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O Observatório da Revista de Design da Informação

A InfoDesign é a revista da Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI). Ela é publicada desde 2004, em acesso aberto, e hoje tem três números por ano. Desde 2021, cada número fica aberto ao longo do ano, e os artigos são publicados assim que ficam prontos. A revista publica pesquisas teóricas, metodológicas e aplicadas sobre como a informação é organizada, estruturada e comunicada por palavras, imagens ou pelos dois juntos. Os assuntos incluem a teoria e a história do campo, o projeto e a avaliação de documentos, interfaces, visualizações, mapas e sinalização, o ensino da área e as habilidades de leitura que ela exige. A revista publica artigos, entrevistas, resenhas e pesquisas de graduação. Esta seção apresenta em conjunto os 437 trabalhos publicados nesses vinte e dois anos.

A base reúne 437 trabalhos publicados em 59 edições, de 2004 a 2026. Eles foram assinados por 702 pesquisadores de 109 instituições em 24 países. São 1.022 autorias, isto é, nomes que assinam um trabalho, e 661 citações recebidas.

Ritmo de publicação

Trabalhos publicados em cada ano. O ano é o que o site da revista informa para o volume, e não a data em que o trabalho foi registrado no Crossref, a base onde a revista registra cada trabalho para obter o DOI, o código que identifica uma publicação na internet.

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Tabela de dados de Ritmo de publicação
AnoTrabalhos
20046
20058
20068
200716
200821
200920
201010
201119
201219
201321
201420
201522
201617
201725
201815
201933
202026
202126
202225
202326
202425
202524
20265
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A revista passa de seis trabalhos em 2004 para uma média de 24 por ano na última década. O ano com mais trabalhos é 2019, com 33. O crescimento não é contínuo. Há um salto em 2007, quedas em 2010, 2016 e 2018 e, a partir de 2019, um nível que se mantém.

A série acompanha a quantidade de números publicados em cada ano, e não a procura dos autores pela revista. A revista publicou um número por ano até 2006, dois em 2007 e três a partir de 2008, e essa mudança editorial explica boa parte do salto. Em 2018, foram dois números. O ano de 2026 aparece baixo porque o volume 23 ainda está em andamento.

A virada para o inglês

A parcela de cada idioma, ano a ano. A revista publicou quase só em português durante duas décadas. O inglês cresce a partir de 2019 e, desde 2025, é a língua de todos os trabalhos.

  • Português
  • Inglês
  • Espanhol
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Tabela de dados de A virada para o inglês
AnoPortuguêsInglêsEspanhol
200450%50%0%
200563%38%0%
200675%25%0%
200775%25%0%
200886%14%0%
200990%10%0%
2010100%0%0%
201195%5%0%
2012100%0%0%
2013100%0%0%
201470%5%25%
2015100%0%0%
2016100%0%0%
201796%4%0%
201887%13%0%
201967%21%12%
202096%4%0%
202188%12%0%
202260%40%0%
202354%46%0%
202468%32%0%
20250%100%0%
20260%100%0%
ler a análise

A mudança para o inglês foi tardia e rápida. Durante duas décadas, quase tudo o que a revista publicou estava em português. O inglês aparece nos primeiros anos, de 2004 a 2009, fica quase ausente de 2010 a 2018 e cresce a partir de 2019. Em 2025, ele chega a 100%.

O aumento veio de uma sequência de decisões editoriais, e não de uma tendência que cresceu aos poucos. Em 2019, o número temático sobre histórias do design em diferentes regiões do mundo trouxe metade dos trabalhos em inglês. Entre 2022 e 2024, três números temáticos saíram com todos os trabalhos em inglês: sobre design da informação para saúde e bem-estar, sobre design da informação e tecnologia, e sobre os vinte anos da revista. Em 2024, a revista foi aceita na Scopus, uma base internacional de periódicos científicos, que registra os números dela de 2021 em diante. Em 2025, a revista passou a aceitar trabalhos só em inglês. A série não mostra que efeito essa sequência teve sobre quem lê a revista no próprio campo.

Quem é afetado pela exigência do inglês

Porcentagem de trabalhos publicados em inglês, separando os trabalhos só de autores de instituições brasileiras daqueles com pelo menos um autor de instituição de outro país. Os períodos seguem a política editorial: até 2018; de 2019 a 2024, quando saíram os números temáticos com trabalhos em inglês; e de 2025 em diante, com a exigência do inglês.

  • 2004-2018 · só autores brasileiros6%12 de 208
  • 2004-2018 · com autor de outro país43%9 de 21
  • 2019-2024 · só autores brasileiros14%18 de 130
  • 2019-2024 · com autor de outro país74%23 de 31
  • 2025-2026 · só autores brasileiros100%22 de 22
  • 2025-2026 · com autor de outro país100%7 de 7
  • só autores brasileiros
  • com autor de outro país
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Tabela de dados de Quem é afetado pela exigência do inglês
PeríodoEm inglêsQuantos de quantos
2004-2018 · só autores brasileiros6%12 de 208
2004-2018 · com autor de outro país43%9 de 21
2019-2024 · só autores brasileiros14%18 de 130
2019-2024 · com autor de outro país74%23 de 31
2025-2026 · só autores brasileiros100%22 de 22
2025-2026 · com autor de outro país100%7 de 7
ler a análise

O gráfico de idiomas mostra que a revista mudou de língua. Este mostra quem foi mais afetado pela mudança.

Enquanto o inglês era opcional, ele foi usado principalmente nos trabalhos com autores de outros países: 43% desses trabalhos até 2018 e 74% entre 2019 e 2024. Nos trabalhos só com autores brasileiros, foram 6% e 14%. Nos dois períodos, a parcela em inglês é várias vezes maior nos trabalhos com autor de outro país.

Em 2025, a diferença desaparece por causa da regra, porque os dois grupos chegam a 100%. A regra tirou de um dos grupos uma escolha que o outro grupo não precisava fazer. Quem já escrevia em inglês continuou a escrever. Quem publicava em português passou a escrever numa segunda língua.

A origem dos autores, brasileira ou estrangeira, foi identificada nos 437 trabalhos. Em 4 deles, a origem veio de um vínculo comprovado para aquele ano, e não do que o próprio trabalho informa. Três vêm de outro trabalho da mesma pessoa nesta revista, e um vem de uma fonte externa identificada, sobre um artigo que o site da revista apagou em 2025. Nos quatro casos, a regra é a mesma: vale a instituição da época, e nunca a atual.

O trabalho ficou maior

Três medidas do tamanho dos artigos, cada uma dividida pelo seu valor máximo. Assim, é possível comparar a forma das linhas, e não o tamanho dos números. A contagem de caracteres foi feita no texto completo, depois de limpo, e por isso inclui 435 dos 437 trabalhos.

  • Caracteres
  • Páginas
  • Referências
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Tabela de dados de O trabalho ficou maior
AnoCaracteresPáginasReferências
2004824749
2005503441
2006684258
2007594044
2008745452
2009795545
2010835852
2011765760
2012786246
2013869054
20149910062
2015919465
2016859471
2017868974
2018989474
2019798049
2020939978
2021959284
2022999576
20231009587
202410090100
2025949288
2026988488
Ver os valores de cada ano
Tabela de dados de O trabalho ficou maior
AnoCaracteresPáginasReferências
200431.1788,513,3
200518.8996,111,2
200625.8297,615,9
200722.4687,312
200828.1519,814,2
200930.1209,912,4
201031.44110,514,3
201128.83710,316,4
201229.54611,312,6
201332.56816,214,8
201437.49618,117
201534.7011717,8
201632.4321719,4
201732.48916,120,3
201837.0641720,3
201930.06214,513,4
202035.50117,921,4
202135.98416,623
202237.68417,220,8
202337.89117,223,9
202437.97316,227,4
202535.58716,724,2
202637.27315,224
ler a análise

As três medidas sobem juntas, e o número de referências é o que mais sobe. Entre o período de cinco anos que começa em 2005 e o que começa em 2020, o artigo médio passa de 8,6 para 17,0 páginas e de 13,2 para 23,3 referências. Isso significa que os artigos dobraram de tamanho e que o número de obras citadas quase dobrou. O texto cresce menos, de 26.065 para 36.994 caracteres. Isso indica que as páginas ficaram com menos texto, e não que o texto cresceu na mesma proporção que as páginas.

Esse crescimento mostra a consolidação do campo na forma dos textos. A seção Autoria mostra o mesmo processo pelo tamanho das equipes: o trabalho de um único autor deixou de ser a regra e passou a ser exceção. Aqui, o mesmo processo aparece no formato do artigo. Ele deixa de ser um texto curto de um pesquisador e passa a ser um texto longo, com muitas referências, escrito por um grupo.

O primeiro ponto da série é 2004, com seis trabalhos, e por isso ele fica acima do período seguinte. Seis artigos são poucos para calcular uma média confiável, e a tendência vale a partir de 2005.

Autorias por ano

Cada pessoa conta uma vez em cada trabalho. A linha sobe mais depressa que a de trabalhos porque o número de autores por trabalho aumentou.

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Tabela de dados de Autorias por ano
AnoAutorias
20046
200514
200613
200728
200835
200941
201018
201142
201246
201343
201444
201544
201659
201768
201833
201973
202063
202158
202264
202367
202482
202567
202614
ler a análise

Em 2004, os seis trabalhos têm um único autor, e a média é 1,0. Na última década, a média fica entre 2,2 e 3,5 autores por trabalho, e o trabalho de um único autor passa a ser exceção.

O artigo de um pesquisador sozinho dá lugar ao trabalho assinado por um grupo. A seção Colaboração mostra a rede de coautoria que se forma a partir dessas assinaturas.

Por seção editorial

A seção é a que a revista informa no registro de cada trabalho. É ela que separa os artigos dos editoriais.

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Tabela de dados de Por seção editorial
Por seção editorialTrabalhos%
Artigos37085%
Iniciação científica378%
Resenhas123%
Entrevistas102%
Ponto de vista82%
ler a análise

Os artigos são 85% do acervo, e as outras quatro seções somam o restante. A iniciação científica, com 37 trabalhos, é a segunda maior seção. Ela diferencia esta revista de um periódico que só publica pesquisa de pesquisadores já formados.

Resenhas, entrevistas e textos de ponto de vista somam 30 trabalhos, quase todos na primeira década. Depois dela, a revista publicou poucos trabalhos nesses formatos.

Por idioma

O idioma que a revista informa para cada trabalho.

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Tabela de dados de Por idioma
Por idiomaTrabalhos%
Português33677%
Inglês9221%
Espanhol92%
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Somando todos os anos, a mudança de idioma não aparece. Vista assim, a revista parece bilíngue, com o português à frente. Na verdade, foram duas décadas quase só em português e uma troca rápida no fim.

O painel sobre a mudança para o inglês, mais acima, mostra essa história ano a ano. Este painel mostra o acervo inteiro. Juntos, os dois mostram que a maior parte do acervo está em português e que a revista de hoje publica em inglês.

Quem publica

As dez pessoas que mais assinaram trabalhos. Um pequeno grupo de autores publica ao longo das duas décadas, e é esse grupo que dá continuidade à revista.

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Tabela de dados de Quem publica
PesquisadoresTrabalhos
Stephania Padovani25
Carla Galvão Spinillo17
Solange Galvão Coutinho17
Berenice Santos Gonçalves10
Kelli C.A.S. Smythe10
Vania Ribas Ulbricht10
Eva Rolim Miranda9
Virgínia Tiradentes Souto9
Vanessa Casarin8
Hans da Nóbrega Waechter7
ler a análise

É a distribuição comum na ciência: 568 dos 702 pesquisadores assinam um único trabalho, e 3 pessoas assinam quinze ou mais. Muitas pessoas publicam pouco, e um grupo pequeno publica muito.

A lista não mostra a relação entre esses dois grupos. A rede de coautoria mostra onde eles assinam juntos.

Sobre o que se publica

As dez palavras-chave mais usadas, escolhidas pelos próprios autores. A lista soma todos os anos e, por isso, não mostra quais palavras-chave aumentam ou diminuem. Isso está na seção Termos emergentes.

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Tabela de dados de Sobre o que se publica
TermoTrabalhos
design da informação54
design44
information design44
typography22
data visualization17
visualização de dados17
tipografia15
acessibilidade14
design gráfico12
infografia11
ler a análise

As três palavras-chave mais usadas são design da informação, design e information design. As três nomeiam o campo, e por isso os primeiros lugares dizem pouco sobre o que se pesquisa.

Os assuntos aparecem em seguida: tipografia, visualização de dados, acessibilidade. A mesma palavra aparece duas vezes, em português e em inglês, porque os autores escolhem palavras-chave nas duas línguas. A seção Palavras-chave reúne as duas formas na mesma entrada.

Obras mais citadas pelos trabalhos

As obras que mais aparecem nas listas de referências dos trabalhos da revista. A maior parte delas foi publicada em inglês.

  1. 1

    Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen

    8 vezes
  2. 2

    Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC

    6 vezes
  3. 3

    GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press

    6 vezes
  4. 4

    Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic

    6 vezes
  5. 5

    BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison

    5 vezes
  6. 6

    Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC

    5 vezes
  7. 7

    PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge,

    5 vezes
  8. 8

    BONSIEPE, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher

    4 vezes
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Tabela de dados de Obras mais citadas pelos trabalhos
ReferênciaVezes
Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P.A. Kolers, M.E. Wrolstad and H. Bouma (eds) Processing of visible language 1. New York: Plen8
Engelhardt, Y. (2002). The Language of Graphics. Amsterdam: ILLC6
GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook. New York: Princeton Architectural Press6
Twyman, M. (1985). Using pictorial language: a discussion of the dimensions of the problem. In T.M. Duffy and R. Waller Designing usable texts. London: Academic6
BERTIN, J. (1983). Semiology of Graphics. University of Wisconsin Press, Madison5
Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics: a framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Amsterdam: ILLC5
PETTERSSON, R. (2012). It Depends: ID – Principles and guidelines. Tullinge,5
BONSIEPE, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher4
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Frascara, J. (2004). Communication design – principles, methods and practice. New York: Allworth Press4
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NIELSEN, J. (1993). Usability Engineering. Ed. Elsevier4
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BRUSILOVSKY, P.; KARAGIANNIDIS, C.; SAMPSON, D. (2004). Layered evaluation of adaptive learning systems. International Journal of Continuing Engineering Educati3
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FARIAS, Priscila L. ; GOUVEIA, Anna P. S. ; PEREIRA, André L. T. ; GALLO, Haroldo & GATTO, Patricia S. 2008. Técnicas de mapeamento aplicadas ao estudo da epigr3
Flusser, V. (2007). O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify3
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Hammerschmidt, C., & Spinillo, C. G. (2014). Reading digital medicine leaflets in mobile devices: An interactive study conducted in Brazil. Design, User Experie3
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Ibe, C. [@ebereillustrate]. (2023, April 3). Some babies are born black [Image]. Instagram. https://www.instagram.com/p/CqkUwpKA97o/3
ler a análise

A obra que mais se repete aparece 8 vezes entre as 7.782 referências do acervo. Cada obra desta lista aparece em poucas listas de referências.

A contagem junta as referências que começam com o mesmo texto. Por isso, a mesma obra escrita de formas diferentes pode aparecer em mais de uma linha, com a contagem dividida entre elas. A seção Referências conta as citações por autor citado.

Duas contagens da mesma citação

Citações recebidas pelos trabalhos de cada ano, nas duas bases que as contam. O Crossref registra o que as editoras enviam. O OpenAlex, uma base pública que reúne a produção científica mundial, registra as citações que encontra nas listas de referências. Clique num ano para ver os trabalhos dele.

  • OpenAlex
  • Crossref
ver os dados
Tabela de dados de Duas contagens da mesma citação
AnoOpenAlexCrossref
2004388
200561
200675
2007246
20084722
2009329
20101810
20111910
20124120
20134518
20145322
20156734
20165020
20175121
20183316
2019188
20203117
20214519
2022138
20231612
202454
202522
202600
ler a análise

São 661 citações na contagem do OpenAlex e 292 na do Crossref, pouco mais de duas para uma. A diferença não é um erro de contagem. O Crossref só registra uma citação quando a editora do trabalho que cita enviou a lista de referências desse trabalho. O OpenAlex também conta as citações que encontra em fontes que não enviam essas listas.

Por isso, a linha do Crossref não mostra quanto a InfoDesign é citada. Ela mostra quanto das citações recebidas vem de editoras que enviam as suas listas de referências ao Crossref. As duas linhas precisam aparecer juntas, porque cada uma sozinha mostra só parte das citações.

A parcela registrada pelo Crossref cresce nos anos recentes, mas os números desses anos são pequenos demais para indicar uma tendência. O ano de 2026 ainda está em andamento, e nenhuma das duas bases teve tempo de contar as citações.

Mais citados

Citações registradas no OpenAlex. O OpenAlex encontra mais citações que o Crossref, mas ainda assim conta menos citações do que a revista de fato recebe.

  1. 133
  2. 230
  3. 3
    Infografia: Conceito e Prática

    Juliana Carvalho; Isabella Aragão · 2012

    21
  4. 4
    O que é infografia jornalística?

    Ricardo Oliveira da Cunha Lima · 2015

    19
  5. 5
    Revisão Sistemática e Bibliometria facilitadas por um Canvas para visualização de informação

    Ivan Luiz de Medeiros; Alessandro Vieira; Gilson Braviano; Berenice Santos Gonçalves · 2015

    18
  6. 6
    Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content

    Eduardo Antonio Souza; Gabriela Araujo Oliveira; Eva Rolim Miranda; Solange Galvão Coutinho; Hans da Nóbrega Waechter; Gentil Porto Filho · 2016

    17
  7. 716
  8. 813
  9. 911
  10. 10
    Guidelines for eBook Design

    Gabriela Trindade Perry; Giovana Marzari Possatti; Régio Pierre da Silva · 2018

    9
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Tabela de dados de Mais citados
TítuloAnoCitações
Não há cidadania sem informação, nem informação sem design200433
Design de informação em interfaces digitais: origens, definições e fundamentos201430
Infografia: Conceito e Prática201221
O que é infografia jornalística?201519
Revisão Sistemática e Bibliometria facilitadas por um Canvas para visualização de informação201518
Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content201617
Visualização dos resultados do Yahoo em nuvens de texto: uma aplicação construída a partir de web services200816
Design da informação e competência em informação: relações possíveis | Information design and information literacy: possible relationships201713
Questões complexas do design da informação e de interação201011
Guidelines for eBook Design20189
Conjunto Metodológico para Pesquisa em História do Design a partir de Materiais Impressos | Methodological Procedures for Design History Research from the analysis of printed materials20169
Otto Neurath e o legado do ISOTYPE20089
Towards accessibility in educational games: a framework for the design team20218
Desafios para o design de informação em ambientes de realidade aumentada20098
Ergodesign e arquitetura da informação: trabalhando com o usuário20078
Hexagonal hierarchical cartogram: Towards a thematic map of Brazil20187
Design da informação na hipermídia20077
Design Science Research como caminho metodológico para disciplinas e projetos de Design da Informação | Design Science Research as methodological path for Information Design subjects and projects20186
Pixualization: Glitch art and Data visualization20176
Acessibilidade em portais de Governo Eletrônico do Poder Judiciário | Accessibility in e-government portals of the Judiciary20166
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Os trabalhos mais citados são da primeira década, e o primeiro da lista é de 2004. As citações levam tempo para se acumular. Por isso, esta lista mostra a idade dos trabalhos tanto quanto a sua influência.

A contagem vem do OpenAlex, que só encontra trabalhos registrados com DOI e incluídos nas bases. Por isso, ela é um mínimo, e não o número real. O que a revista publicou nas duas primeiras décadas foi citado também em formatos que essa contagem não inclui. Um dos objetivos desta plataforma é mostrar essa diferença.

O campo cita muito, e quase não é citado

Para cada citação recebida, os trabalhos fazem 11,8 referências. Os painéis acima mostram o que o campo produz. Este mostra quanto essa produção é citada fora dele.

  • Referências que os trabalhos fazem7.782
  • Citações que os trabalhos recebem661
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Tabela de dados de O campo cita muito, e quase não é citado
CategoriaReferência
Referências que os trabalhos fazem7.782
Citações que os trabalhos recebem661
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São 7.782 referências feitas e 661 citações recebidas. Os autores da revista citam muitos trabalhos, e a revista é pouco citada. As duas contagens foram feitas de formas diferentes. A Scopus registra a revista de 2021 em diante, e essa entrada é recente demais para ter mudado esta proporção, porque as citações levam anos para se acumular. Por isso, este número serve de ponto de partida para ver o que a entrada nas bases vai mudar.

Um programa contou as referências feitas nos PDFs, sem depender do registro em bases. As citações recebidas vêm do OpenAlex, que só conta citações feitas por trabalhos com DOI registrado. Uma citação feita em anais sem DOI, numa dissertação ou num livro não aparece aqui. Boa parte da produção brasileira do campo circula justamente nesses formatos. Por isso, o número de citações recebidas é um mínimo, e não o valor real.

Pelo mesmo motivo, esta proporção não pode ser comparada diretamente com a de outro acervo. O Observatório do CIDI mostra 48 referências para cada citação. A diferença em relação às 11,8 daqui não significa que a InfoDesign seja quatro vezes mais citada. Os anais do congresso não têm DOI, e a diferença entre os dois números vem principalmente da forma de contar.

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