O Observatório da Revista de Design da Informação
A InfoDesign é o periódico da Sociedade Brasileira de Design da Informação e sai desde 2004, três vezes por ano, em acesso aberto. Ela publica pesquisa teórica, metodológica e aplicada sobre como a informação é organizada, estruturada e comunicada em forma verbal, visual e multimodal. O escopo abrange teoria e história do campo, projeto e avaliação de documentos, interfaces, visualizações, mapas e sinalização, o ensino da área e as competências de leitura que ela exige. Publica artigo, entrevista, resenha e pesquisa de graduação. Nesta seção são lidos os 437 trabalhos desses vinte e dois anos como um conjunto.
O que esta base cobre: 437 trabalhos publicados em 59 edições, de 2004 a 2026, assinados por 702 pesquisadores vinculados a 109 instituições de 24 países, somando 1.022 autorias e 661 citações recebidas.
Ritmo de publicação
Trabalhos por ano do volume. O ano é o que o portal declara para o volume, e não a data de depósito no Crossref.
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| Ano | Trabalhos |
|---|---|
| 2004 | 6 |
| 2005 | 8 |
| 2006 | 8 |
| 2007 | 16 |
| 2008 | 21 |
| 2009 | 20 |
| 2010 | 10 |
| 2011 | 19 |
| 2012 | 19 |
| 2013 | 21 |
| 2014 | 20 |
| 2015 | 22 |
| 2016 | 17 |
| 2017 | 25 |
| 2018 | 15 |
| 2019 | 33 |
| 2020 | 26 |
| 2021 | 26 |
| 2022 | 25 |
| 2023 | 26 |
| 2024 | 25 |
| 2025 | 24 |
| 2026 | 5 |
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A revista sai de seis trabalhos em 2004 para uma média de vinte e cinco na última década, e o pico está em 2019, com 33. Contudo, a curva não é de crescimento contínuo. Ela tem um degrau em 2007, um recuo em 2010 e em 2016, e assenta a partir de 2017 num patamar que se mantém.
A série mede a periodicidade, e não a demanda: a revista passou de dois para três números anuais, e é essa mudança editorial que explica boa parte do degrau. O ano de 2026 aparece baixo porque o volume 23 ainda está aberto.
A virada para o inglês
Composição por idioma, ano a ano. A revista publicou em português por duas décadas; a indexação internacional inverteu a composição em quatro anos, e desde 2025 não há trabalho em português.
- Português
- Inglês
- Espanhol
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| Ano | Português | Inglês | Espanhol |
|---|---|---|---|
| 2004 | 50% | 50% | 0% |
| 2005 | 63% | 38% | 0% |
| 2006 | 75% | 25% | 0% |
| 2007 | 75% | 25% | 0% |
| 2008 | 86% | 14% | 0% |
| 2009 | 90% | 10% | 0% |
| 2010 | 100% | 0% | 0% |
| 2011 | 95% | 5% | 0% |
| 2012 | 100% | 0% | 0% |
| 2013 | 100% | 0% | 0% |
| 2014 | 70% | 5% | 25% |
| 2015 | 100% | 0% | 0% |
| 2016 | 100% | 0% | 0% |
| 2017 | 96% | 4% | 0% |
| 2018 | 87% | 13% | 0% |
| 2019 | 67% | 21% | 12% |
| 2020 | 96% | 4% | 0% |
| 2021 | 88% | 12% | 0% |
| 2022 | 60% | 40% | 0% |
| 2023 | 54% | 46% | 0% |
| 2024 | 68% | 32% | 0% |
| 2025 | 0% | 100% | 0% |
| 2026 | 0% | 100% | 0% |
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A virada é tardia e é abrupta. Por duas décadas o português responde por quase tudo o que a revista publica; o inglês aparece no primeiro ano, some por uma década, volta em 2017 com 4% e cresce a partir de 2019. Em 2025 ele é 100%.
Por outro lado, a subida é uma sequência de decisões editoriais, e não uma tendência que se acumula. Entre 2019 e 2024 saíram cinco números especiais inteiramente em inglês. Os temas foram histórias do design em diferentes quadrantes geográficos, visualização de dados, design da informação para saúde e bem-estar, design da informação e tecnologia e os vinte anos da revista. Em 2025 a submissão passou a ser só em inglês, e a revista foi aceita na Scopus. A série levanta uma pergunta que não responde: o que essa sequência faz com a leitura interna do campo.
Sobre quem a exigência do inglês pesa
Percentual de trabalhos publicados em inglês, separando a autoria só brasileira da que tem ao menos uma afiliação de outro país. As janelas foram recortadas pela política editorial: antes dos números especiais, o período em que eles saíram, e o inglês obrigatório.
- 2004-2018 · autoria só brasileira6%12 de 208
- 2004-2018 · com autoria de fora43%9 de 21
- 2019-2024 · autoria só brasileira14%18 de 130
- 2019-2024 · com autoria de fora74%23 de 31
- 2025-2026 · autoria só brasileira100%22 de 22
- 2025-2026 · com autoria de fora100%7 de 7
- autoria só brasileira
- com autoria de fora
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| Janela | Em inglês | Quantos de quantos |
|---|---|---|
| 2004-2018 · autoria só brasileira | 6% | 12 de 208 |
| 2004-2018 · com autoria de fora | 43% | 9 de 21 |
| 2019-2024 · autoria só brasileira | 14% | 18 de 130 |
| 2019-2024 · com autoria de fora | 74% | 23 de 31 |
| 2025-2026 · autoria só brasileira | 100% | 22 de 22 |
| 2025-2026 · com autoria de fora | 100% | 7 de 7 |
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A série do idioma mostra que a revista mudou de língua. Esta mostra sobre quem a mudança recai.
Enquanto o inglês foi escolha, ele foi sobretudo a língua de quem publicava com participação estrangeira: 23% desses trabalhos até 2018 e 63% entre 2019 e 2024, contra 6% e 14% da autoria só brasileira. A diferença é de quatro a cinco vezes, e é constante nas duas janelas.
Em 2025 a diferença desaparece por decreto, porque as duas colunas vão a cem por cento. O que a regra fez foi tirar de uma das comunidades uma escolha que a outra não precisava fazer. Quem já escrevia em inglês seguiu escrevendo, e quem publicava em português passou a escrever numa segunda língua.
Os 437 trabalhos têm origem resolvida. Em 4 deles a origem foi tomada de vínculo atestado para aquele ano, e não da declaração do próprio trabalho. Três vêm de outra declaração da mesma pessoa nesta revista, e um de fonte externa nomeada, num artigo que o portal apagou em 2025. A regra é a mesma nos quatro, e considera-se o vínculo da época, e nunca o atual.
O trabalho ficou maior
Três medidas do tamanho do artigo, cada uma dividida pelo próprio máximo, de modo que se compare o formato da curva, e não o tamanho do número. A contagem de caracteres foi extraída do texto integral limpo, e por isso são cobertos 435 dos 437.
- Caracteres
- Páginas
- Referências
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| Ano | Caracteres | Páginas | Referências |
|---|---|---|---|
| 2004 | 82 | 47 | 49 |
| 2005 | 50 | 34 | 41 |
| 2006 | 68 | 42 | 58 |
| 2007 | 59 | 40 | 44 |
| 2008 | 74 | 54 | 52 |
| 2009 | 79 | 55 | 45 |
| 2010 | 83 | 58 | 52 |
| 2011 | 76 | 57 | 60 |
| 2012 | 78 | 62 | 46 |
| 2013 | 86 | 90 | 54 |
| 2014 | 99 | 100 | 62 |
| 2015 | 91 | 94 | 65 |
| 2016 | 85 | 94 | 71 |
| 2017 | 86 | 89 | 74 |
| 2018 | 98 | 94 | 74 |
| 2019 | 79 | 80 | 49 |
| 2020 | 93 | 99 | 78 |
| 2021 | 95 | 92 | 84 |
| 2022 | 99 | 95 | 76 |
| 2023 | 100 | 95 | 87 |
| 2024 | 100 | 90 | 100 |
| 2025 | 94 | 92 | 88 |
| 2026 | 98 | 84 | 88 |
Ver as medidas em número
| Ano | Caracteres | Páginas | Referências |
|---|---|---|---|
| 2004 | 31.178 | 8,5 | 13,3 |
| 2005 | 18.899 | 6,1 | 11,2 |
| 2006 | 25.829 | 7,6 | 15,9 |
| 2007 | 22.468 | 7,3 | 12 |
| 2008 | 28.151 | 9,8 | 14,2 |
| 2009 | 30.120 | 9,9 | 12,4 |
| 2010 | 31.441 | 10,5 | 14,3 |
| 2011 | 28.837 | 10,3 | 16,4 |
| 2012 | 29.546 | 11,3 | 12,6 |
| 2013 | 32.568 | 16,2 | 14,8 |
| 2014 | 37.496 | 18,1 | 17 |
| 2015 | 34.701 | 17 | 17,8 |
| 2016 | 32.432 | 17 | 19,4 |
| 2017 | 32.489 | 16,1 | 20,3 |
| 2018 | 37.064 | 17 | 20,3 |
| 2019 | 30.062 | 14,5 | 13,4 |
| 2020 | 35.501 | 17,9 | 21,4 |
| 2021 | 35.984 | 16,6 | 23 |
| 2022 | 37.684 | 17,2 | 20,8 |
| 2023 | 37.891 | 17,2 | 23,9 |
| 2024 | 37.973 | 16,2 | 27,4 |
| 2025 | 35.587 | 16,7 | 24,2 |
| 2026 | 37.273 | 15,2 | 24 |
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As três medidas sobem juntas, e é a bibliografia que sobe mais. Entre o quinquênio de 2005 e o de 2020, o artigo médio passa de 8,6 para 17,0 páginas e de 13,2 para 23,3 referências: dobra de extensão e quase dobra de leitura declarada. O texto acompanha de longe, de 26.065 para 36.994 caracteres, o que quer dizer que a página ficou menos densa, e não que o argumento cresceu na mesma proporção.
É a institucionalização vista pelo corpo do texto. A seção da autoria conta a mesma história pela equipe, com o trabalho de autor único saindo de norma para exceção. Aqui ela aparece na forma do artigo, que deixa de ser a comunicação curta de um pesquisador e passa a ser o relato longo e referenciado de um grupo.
O primeiro ponto da série é de 2004 e reúne seis trabalhos, e por isso fica acima do quinquênio seguinte. Um ano com seis artigos não sustenta média, e a tendência começa a valer de 2005 em diante.
Autorias por ano
Uma autoria por pessoa em cada trabalho. A curva sobe mais rápido que a de trabalhos porque a coautoria cresceu.
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| Ano | Autorias |
|---|---|
| 2004 | 6 |
| 2005 | 14 |
| 2006 | 13 |
| 2007 | 28 |
| 2008 | 35 |
| 2009 | 41 |
| 2010 | 18 |
| 2011 | 42 |
| 2012 | 46 |
| 2013 | 43 |
| 2014 | 44 |
| 2015 | 44 |
| 2016 | 59 |
| 2017 | 68 |
| 2018 | 33 |
| 2019 | 73 |
| 2020 | 63 |
| 2021 | 58 |
| 2022 | 64 |
| 2023 | 67 |
| 2024 | 82 |
| 2025 | 67 |
| 2026 | 14 |
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Em 2004 todos os seis trabalhos são de autor único, e a média fecha em 1,0. Na última década a média fica entre 2,2 e 3,5, e o trabalho solitário passa a ser exceção.
Assim, marca-se a institucionalização: o que era artigo de um pesquisador vira produto de grupo de pesquisa, com orientação e coautoria discente. A seção de Colaboração mostra o outro lado dessa conta, que é a rede que ela forma.
Por seção editorial
A seção é a que a revista declara no próprio depósito, e é o que separa artigo de editorial.
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| Por seção editorial | Trabalhos | % |
|---|---|---|
| Artigos | 370 | 85% |
| Iniciação científica | 37 | 8% |
| Resenhas | 12 | 3% |
| Entrevistas | 10 | 2% |
| Ponto de vista | 8 | 2% |
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Os artigos são 85% do corpus, e as outras quatro seções cabem nos 15% restantes. A iniciação científica, com 37 trabalhos, é a segunda maior, e é o que separa esta revista de um periódico que só publica pesquisa madura.
Resenha, entrevista e ponto de vista somam trinta trabalhos em vinte e dois anos, e quase todos estão na primeira década. São gêneros de uma revista que se firmava, e que a revista deixou de praticar.
Por idioma
O idioma declarado pela revista para cada trabalho.
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| Por idioma | Trabalhos | % |
|---|---|---|
| Português | 336 | 77% |
| Inglês | 92 | 21% |
| Espanhol | 9 | 2% |
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A repartição do conjunto todo esconde a virada, e vista assim a revista parece bilíngue, com o português à frente. O que houve foram duas décadas quase inteiramente em português e uma troca abrupta no fim.
É o painel da virada, logo acima, que conta a história; este conta o acervo. Os dois juntos dizem que o corpus é de português e que a revista de hoje é de inglês.
Quem publica
Os dez que mais assinaram. O campo tem um núcleo estável que atravessa as duas décadas, e é ele que dá continuidade à revista.
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| Pesquisadores | Trabalhos |
|---|---|
| Stephania Padovani | 25 |
| Carla Galvão Spinillo | 17 |
| Solange Galvão Coutinho | 17 |
| Berenice Santos Gonçalves | 10 |
| Kelli C.A.S. Smythe | 10 |
| Vania Ribas Ulbricht | 10 |
| Eva Rolim Miranda | 9 |
| Virgínia Tiradentes Souto | 9 |
| Vanessa Casarin | 8 |
| Hans da Nóbrega Waechter | 7 |
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A distribuição é a de sempre na ciência: 571 dos 704 pesquisadores assinam um trabalho só, e cinco nomes assinam quinze ou mais. A cauda é longa e fina, e o núcleo é pequeno.
Entretanto, o vínculo não aparece na lista. Os nomes do topo são orientadores de programas de pós-graduação, e boa parte da cauda é de discentes que passaram uma vez. A rede de coautoria é onde esses dois grupos se encontram.
Sobre o que se publica
Os termos que os próprios autores declaram. Educação, tipografia, interface e acessibilidade atravessam o período inteiro; saúde e visualização de dados sobem no fim.
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| Termo | Trabalhos |
|---|---|
| design da informação | 54 |
| design | 44 |
| information design | 44 |
| typography | 22 |
| data visualization | 17 |
| visualização de dados | 17 |
| tipografia | 15 |
| acessibilidade | 14 |
| design gráfico | 12 |
| infografia | 11 |
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As duas palavras-chave mais declaradas são design da informação e information design, e a terceira é design. O campo se nomeia antes de nomear o assunto, e é por isso que os três primeiros lugares dizem pouco sobre o que se pesquisa.
O assunto aparece depois: tipografia, visualização de dados, acessibilidade. E a mesma palavra aparece duas vezes, em português e em inglês, porque a autoria declara nas duas línguas; o Vocabulário reúne as duas formas na mesma entrada.
Em que o campo se apoia
As obras mais referenciadas nas listas dos próprios trabalhos. É o cânone que a comunidade cita, e ele é anglo-americano.
- 1
Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen
8 vezes - 2
Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC
6 vezes - 3
GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press
6 vezes - 4
Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic
6 vezes - 5
BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison
5 vezes - 6
Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC
5 vezes - 7
PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge,
5 vezes - 8
BONSIEPE, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher
4 vezes
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| Referência | Vezes |
|---|---|
| Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen | 8 |
| Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC | 6 |
| GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press | 6 |
| Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic | 6 |
| BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison | 5 |
| Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC | 5 |
| PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge, | 5 |
| BONSIEPE, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher | 4 |
| CALORI, C. 2007. Signage and Wayfinding Design: A Complete Guide to Creating Environmental Graphic Design Systems. Hoboken: Wiley, 2007 | 4 |
| Frascara, J. (2004). Communication design – principles, methods and practice. New York: Allworth Press | 4 |
| Horn, R. E. (1998). Visual language: global communication for the 21st century. Bainbridge Island: MacroVU | 4 |
| MACEDO, C. M. S. (2010). Diretrizes para criação de objetos de aprendizagem acessíveis, 2010. Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em: <http://btd | 4 |
| Mayer, R. E. (2009). Multimedia learning. New York: Cambridge University Press | 4 |
| Meirelles, I. (2013). Design for Information: an introduction to the histories, theories, and best practices behind effective information visualizations. Beverl | 4 |
| NIELSEN, J. (1993). Usability Engineering. Ed. Elsevier | 4 |
| Pettersson, R. (2010). Information Design: Principles and Guidelines. Journal of | 4 |
| Spinillo, C. (2000). An analytical approach to procedural pictorial sequences. PhD Thesis. Department of Typography & Graphic Communication, The University of R | 4 |
| Twyman, M. 1979. A schema for the study of graphic language. In: Kolers, P. A.; Wrolstad, M. E. & | 4 |
| ASHWIN, C. (1979). The ingredients of style in contemporary illustration: a case study. In: Information Design Journal, v. 1, p. 51-67 | 3 |
| BONSIEPE, Gui. 2011. Design, Cultura e Sociedade. São Paulo: Blucher | 3 |
| BRUSILOVSKY, P.; KARAGIANNIDIS, C.; SAMPSON, D. (2004). Layered evaluation of adaptive learning systems. International Journal of Continuing Engineering Educati | 3 |
| Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70 | 3 |
| Black, A., Luna, P., Lund, O., & Walker, S. (Eds.) (2016). Information Design: research and practice. London: Routledge. College ter Beoordeling van Geneesmidde | 3 |
| CAIRO, A. (2008). Infografia 2.0: visualizacion interactiva de informacion en pren- sa. Espanha: Alamut | 3 |
| CAIRO, A. 2008. Infografia 2.0: visualización interactiva de información en prensa. Madrid: Alamut | 3 |
| CROSS, N. (2006). Designerly ways of knowing. London: Springer | 3 |
| Cezarotto, M., Martinez, P., & Chamberlin, B. (2022a). Developing inclusive games: Design frameworks for accessibility and diversity. In B. Sobota (Ed.), Game t | 3 |
| Drucker, J. (2014). Graphesis: visual forms of knowledge production. Harvard University Press | 3 |
| D’ignazio, C., & Klein, L. (2020). Data Feminism. Cambridge, MA: The MIT Press | 3 |
| FARIAS, Priscila L. ; GOUVEIA, Anna P. S. ; PEREIRA, André L. T. ; GALLO, Haroldo & GATTO, Patricia S. 2008. Técnicas de mapeamento aplicadas ao estudo da epigr | 3 |
| Flusser, V. (2007). O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify | 3 |
| Frascara, J. (2011). ¿Qué es el diseño de información? Buenos Aires: Ed. Infinito | 3 |
| Frosh, P. (2019). The poetics of digital media. Medford: Polity | 3 |
| Gambarato, R. R., Alzamora, G. C., & Tárcia, L. P. T. (2016). Russian news coverage of the 2014 Sochi Winter Olympic Games: A transmedia analysis. International | 3 |
| HORN, R. 1999. Information design: emergence of a new profession. In: JACOBSON, Robert (org.). Information Design, pp.16-17. Cambridge: MIT Press | 3 |
| HORN, R. E. 1999. Information Design: Emergence of a New Profession. Em R. Jacobson (Ed.). Information Design. Cambridge, Massachusetts. London, England. Massac | 3 |
| Hamid, N. N. A., Adnan, W. A. W., & Razak, F. H. A. (2019). Wayfinding learning techniques and its challenges: A case study at Malaysian association for the bli | 3 |
| Hammerschmidt, C., & Spinillo, C. G. (2014). Reading digital medicine leaflets in mobile devices: An interactive study conducted in Brazil. Design, User Experie | 3 |
| Horn, R. (1998). Visual Language: Global communication for the 21st century | 3 |
| Ibe, C. [@ebereillustrate]. (2023, April 3). Some babies are born black [Image]. Instagram. https://www.instagram.com/p/CqkUwpKA97o/ | 3 |
ler a análise
As instituições que mais aparecem são as que têm programa de pós-graduação em design com linha no campo, e a ordem entre elas muda pouco ao longo da série. Onde não há programa, não há presença.
A conta é de autorias, e não de trabalhos, de modo que um artigo com três autores da mesma universidade conta três vezes aqui. É o que mede peso institucional, e não volume de publicação.
Duas contagens da mesma citação
Citações recebidas pelos trabalhos de cada ano, nas duas bases que as contam. O Crossref registra o que os editores depositam; o OpenAlex, o que ele encontra referenciado. Clique num ano para abrir os trabalhos dele.
- OpenAlex
- Crossref
ver os dados
| Ano | OpenAlex | Crossref |
|---|---|---|
| 2004 | 38 | 8 |
| 2005 | 6 | 1 |
| 2006 | 7 | 5 |
| 2007 | 24 | 6 |
| 2008 | 47 | 22 |
| 2009 | 32 | 9 |
| 2010 | 18 | 10 |
| 2011 | 19 | 10 |
| 2012 | 41 | 20 |
| 2013 | 45 | 18 |
| 2014 | 53 | 22 |
| 2015 | 67 | 34 |
| 2016 | 50 | 20 |
| 2017 | 51 | 21 |
| 2018 | 33 | 16 |
| 2019 | 18 | 8 |
| 2020 | 31 | 17 |
| 2021 | 45 | 19 |
| 2022 | 13 | 8 |
| 2023 | 16 | 12 |
| 2024 | 5 | 4 |
| 2025 | 2 | 2 |
| 2026 | 0 | 0 |
ler a análise
São 661 citações na contagem do OpenAlex e 292 na do Crossref, pouco mais de duas para uma. A diferença não é ruído. O Crossref só conhece a citação cujo editor depositou a lista de referências do trabalho que cita, e o OpenAlex conta também o que acha em fontes que não depositam.
Lida assim, a curva do Crossref não mede quanto a InfoDesign é citada. Mede quanto da citação que ela recebe vem de quem participa da infraestrutura de depósito, e é por isso que as duas precisam aparecer juntas: uma sozinha responderia à pergunta errada.
A proporção registrada cresce nos anos recentes, e ali os números são pequenos demais para sustentar tendência. O ano de 2026 está aberto, e nenhuma das duas bases teve tempo de contar.
Mais citados
Citações registradas no OpenAlex, que enxerga mais que o Crossref e ainda assim subestima o alcance da revista.
- 1Não há cidadania sem informação, nem informação sem design33
Joaquim Redig · 2004
- 2Design de informação em interfaces digitais: origens, definições e fundamentos30
Fernanda de Souza Quintão; Ricardo Triska · 2014
- 3Infografia: Conceito e Prática21
Juliana Carvalho; Isabella Aragão · 2012
- 4O que é infografia jornalística?19
Ricardo Oliveira da Cunha Lima · 2015
- 5Revisão Sistemática e Bibliometria facilitadas por um Canvas para visualização de informação18
Ivan Luiz de Medeiros; Alessandro Vieira; Gilson Braviano; Berenice Santos Gonçalves · 2015
- 6Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content17
Eduardo Antonio Souza; Gabriela Araujo Oliveira; Eva Rolim Miranda; Solange Galvão Coutinho; Hans da Nóbrega Waechter; Gentil Porto Filho · 2016
- 7Visualização dos resultados do Yahoo em nuvens de texto: uma aplicação construída a partir de web services16
Márcia S. Lunardi; José Muanis F. de Castro; André S. Monat · 2008
- 8Design da informação e competência em informação: relações possíveis | Information design and information literacy: possible relationships13
Mauricio Elias Dick; Berenice Santos Gonçalves; Elizete Vieira Vitorino · 2017
- 9Questões complexas do design da informação e de interação11
Cristina Portugal · 2010
- 10Guidelines for eBook Design9
Gabriela Trindade Perry; Giovana Marzari Possatti; Régio Pierre da Silva · 2018
ver os dados
| Título | Ano | Citações |
|---|---|---|
| Não há cidadania sem informação, nem informação sem design | 2004 | 33 |
| Design de informação em interfaces digitais: origens, definições e fundamentos | 2014 | 30 |
| Infografia: Conceito e Prática | 2012 | 21 |
| O que é infografia jornalística? | 2015 | 19 |
| Revisão Sistemática e Bibliometria facilitadas por um Canvas para visualização de informação | 2015 | 18 |
| Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content | 2016 | 17 |
| Visualização dos resultados do Yahoo em nuvens de texto: uma aplicação construída a partir de web services | 2008 | 16 |
| Design da informação e competência em informação: relações possíveis | Information design and information literacy: possible relationships | 2017 | 13 |
| Questões complexas do design da informação e de interação | 2010 | 11 |
| Guidelines for eBook Design | 2018 | 9 |
| Conjunto Metodológico para Pesquisa em História do Design a partir de Materiais Impressos | Methodological Procedures for Design History Research from the analysis of printed materials | 2016 | 9 |
| Otto Neurath e o legado do ISOTYPE | 2008 | 9 |
| Towards accessibility in educational games: a framework for the design team | 2021 | 8 |
| Desafios para o design de informação em ambientes de realidade aumentada | 2009 | 8 |
| Ergodesign e arquitetura da informação: trabalhando com o usuário | 2007 | 8 |
| Hexagonal hierarchical cartogram: Towards a thematic map of Brazil | 2018 | 7 |
| Design da informação na hipermídia | 2007 | 7 |
| Design Science Research como caminho metodológico para disciplinas e projetos de Design da Informação | Design Science Research as methodological path for Information Design subjects and projects | 2018 | 6 |
| Pixualization: Glitch art and Data visualization | 2017 | 6 |
| Acessibilidade em portais de Governo Eletrônico do Poder Judiciário | Accessibility in e-government portals of the Judiciary | 2016 | 6 |
| (In)acessibilidade digital | 2013 | 6 |
| Fichas de pesquisa de campo para estudo da tipografia nominativa na arquitetura carioca | 2009 | 6 |
| Em busca de uma classificação para os letreiramentos populares | 2009 | 6 |
| Orientações propostas por não-designers para elaboração de Materiais Educativos Impressos na área da Saúde: compreensão do cenário | 2023 | 5 |
| Diretrizes para o design de interfaces de Ambientes Virtuais de Aprendizagem voltadas a usuários com baixa visão | 2021 | 5 |
| Validação de aspectos semânticos em diretrizes para elaboração de Materiais Educativos Impressos para Promoção da Saúde: contribuição do Design da Informação | Semantic aspects validation in guidelines for the elaboration of Printed Educational Materials for Health Promotion: contribution of Information Design | 2020 | 5 |
| Explorando conceitos - pesquisa bibliográfica e elaboração de infográfico sobre definições do campo de Design da Informação | Exploring concepts - bibliographic research and elaboration of an infographic about the Information Design field definitions | 2017 | 5 |
| Retórica visual na infografia sobre saúde | Visual rhetoric in health infographics | 2016 | 5 |
| A cognição no processo de Design | 2015 | 5 |
| Contribuições para o design de interface de um Ambiente Virtual de Ensino Aprendizagem acessível a surdos | 2013 | 5 |
ler a análise
Os trabalhos mais citados são da primeira década, e o primeiro deles é de 2004. Contudo, citação leva tempo para se acumular, e por isso esta lista mede antiguidade tanto quanto influência.
A contagem é tomada do OpenAlex, que só enxerga o que está depositado com DOI e indexado: ela é um piso, e não o número real. O que a revista publicou nas duas primeiras décadas circulou por caminhos que esse piso não alcança, e é essa diferença que o observatório existe para tornar visível.
O campo cita muito, e quase não é citado
11,8 para um. Os painéis acima descrevem um campo que trabalha; este mostra o que acontece com esse trabalho fora dele.
- Referências que os trabalhos fazem7.782
- Citações que os trabalhos recebem661
ver os dados
| Categoria | Referência |
|---|---|
| Referências que os trabalhos fazem | 7.782 |
| Citações que os trabalhos recebem | 661 |
ler a análise
São 7.782 referências feitas e 661 citações recebidas. A revista lê muito e é pouco lida, e as duas contas são feitas por caminhos diferentes. O acervo entrou na Scopus com cobertura retroativa, e a entrada é recente demais para ter mexido nesta razão: citação leva anos para se acumular. O número aqui é tomado como medida de partida do que a indexação vai ou não mudar.
A conta de saída foi feita sobre os PDFs, entrada por entrada, de modo a não depender de depósito. A de chegada é tomada do OpenAlex, que só conta citação vinda de trabalho com DOI depositado. Uma citação feita num anais sem DOI, numa dissertação ou num livro não aparece aqui, e é justamente por esses caminhos que boa parte do campo brasileiro circula. O número de chegada é piso, e não medida.
Pela mesma razão, esta razão não se compara direto com a de outro acervo. O Observatório do CIDI mostra 41 para um. Entretanto, a diferença para os 11,8 daqui não diz que a InfoDesign circula três vezes mais. Os anais do congresso saem sem DOI, e o que muda entre os dois números é sobretudo o instrumento de medida.