & Razak, F. H. A. (2019). Wayfinding learning techniques and its challenges: A case study at Malaysian association for the bli3
Hammerschmidt, C., & Spinillo, C. G. (2014). Reading digital medicine leaflets in mobile devices: An interactive study conducted in Brazil. Design, User Experie3
Horn, R. (1998). Visual Language: Global communication for the 21st century3
Ibe, C. [@ebereillustrate]. (2023, April 3). Some babies are born black [Image]. Instagram. https://www.instagram.com/p/CqkUwpKA97o/3
ler a análise

As entradas mais repetidas são trabalhos da própria revista, e quase todos da primeira década: o cânone interno existe, e é antigo. Nenhum deles passa de algumas dezenas de chamadas em vinte e dois anos.

Na lista foi mantida a entrada como ela foi escrita, e não a obra: duas grafias da mesma referência contam separado. A separação da lista em entradas é heurística, e essa é a margem de erro conhecida deste painel.

As obras que a referência nomeia

As mais citadas entre as referências que trazem o DOI impresso pela autoria. Em quantos trabalhos do acervo cada uma aparece.

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Tabela de dados de As obras que a referência nomeia
ObraTrabalhosPeriódico
Co-creation and the new landscapes of design (2008)3CoDesign
Comprehensibility of illustration — an analytical model (1979)2Information Design Journal
Designerly ways of knowing (1982)2Design Studies
Situated Knowledges: The Science Question in Feminism and the Privilege of Partial Perspective (1988)2Feminist Studies
Casual Information Visualization: Depictions of Data in Everyday Life (2007)2IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics
Information Design–Principles and Guidelines (2010)2Journal of Visual Literacy
Narrative Visualization: Telling Stories with Data (2010)2IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics
Visualization Rhetoric: Framing Effects in Narrative Visualization (2011)2IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics
The social model of disability: thirty years on (2013)2Disability &amp; Society
Ninja Kitchen to the rescue (2013)2British Food Journal
An Overview of Accessibility and Usability of Educational Games (2013)2Advances in Game-Based Learning
Design Activity Framework for Visualization Design (2014)2IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics
Opportunities and Challenges for Data Physicalization (2015)2Proceedings of the 33rd Annual ACM Conference on Human Factors in Computing Systems
The Pitfalls of Visual Representations (2015)2Sage Open
Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content (2016)2InfoDesign - Revista Brasileira de Design da Informação
Orientation and mobility aids for individuals with blindness: Verbal description vs. audio-tactile map (2017)2Assistive Technology
20221219 (2017)2Dialectic
Enabled Players: The Value of Accessible Digital Games (2019)2Games and Culture
Consumers’ opinions on warning labels on food packages: A qualitative study in Brazil (2019)2PLOS ONE
Innovating health care: key characteristics of human-centered design (2020)2International Journal for Quality in Health Care
ler a análise

Os painéis acima leem a referência como uma cadeia de caracteres, e é por isso que eles contam nomes de autor. Uma parte das entradas, porém, traz o DOI impresso pela própria autoria, e esse identificador não é heurística: ele resolve para um registro com título, periódico, ano e tipo.

São 735 referências com DOI, e 642 obras distintas resolvidas. É um décimo do total, e o suficiente para dizer o que o campo lê em obras, e não só em nomes.

Vê-se uma bibliografia dispersa: nenhuma obra passa de três trabalhos. O campo não tem um livro de cabeceira, e ele compartilha o periódico, e não o título.

Os periódicos em que o campo se lê

Entre as referências com DOI, quantas apontam para cada periódico ou coleção.

  • IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics26
  • InfoDesign - Revista Brasileira de Design da Informação22
  • Lecture Notes in Computer Science11
  • Information Design Journal11
  • Design Studies9
  • International Journal of Industrial Ergonomics7
  • Design Proceedings7
  • CoDesign7
  • Proceedings of the SIGCHI Conference on Human Factors in Computing Systems6
  • Design Issues6
  • Journal of Medical Internet Research5
  • JMIR mHealth and uHealth5
  • Environment and Planning B: Planning and Design5
  • Transportation Research Part F: Traffic Psychology and Behaviour4
  • She Ji: The Journal of Design, Economics, and Innovation4
  • Science4
  • International Journal of Environmental Research and Public Health4
  • Computers &amp; Education4
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Tabela de dados de Os periódicos em que o campo se lê
PeriódicoReferências
IEEE Transactions on Visualization and Computer Graphics26
InfoDesign - Revista Brasileira de Design da Informação22
Lecture Notes in Computer Science11
Information Design Journal11
Design Studies9
International Journal of Industrial Ergonomics7
Design Proceedings7
CoDesign7
Proceedings of the SIGCHI Conference on Human Factors in Computing Systems6
Design Issues6
Journal of Medical Internet Research5
JMIR mHealth and uHealth5
Environment and Planning B: Planning and Design5
Transportation Research Part F: Traffic Psychology and Behaviour4
She Ji: The Journal of Design, Economics, and Innovation4
Science4
International Journal of Environmental Research and Public Health4
Computers &amp; Education4
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A própria InfoDesign é o segundo título mais apontado, atrás de um periódico de visualização e computação gráfica. O terceiro grupo é de anais de congresso, e o quarto é o Information Design Journal.

A leitura tem um viés declarado: foram incluídas apenas as referências que trazem DOI, e o DOI é mais comum em periódico internacional que em livro, em dissertação e em anais brasileiro. Este painel mostra a parte indexada da bibliografia do campo, e não a bibliografia inteira.

Sobre a leitura das listas

A separação em entradas é heurística. Procura-se o título da seção, que costuma vir numerado, e quebra-se pelo padrão sobrenome seguido de vírgula. A leitura da autoria acerta em 93% das entradas e a do ano em 98%; o que sobra são entradas que abrem por instituição, por título ou por norma técnica. O nome lido é o que abre a entrada, e por isso um autor citado em segunda posição não é contado. Contudo, a forma sobrenome mais iniciais aproxima a pessoa, e não é identidade: dois homônimos de mesma inicial seguem juntos. O bloco bruto de cada lista fica guardado na base, para conferência.