O Observatório da Revista de Design da Informação
A InfoDesign é a revista da Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI). Ela é publicada desde 2004, em acesso aberto, e hoje tem três números por ano. Desde 2021, cada número fica aberto ao longo do ano, e os artigos são publicados assim que ficam prontos. A revista publica pesquisas teóricas, metodológicas e aplicadas sobre como a informação é organizada, estruturada e comunicada por palavras, imagens ou pelos dois juntos. Os assuntos incluem a teoria e a história do campo, o projeto e a avaliação de documentos, interfaces, visualizações, mapas e sinalização, o ensino da área e as habilidades de leitura que ela exige. A revista publica artigos, entrevistas, resenhas e pesquisas de graduação. Esta seção apresenta em conjunto os 437 trabalhos publicados nesses vinte e dois anos.
A base reúne 437 trabalhos publicados em 59 edições, de 2004 a 2026. Eles foram assinados por 702 pesquisadores de 109 instituições em 24 países. São 1.022 autorias, isto é, nomes que assinam um trabalho, e 661 citações recebidas.
Ritmo de publicação
Trabalhos publicados em cada ano. O ano é o que o site da revista informa para o volume, e não a data em que o trabalho foi registrado no Crossref, a base onde a revista registra cada trabalho para obter o DOI, o código que identifica uma publicação na internet.
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| Ano | Trabalhos |
|---|---|
| 2004 | 6 |
| 2005 | 8 |
| 2006 | 8 |
| 2007 | 16 |
| 2008 | 21 |
| 2009 | 20 |
| 2010 | 10 |
| 2011 | 19 |
| 2012 | 19 |
| 2013 | 21 |
| 2014 | 20 |
| 2015 | 22 |
| 2016 | 17 |
| 2017 | 25 |
| 2018 | 15 |
| 2019 | 33 |
| 2020 | 26 |
| 2021 | 26 |
| 2022 | 25 |
| 2023 | 26 |
| 2024 | 25 |
| 2025 | 24 |
| 2026 | 5 |
ler a análise
A revista passa de seis trabalhos em 2004 para uma média de 24 por ano na última década. O ano com mais trabalhos é 2019, com 33. O crescimento não é contínuo. Há um salto em 2007, quedas em 2010, 2016 e 2018 e, a partir de 2019, um nível que se mantém.
A série acompanha a quantidade de números publicados em cada ano, e não a procura dos autores pela revista. A revista publicou um número por ano até 2006, dois em 2007 e três a partir de 2008, e essa mudança editorial explica boa parte do salto. Em 2018, foram dois números. O ano de 2026 aparece baixo porque o volume 23 ainda está em andamento.
A virada para o inglês
A parcela de cada idioma, ano a ano. A revista publicou quase só em português durante duas décadas. O inglês cresce a partir de 2019 e, desde 2025, é a língua de todos os trabalhos.
- Português
- Inglês
- Espanhol
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| Ano | Português | Inglês | Espanhol |
|---|---|---|---|
| 2004 | 50% | 50% | 0% |
| 2005 | 63% | 38% | 0% |
| 2006 | 75% | 25% | 0% |
| 2007 | 75% | 25% | 0% |
| 2008 | 86% | 14% | 0% |
| 2009 | 90% | 10% | 0% |
| 2010 | 100% | 0% | 0% |
| 2011 | 95% | 5% | 0% |
| 2012 | 100% | 0% | 0% |
| 2013 | 100% | 0% | 0% |
| 2014 | 70% | 5% | 25% |
| 2015 | 100% | 0% | 0% |
| 2016 | 100% | 0% | 0% |
| 2017 | 96% | 4% | 0% |
| 2018 | 87% | 13% | 0% |
| 2019 | 67% | 21% | 12% |
| 2020 | 96% | 4% | 0% |
| 2021 | 88% | 12% | 0% |
| 2022 | 60% | 40% | 0% |
| 2023 | 54% | 46% | 0% |
| 2024 | 68% | 32% | 0% |
| 2025 | 0% | 100% | 0% |
| 2026 | 0% | 100% | 0% |
ler a análise
A mudança para o inglês foi tardia e rápida. Durante duas décadas, quase tudo o que a revista publicou estava em português. O inglês aparece nos primeiros anos, de 2004 a 2009, fica quase ausente de 2010 a 2018 e cresce a partir de 2019. Em 2025, ele chega a 100%.
O aumento veio de uma sequência de decisões editoriais, e não de uma tendência que cresceu aos poucos. Em 2019, o número temático sobre histórias do design em diferentes regiões do mundo trouxe metade dos trabalhos em inglês. Entre 2022 e 2024, três números temáticos saíram com todos os trabalhos em inglês: sobre design da informação para saúde e bem-estar, sobre design da informação e tecnologia, e sobre os vinte anos da revista. Em 2024, a revista foi aceita na Scopus, uma base internacional de periódicos científicos, que registra os números dela de 2021 em diante. Em 2025, a revista passou a aceitar trabalhos só em inglês. A série não mostra que efeito essa sequência teve sobre quem lê a revista no próprio campo.
Quem é afetado pela exigência do inglês
Porcentagem de trabalhos publicados em inglês, separando os trabalhos só de autores de instituições brasileiras daqueles com pelo menos um autor de instituição de outro país. Os períodos seguem a política editorial: até 2018; de 2019 a 2024, quando saíram os números temáticos com trabalhos em inglês; e de 2025 em diante, com a exigência do inglês.
- 2004-2018 · só autores brasileiros6%12 de 208
- 2004-2018 · com autor de outro país43%9 de 21
- 2019-2024 · só autores brasileiros14%18 de 130
- 2019-2024 · com autor de outro país74%23 de 31
- 2025-2026 · só autores brasileiros100%22 de 22
- 2025-2026 · com autor de outro país100%7 de 7
- só autores brasileiros
- com autor de outro país
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| Período | Em inglês | Quantos de quantos |
|---|---|---|
| 2004-2018 · só autores brasileiros | 6% | 12 de 208 |
| 2004-2018 · com autor de outro país | 43% | 9 de 21 |
| 2019-2024 · só autores brasileiros | 14% | 18 de 130 |
| 2019-2024 · com autor de outro país | 74% | 23 de 31 |
| 2025-2026 · só autores brasileiros | 100% | 22 de 22 |
| 2025-2026 · com autor de outro país | 100% | 7 de 7 |
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O gráfico de idiomas mostra que a revista mudou de língua. Este mostra quem foi mais afetado pela mudança.
Enquanto o inglês era opcional, ele foi usado principalmente nos trabalhos com autores de outros países: 43% desses trabalhos até 2018 e 74% entre 2019 e 2024. Nos trabalhos só com autores brasileiros, foram 6% e 14%. Nos dois períodos, a parcela em inglês é várias vezes maior nos trabalhos com autor de outro país.
Em 2025, a diferença desaparece por causa da regra, porque os dois grupos chegam a 100%. A regra tirou de um dos grupos uma escolha que o outro grupo não precisava fazer. Quem já escrevia em inglês continuou a escrever. Quem publicava em português passou a escrever numa segunda língua.
A origem dos autores, brasileira ou estrangeira, foi identificada nos 437 trabalhos. Em 4 deles, a origem veio de um vínculo comprovado para aquele ano, e não do que o próprio trabalho informa. Três vêm de outro trabalho da mesma pessoa nesta revista, e um vem de uma fonte externa identificada, sobre um artigo que o site da revista apagou em 2025. Nos quatro casos, a regra é a mesma: vale a instituição da época, e nunca a atual.
O trabalho ficou maior
Três medidas do tamanho dos artigos, cada uma dividida pelo seu valor máximo. Assim, é possível comparar a forma das linhas, e não o tamanho dos números. A contagem de caracteres foi feita no texto completo, depois de limpo, e por isso inclui 435 dos 437 trabalhos.
- Caracteres
- Páginas
- Referências
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| Ano | Caracteres | Páginas | Referências |
|---|---|---|---|
| 2004 | 82 | 47 | 49 |
| 2005 | 50 | 34 | 41 |
| 2006 | 68 | 42 | 58 |
| 2007 | 59 | 40 | 44 |
| 2008 | 74 | 54 | 52 |
| 2009 | 79 | 55 | 45 |
| 2010 | 83 | 58 | 52 |
| 2011 | 76 | 57 | 60 |
| 2012 | 78 | 62 | 46 |
| 2013 | 86 | 90 | 54 |
| 2014 | 99 | 100 | 62 |
| 2015 | 91 | 94 | 65 |
| 2016 | 85 | 94 | 71 |
| 2017 | 86 | 89 | 74 |
| 2018 | 98 | 94 | 74 |
| 2019 | 79 | 80 | 49 |
| 2020 | 93 | 99 | 78 |
| 2021 | 95 | 92 | 84 |
| 2022 | 99 | 95 | 76 |
| 2023 | 100 | 95 | 87 |
| 2024 | 100 | 90 | 100 |
| 2025 | 94 | 92 | 88 |
| 2026 | 98 | 84 | 88 |
Ver os valores de cada ano
| Ano | Caracteres | Páginas | Referências |
|---|---|---|---|
| 2004 | 31.178 | 8,5 | 13,3 |
| 2005 | 18.899 | 6,1 | 11,2 |
| 2006 | 25.829 | 7,6 | 15,9 |
| 2007 | 22.468 | 7,3 | 12 |
| 2008 | 28.151 | 9,8 | 14,2 |
| 2009 | 30.120 | 9,9 | 12,4 |
| 2010 | 31.441 | 10,5 | 14,3 |
| 2011 | 28.837 | 10,3 | 16,4 |
| 2012 | 29.546 | 11,3 | 12,6 |
| 2013 | 32.568 | 16,2 | 14,8 |
| 2014 | 37.496 | 18,1 | 17 |
| 2015 | 34.701 | 17 | 17,8 |
| 2016 | 32.432 | 17 | 19,4 |
| 2017 | 32.489 | 16,1 | 20,3 |
| 2018 | 37.064 | 17 | 20,3 |
| 2019 | 30.062 | 14,5 | 13,4 |
| 2020 | 35.501 | 17,9 | 21,4 |
| 2021 | 35.984 | 16,6 | 23 |
| 2022 | 37.684 | 17,2 | 20,8 |
| 2023 | 37.891 | 17,2 | 23,9 |
| 2024 | 37.973 | 16,2 | 27,4 |
| 2025 | 35.587 | 16,7 | 24,2 |
| 2026 | 37.273 | 15,2 | 24 |
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As três medidas sobem juntas, e o número de referências é o que mais sobe. Entre o período de cinco anos que começa em 2005 e o que começa em 2020, o artigo médio passa de 8,6 para 17,0 páginas e de 13,2 para 23,3 referências. Isso significa que os artigos dobraram de tamanho e que o número de obras citadas quase dobrou. O texto cresce menos, de 26.065 para 36.994 caracteres. Isso indica que as páginas ficaram com menos texto, e não que o texto cresceu na mesma proporção que as páginas.
Esse crescimento mostra a consolidação do campo na forma dos textos. A seção Autoria mostra o mesmo processo pelo tamanho das equipes: o trabalho de um único autor deixou de ser a regra e passou a ser exceção. Aqui, o mesmo processo aparece no formato do artigo. Ele deixa de ser um texto curto de um pesquisador e passa a ser um texto longo, com muitas referências, escrito por um grupo.
O primeiro ponto da série é 2004, com seis trabalhos, e por isso ele fica acima do período seguinte. Seis artigos são poucos para calcular uma média confiável, e a tendência vale a partir de 2005.
Autorias por ano
Cada pessoa conta uma vez em cada trabalho. A linha sobe mais depressa que a de trabalhos porque o número de autores por trabalho aumentou.
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| Ano | Autorias |
|---|---|
| 2004 | 6 |
| 2005 | 14 |
| 2006 | 13 |
| 2007 | 28 |
| 2008 | 35 |
| 2009 | 41 |
| 2010 | 18 |
| 2011 | 42 |
| 2012 | 46 |
| 2013 | 43 |
| 2014 | 44 |
| 2015 | 44 |
| 2016 | 59 |
| 2017 | 68 |
| 2018 | 33 |
| 2019 | 73 |
| 2020 | 63 |
| 2021 | 58 |
| 2022 | 64 |
| 2023 | 67 |
| 2024 | 82 |
| 2025 | 67 |
| 2026 | 14 |
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Em 2004, os seis trabalhos têm um único autor, e a média é 1,0. Na última década, a média fica entre 2,2 e 3,5 autores por trabalho, e o trabalho de um único autor passa a ser exceção.
O artigo de um pesquisador sozinho dá lugar ao trabalho assinado por um grupo. A seção Colaboração mostra a rede de coautoria que se forma a partir dessas assinaturas.
Por seção editorial
A seção é a que a revista informa no registro de cada trabalho. É ela que separa os artigos dos editoriais.
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| Por seção editorial | Trabalhos | % |
|---|---|---|
| Artigos | 370 | 85% |
| Iniciação científica | 37 | 8% |
| Resenhas | 12 | 3% |
| Entrevistas | 10 | 2% |
| Ponto de vista | 8 | 2% |
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Os artigos são 85% do acervo, e as outras quatro seções somam o restante. A iniciação científica, com 37 trabalhos, é a segunda maior seção. Ela diferencia esta revista de um periódico que só publica pesquisa de pesquisadores já formados.
Resenhas, entrevistas e textos de ponto de vista somam 30 trabalhos, quase todos na primeira década. Depois dela, a revista publicou poucos trabalhos nesses formatos.
Por idioma
O idioma que a revista informa para cada trabalho.
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| Por idioma | Trabalhos | % |
|---|---|---|
| Português | 336 | 77% |
| Inglês | 92 | 21% |
| Espanhol | 9 | 2% |
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Somando todos os anos, a mudança de idioma não aparece. Vista assim, a revista parece bilíngue, com o português à frente. Na verdade, foram duas décadas quase só em português e uma troca rápida no fim.
O painel sobre a mudança para o inglês, mais acima, mostra essa história ano a ano. Este painel mostra o acervo inteiro. Juntos, os dois mostram que a maior parte do acervo está em português e que a revista de hoje publica em inglês.
Quem publica
As dez pessoas que mais assinaram trabalhos. Um pequeno grupo de autores publica ao longo das duas décadas, e é esse grupo que dá continuidade à revista.
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| Pesquisadores | Trabalhos |
|---|---|
| Stephania Padovani | 25 |
| Carla Galvão Spinillo | 17 |
| Solange Galvão Coutinho | 17 |
| Berenice Santos Gonçalves | 10 |
| Kelli C.A.S. Smythe | 10 |
| Vania Ribas Ulbricht | 10 |
| Eva Rolim Miranda | 9 |
| Virgínia Tiradentes Souto | 9 |
| Vanessa Casarin | 8 |
| Hans da Nóbrega Waechter | 7 |
ler a análise
É a distribuição comum na ciência: 568 dos 702 pesquisadores assinam um único trabalho, e 3 pessoas assinam quinze ou mais. Muitas pessoas publicam pouco, e um grupo pequeno publica muito.
A lista não mostra a relação entre esses dois grupos. A rede de coautoria mostra onde eles assinam juntos.
Sobre o que se publica
As dez palavras-chave mais usadas, escolhidas pelos próprios autores. A lista soma todos os anos e, por isso, não mostra quais palavras-chave aumentam ou diminuem. Isso está na seção Termos emergentes.
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| Termo | Trabalhos |
|---|---|
| design da informação | 54 |
| design | 44 |
| information design | 44 |
| typography | 22 |
| data visualization | 17 |
| visualização de dados | 17 |
| tipografia | 15 |
| acessibilidade | 14 |
| design gráfico | 12 |
| infografia | 11 |
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As três palavras-chave mais usadas são design da informação, design e information design. As três nomeiam o campo, e por isso os primeiros lugares dizem pouco sobre o que se pesquisa.
Os assuntos aparecem em seguida: tipografia, visualização de dados, acessibilidade. A mesma palavra aparece duas vezes, em português e em inglês, porque os autores escolhem palavras-chave nas duas línguas. A seção Palavras-chave reúne as duas formas na mesma entrada.
Obras mais citadas pelos trabalhos
As obras que mais aparecem nas listas de referências dos trabalhos da revista. A maior parte delas foi publicada em inglês.
- 1
Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen
8 vezes - 2
Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC
6 vezes - 3
GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press
6 vezes - 4
Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic
6 vezes - 5
BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison
5 vezes - 6
Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC
5 vezes - 7
PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge,
5 vezes - 8
BONSIEPE, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher
4 vezes
ver os dados
| Referência | Vezes |
|---|---|
| Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen | 8 |
| Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC | 6 |
| GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press | 6 |
| Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic | 6 |
| BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison | 5 |
| Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC | 5 |
| PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge, | 5 |
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ler a análise
A obra que mais se repete aparece 8 vezes entre as 7.782 referências do acervo. Cada obra desta lista aparece em poucas listas de referências.
A contagem junta as referências que começam com o mesmo texto. Por isso, a mesma obra escrita de formas diferentes pode aparecer em mais de uma linha, com a contagem dividida entre elas. A seção Referências conta as citações por autor citado.
Duas contagens da mesma citação
Citações recebidas pelos trabalhos de cada ano, nas duas bases que as contam. O Crossref registra o que as editoras enviam. O OpenAlex, uma base pública que reúne a produção científica mundial, registra as citações que encontra nas listas de referências. Clique num ano para ver os trabalhos dele.
- OpenAlex
- Crossref
ver os dados
| Ano | OpenAlex | Crossref |
|---|---|---|
| 2004 | 38 | 8 |
| 2005 | 6 | 1 |
| 2006 | 7 | 5 |
| 2007 | 24 | 6 |
| 2008 | 47 | 22 |
| 2009 | 32 | 9 |
| 2010 | 18 | 10 |
| 2011 | 19 | 10 |
| 2012 | 41 | 20 |
| 2013 | 45 | 18 |
| 2014 | 53 | 22 |
| 2015 | 67 | 34 |
| 2016 | 50 | 20 |
| 2017 | 51 | 21 |
| 2018 | 33 | 16 |
| 2019 | 18 | 8 |
| 2020 | 31 | 17 |
| 2021 | 45 | 19 |
| 2022 | 13 | 8 |
| 2023 | 16 | 12 |
| 2024 | 5 | 4 |
| 2025 | 2 | 2 |
| 2026 | 0 | 0 |
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São 661 citações na contagem do OpenAlex e 292 na do Crossref, pouco mais de duas para uma. A diferença não é um erro de contagem. O Crossref só registra uma citação quando a editora do trabalho que cita enviou a lista de referências desse trabalho. O OpenAlex também conta as citações que encontra em fontes que não enviam essas listas.
Por isso, a linha do Crossref não mostra quanto a InfoDesign é citada. Ela mostra quanto das citações recebidas vem de editoras que enviam as suas listas de referências ao Crossref. As duas linhas precisam aparecer juntas, porque cada uma sozinha mostra só parte das citações.
A parcela registrada pelo Crossref cresce nos anos recentes, mas os números desses anos são pequenos demais para indicar uma tendência. O ano de 2026 ainda está em andamento, e nenhuma das duas bases teve tempo de contar as citações.
Mais citados
Citações registradas no OpenAlex. O OpenAlex encontra mais citações que o Crossref, mas ainda assim conta menos citações do que a revista de fato recebe.
- 1Não há cidadania sem informação, nem informação sem design33
Joaquim Redig · 2004
- 2Design de informação em interfaces digitais: origens, definições e fundamentos30
Fernanda de Souza Quintão; Ricardo Triska · 2014
- 3Infografia: Conceito e Prática21
Juliana Carvalho; Isabella Aragão · 2012
- 4O que é infografia jornalística?19
Ricardo Oliveira da Cunha Lima · 2015
- 5Revisão Sistemática e Bibliometria facilitadas por um Canvas para visualização de informação18
Ivan Luiz de Medeiros; Alessandro Vieira; Gilson Braviano; Berenice Santos Gonçalves · 2015
- 6Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content17
Eduardo Antonio Souza; Gabriela Araujo Oliveira; Eva Rolim Miranda; Solange Galvão Coutinho; Hans da Nóbrega Waechter; Gentil Porto Filho · 2016
- 7Visualização dos resultados do Yahoo em nuvens de texto: uma aplicação construída a partir de web services16
Márcia S. Lunardi; José Muanis F. de Castro; André S. Monat · 2008
- 8Design da informação e competência em informação: relações possíveis | Information design and information literacy: possible relationships13
Mauricio Elias Dick; Berenice Santos Gonçalves; Elizete Vieira Vitorino · 2017
- 9Questões complexas do design da informação e de interação11
Cristina Portugal · 2010
- 10Guidelines for eBook Design9
Gabriela Trindade Perry; Giovana Marzari Possatti; Régio Pierre da Silva · 2018
ver os dados
| Título | Ano | Citações |
|---|---|---|
| Não há cidadania sem informação, nem informação sem design | 2004 | 33 |
| Design de informação em interfaces digitais: origens, definições e fundamentos | 2014 | 30 |
| Infografia: Conceito e Prática | 2012 | 21 |
| O que é infografia jornalística? | 2015 | 19 |
| Revisão Sistemática e Bibliometria facilitadas por um Canvas para visualização de informação | 2015 | 18 |
| Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content | 2016 | 17 |
| Visualização dos resultados do Yahoo em nuvens de texto: uma aplicação construída a partir de web services | 2008 | 16 |
| Design da informação e competência em informação: relações possíveis | Information design and information literacy: possible relationships | 2017 | 13 |
| Questões complexas do design da informação e de interação | 2010 | 11 |
| Guidelines for eBook Design | 2018 | 9 |
| Conjunto Metodológico para Pesquisa em História do Design a partir de Materiais Impressos | Methodological Procedures for Design History Research from the analysis of printed materials | 2016 | 9 |
| Otto Neurath e o legado do ISOTYPE | 2008 | 9 |
| Towards accessibility in educational games: a framework for the design team | 2021 | 8 |
| Desafios para o design de informação em ambientes de realidade aumentada | 2009 | 8 |
| Ergodesign e arquitetura da informação: trabalhando com o usuário | 2007 | 8 |
| Hexagonal hierarchical cartogram: Towards a thematic map of Brazil | 2018 | 7 |
| Design da informação na hipermídia | 2007 | 7 |
| Design Science Research como caminho metodológico para disciplinas e projetos de Design da Informação | Design Science Research as methodological path for Information Design subjects and projects | 2018 | 6 |
| Pixualization: Glitch art and Data visualization | 2017 | 6 |
| Acessibilidade em portais de Governo Eletrônico do Poder Judiciário | Accessibility in e-government portals of the Judiciary | 2016 | 6 |
| (In)acessibilidade digital | 2013 | 6 |
| Fichas de pesquisa de campo para estudo da tipografia nominativa na arquitetura carioca | 2009 | 6 |
| Em busca de uma classificação para os letreiramentos populares | 2009 | 6 |
| Orientações propostas por não-designers para elaboração de Materiais Educativos Impressos na área da Saúde: compreensão do cenário | 2023 | 5 |
| Diretrizes para o design de interfaces de Ambientes Virtuais de Aprendizagem voltadas a usuários com baixa visão | 2021 | 5 |
| Validação de aspectos semânticos em diretrizes para elaboração de Materiais Educativos Impressos para Promoção da Saúde: contribuição do Design da Informação | Semantic aspects validation in guidelines for the elaboration of Printed Educational Materials for Health Promotion: contribution of Information Design | 2020 | 5 |
| Explorando conceitos - pesquisa bibliográfica e elaboração de infográfico sobre definições do campo de Design da Informação | Exploring concepts - bibliographic research and elaboration of an infographic about the Information Design field definitions | 2017 | 5 |
| Retórica visual na infografia sobre saúde | Visual rhetoric in health infographics | 2016 | 5 |
| A cognição no processo de Design | 2015 | 5 |
| Contribuições para o design de interface de um Ambiente Virtual de Ensino Aprendizagem acessível a surdos | 2013 | 5 |
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Os trabalhos mais citados são da primeira década, e o primeiro da lista é de 2004. As citações levam tempo para se acumular. Por isso, esta lista mostra a idade dos trabalhos tanto quanto a sua influência.
A contagem vem do OpenAlex, que só encontra trabalhos registrados com DOI e incluídos nas bases. Por isso, ela é um mínimo, e não o número real. O que a revista publicou nas duas primeiras décadas foi citado também em formatos que essa contagem não inclui. Um dos objetivos desta plataforma é mostrar essa diferença.
O campo cita muito, e quase não é citado
Para cada citação recebida, os trabalhos fazem 11,8 referências. Os painéis acima mostram o que o campo produz. Este mostra quanto essa produção é citada fora dele.
- Referências que os trabalhos fazem7.782
- Citações que os trabalhos recebem661
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| Categoria | Referência |
|---|---|
| Referências que os trabalhos fazem | 7.782 |
| Citações que os trabalhos recebem | 661 |
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São 7.782 referências feitas e 661 citações recebidas. Os autores da revista citam muitos trabalhos, e a revista é pouco citada. As duas contagens foram feitas de formas diferentes. A Scopus registra a revista de 2021 em diante, e essa entrada é recente demais para ter mudado esta proporção, porque as citações levam anos para se acumular. Por isso, este número serve de ponto de partida para ver o que a entrada nas bases vai mudar.
Um programa contou as referências feitas nos PDFs, sem depender do registro em bases. As citações recebidas vêm do OpenAlex, que só conta citações feitas por trabalhos com DOI registrado. Uma citação feita em anais sem DOI, numa dissertação ou num livro não aparece aqui. Boa parte da produção brasileira do campo circula justamente nesses formatos. Por isso, o número de citações recebidas é um mínimo, e não o valor real.
Pelo mesmo motivo, esta proporção não pode ser comparada diretamente com a de outro acervo. O Observatório do CIDI mostra 48 referências para cada citação. A diferença em relação às 11,8 daqui não significa que a InfoDesign seja quatro vezes mais citada. Os anais do congresso não têm DOI, e a diferença entre os dois números vem principalmente da forma de contar.