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Sobre o projeto

O observatório lê a InfoDesign inteira, de 2004 a 2026. O que se vê aqui vem de seis fontes conferidas uma contra a outra, e o que não se sabe está declarado.

As fontes

O sumário e a página de cada trabalho no portal da revista, o repositório OAI-PMH da própria revista, o depósito do Crossref, o OpenAlex, o DOAJ e os PDFs. As três bases externas concordam no total: 482 registros depositados. O universo real é de 484 trabalhos, contando um do volume 23 ainda não depositado e o editorial de 2004 que nunca foi ao Crossref.

O que entra na contagem

Entram as seções Articles, Undergraduate Research, Review, Interview e Point of View, que é o que a revista declara como trabalho acadêmico. Ficam de fora Editorial, Editorial Team e Open letter to the readers, preservados em arquivo próprio. O critério é a seção declarada no depósito, e não o título: a revista publica editoriais com título temático que passariam por artigo em qualquer triagem por palavra.

O ano de cada trabalho

O campo de ano do Crossref é a data do depósito, e não a da publicação: 75 registros aparecem como 2010 e 59 como 2013, efeito de dois depósitos retroativos em lote. Aqui vale o ano do volume, tal como o portal o declara. Por isso os trabalhos do v. 22 n. 3, publicados entre dezembro de 2025 e março de 2026, contam como 2025.

Cobertura

Resumo, idioma e paginação em 100% dos 437 trabalhos. Palavras-chave em 430, texto integral em 435 e lista de referências em 418. As palavras-chave estavam completas nos metadados até 2020 e desaparecem de 2023 em diante, quando a revista parou de depositá-las; foram lidas do PDF, onde continuam impressas.

O que a base não cobre

Dois artigos do v. 6 n. 1, de 2009, foram apagados do portal em 12 de maio de 2025 e sobrevivem no Crossref e no OpenAlex; ficam na base, sem PDF. Um editorial apagado em 2022 não tem metadado em fonte alguma e não entrou. A afiliação vem como o autor escreveu, normalizada pelo OpenAlex, e cobre 80% das autorias. A desambiguação de pesquisadores usa ORCID quando existe e, na falta dele, sobrenome mais iniciais.

Dado pessoal

O texto integral dos artigos traz o endereço eletrônico que os autores publicam na nota final. Cada um deles é apagado antes de o corpo ser publicado, e é essa versão que a busca no texto integral alcança: o texto sai dos PDF que a própria revista abre, e o contato pessoal fica de fora.

Procedimentos para classificação

Duas camadas do observatório interpretam o que cada trabalho diz de si, e por isso não se decidem sozinhas: a anatomia dos trabalhos, que classifica objetivo, delineamento, resultado e procedimento, e a leitura das definições de design da informação no corpo dos textos. As duas estão em preparação, e as réguas vêm publicadas antes delas, e não depois: quem lê um número tem direito de ver o instrumento que o produziu. Na anatomia, a leitura é feita por modelo de linguagem sob esta régua, com dois juízes independentes e um terceiro no desempate. Nas definições, a busca por padrão apenas localiza as sentenças candidatas, e o julgamento é humano.

Régua da anatomia dos trabalhos

Reúne as regras de decisão que governam a leitura dos 437 trabalhos, para que dois juízes decidam igual. Sem isto, a diferença entre juízes vira variação no resultado, e a variação parece achado.

Cada trabalho recebe uma linha:

ArticleID | objetivo | objetivos | delineamento | resultado | procedimentos | confiança

objetivos e procedimentos aceitam vários separados por vírgula, ou vazio. Qualquer valor fora do vocabulário é recusado na gravação.

A leitura é do resumo, e do título quando o resumo falta. Não se lê o texto integral: o que se classifica é o que o trabalho declara de si, e o resumo é onde ele declara.

O que a seção declarada já resolve

A InfoDesign publica cinco seções, e três delas são gênero, e não desenho de pesquisa. Trabalho de seção Review, Interview ou Point of View recebe o delineamento correspondente sem exame: resenha, entrevista, posicionamento. Os outros três eixos continuam sendo lidos, porque uma resenha ainda tem objetivo e resultado.

A entrevista é a exceção: ela também recebe o objetivo sem exame, registrar depoimento, porque a seção inteira tem um propósito só, que é dar a palavra a um pesquisador reconhecido do campo. Sem isso, as entrevistas antigas cairiam em não identificado por trazerem a biografia do entrevistado no lugar do resumo, e o censo registraria como ausência o que é a natureza da seção.

Só as seções Articles e Undergraduate Research passam pela decisão de delineamento.

Objetivo: o que o trabalho se propõe a fazer

descrever · avaliar · comparar · revisar · conceituar · propor método · propor artefato · relatar experiência · registrar depoimento · não identificado

Decide-se pelo verbo dominante do resumo, não pelo título.

  • descrever é o padrão quando o trabalho caracteriza um objeto ou um conjunto sem julgar adequação. "Analisar as características de", "mapear", "traçar um panorama".
  • avaliar exige critério declarado contra o qual algo é medido: heurísticas, norma técnica, teste de compreensão, checklist. Se o resumo diz o que é bom e o que é ruim segundo uma régua, é avaliar, e não descrever.
  • comparar só quando a comparação é o objetivo, e não um passo. Dois ou mais objetos postos lado a lado por desenho da pesquisa.
  • revisar quando o objeto é a literatura. Revisão sistemática, panorama de artigos publicados, estado da arte.
  • conceituar quando o trabalho discute uma noção sem objeto empírico próprio: propõe articulação teórica, aproxima dois campos, discute o que uma palavra significa.
  • propor método entrega um procedimento, um protocolo, uma ficha, uma matriz de análise, uma metodologia de projeto ou de ensino.
  • propor artefato entrega uma coisa: livro, cartilha, aplicativo, jogo, sinalização, fonte, infográfico, plataforma.
  • relatar experiência quando o trabalho conta o que foi feito, e o valor está no relato. Típico de experiência didática e de extensão.
  • registrar depoimento quando o propósito é recolher e publicar a fala de um pesquisador reconhecido do campo. É o objetivo de toda entrevista da revista, e vem da seção declarada.

Fronteira frequente: propor artefato contra relatar experiência. Se o resumo se organiza em torno do objeto entregue, é propor artefato; se se organiza em torno do processo vivido e do que se aprendeu com ele, é relatar experiência. Uma disciplina em que os alunos projetaram algo é relatar experiência; um projeto que resultou num livro é propor artefato.

O principal e os declarados

Propor um método e relatar a experiência de aplicá-lo são coisas distintas, e um trabalho que faz as duas não deve aparecer fazendo só uma. Por isso o eixo tem dois campos.

objetivo é o principal, escolha única, e é ele que compõe a distribuição: sem um principal, a soma dos objetivos passa de cem por cento e a leitura do conjunto deixa de ser uma repartição.

objetivos recebe todos os que o resumo declara, inclusive o principal, separados por vírgula. É onde o trabalho que propõe e relata aparece inteiro, e é o que permite ler as combinações: quantos propõem e avaliam, quantos revisam para propor, quantos relatam uma aplicação de método próprio.

Só entra em objetivos o que o resumo declara como propósito, e não o que ele faz de passagem. Um trabalho que propõe um método e diz que o validou declara dois; um que propõe um método e menciona ter lido bibliografia declara um.

Qual é o principal. É o que a entrega do trabalho responde. Um trabalho que propõe e avalia o que propôs tem propor como principal, e a avaliação entra em objetivos e no resultado. Um trabalho que revisa para fundamentar uma proposta tem propor como principal: revisar é o principal quando a revisão é o produto. Um relato de aplicação de um método já publicado tem relatar experiência como principal, ainda que o método apareça descrito.

Delineamento: como foi conduzido

estudo com pessoas · análise de corpus · estudo de caso · experimento · pesquisa-ação ou projeto · revisão · ensaio teórico · relato de prática · resenha · entrevista · posicionamento · não identificado

  • análise de corpus quando há um conjunto de artefatos analisados por um protocolo: 40 embalagens, 25 infográficos, sete capas, os rótulos de uma coleção.
  • estudo de caso quando o objeto é um só e é tratado em profundidade: um jogo, um hospital, uma revista, um sistema, uma empresa.
  • estudo com pessoas quando há participantes e a coleta é neles: entrevista, questionário, grupo focal, teste de compreensão, observação de uso. Sem manipulação de variável.
  • experimento exige condições comparadas ou manipulação deliberada: dois layouts contra o mesmo texto, três grupos, antes e depois. Se o resumo diz "experimento" mas descreve apenas aplicação com usuários sem condições contrastadas, é estudo com pessoas.
  • pesquisa-ação ou projeto quando alguma coisa está sendo efetivamente projetada ou construída, e a pesquisa acompanha essa construção. É o par natural de propor artefato. Não use para trabalho que só analisa e recomenda: levantar amostras e formular recomendações é análise de corpus ou revisão, conforme o que foi levantado.
  • relato de prática quando não há desenho de pesquisa, e sim a narrativa do que foi feito. Par natural de relatar experiência, sobretudo em ensino e extensão.
  • revisão quando o corpus é a literatura.
  • ensaio teórico quando não há coleta: o trabalho argumenta a partir de bibliografia.
  • resenha, entrevista e posicionamento vêm da seção declarada, e não de exame do resumo.

Fronteira frequente: estudo com pessoas contra estudo de caso. No campo, estudo com pessoas é lido como um tipo de estudo de caso, e as duas etiquetas se sobrepõem em quase todo trabalho empírico. A precedência é do recorte: havendo um contexto único e delimitado onde a coleta acontece, uma escola, um hospital, uma turma, uma empresa, o delineamento é estudo de caso, e as técnicas usadas com os participantes vão para procedimentos. estudo com pessoas fica para a coleta que não se prende a um caso: amostra de usuários recrutada em vários contextos, questionário aberto ao público, painel de especialistas.

Fronteira frequente: dois ou três artefatos analisados. Até três objetos tratados um a um com profundidade é estudo de caso; a partir daí, com protocolo aplicado em série, é análise de corpus.

Fronteira frequente: ensaio teórico contra posicionamento. O gênero manda. Um ensaio publicado em Articles é ensaio teórico; o mesmo texto em Point of View é posicionamento. A distinção não é de conteúdo, é de lugar, e o lugar é declarado.

Resultado: o que fica ao final

artefato · diretrizes · modelo · diagnóstico · evidência de efeito · reflexão teórica · não identificado

  • diagnóstico é o resultado de quem descreve ou avalia: o estado de alguma coisa.
  • evidência de efeito só quando há efeito medido contra alguma comparação: dois materiais, dois grupos, antes e depois, ou desempenho contra um critério numérico. Não basta dizer que os usuários gostaram, nem que o material foi testado, nem que houve aplicação com participantes. Piloto, estudo em andamento e "resultados preliminares" não são evidência de efeito: são diagnóstico. Esta é a categoria que mais tende a ser atribuída em excesso, e o excesso desmente a leitura que o observatório faz do campo.
  • modelo é procedimento, matriz, taxonomia, protocolo, ficha, fluxo.
  • diretrizes é lista de recomendações para quem for projetar.
  • artefato é a coisa entregue, inclusive protótipo validado.
  • reflexão teórica é o resultado do ensaio, da resenha, da entrevista e de boa parte dos relatos.

Procedimentos: o que foi efetivamente feito

entrevista · questionário · grupo focal · observação · teste de usabilidade · rastreamento ocular · análise documental · análise gráfica · análise de conteúdo · prototipação · oficina · cocriação · bibliometria · análise estatística · etnografia · não identificado

Só o que o resumo declara, com estas palavras ou com sinônimo evidente. Não infira procedimento a partir do tema: um trabalho sobre usabilidade cuja metodologia declarada é revisão bibliográfica recebe análise documental, e não teste de usabilidade. Vazio é resposta legítima e preferível a inventar. Na dúvida sobre um procedimento, omita-o.

Convenções firmadas:

  • avaliação heurística e inspeção de interface entram como teste de usabilidade, ainda que não haja usuário, por falta de termo melhor no vocabulário.
  • revisão bibliográfica e levantamento em bases entram como análise documental; bibliometria fica reservado a quem conta e mede a produção.
  • análise de imagem, de layout, de tipografia e de artefato gráfico entram como análise gráfica.
  • análise de discurso e de conteúdo textual entram como análise de conteúdo.
  • teste de compreensão de pictograma ou de material: questionário, e análise gráfica quando o artefato também é analisado.

Confiança

alta quando o resumo diz claramente objetivo, condução e resultado.

média quando uma das três precisou de inferência, ou quando o resumo é de pesquisa em andamento e anuncia mais do que entrega.

baixa quando a classificação saiu do título por falta de resumo, ou quando o resumo é divagação sem método declarado. Marcar baixa é preferível a deixar de classificar: mantém o censo completo e deixa o caso rastreável.

Exemplos julgados, para calibrar

Dez trabalhos reais do acervo, decididos na rodada de calibração, um por tipo de decisão difícil. Valem como referência: um caso novo que se pareça com um destes recebe o mesmo rótulo.

Trabalhoseçãoobjetivoobjetivosdelineamentoresultado
Descrevendo formas tipográficas: a resposta de um designer (2008)Articlesrelatar experiênciarelatar experiência, conceituarrelato de práticareflexão teórica
Proposta de metodologia de testes para avaliar a percepção visual (2013)Articlespropor métodopropor método, avaliarestudo de casomodelo
Graphic memory of printed color: microscopy, data visualization (2025)Articlespropor métodopropor método, relatar experiênciaanálise de corpusmodelo
Interfaces de escritas coletivas em rede: um estudo de caso do jogo Chromaroma (2013)Undergraduate Researchdescreverdescrever, revisarestudo de casodiagnóstico
Instruções visuais em embalagens de alimentos (2019)Undergraduate Researchdescreverdescreveranálise de corpusdiagnóstico
Visualização de dados sobre os parques públicos cariocas (2017)Undergraduate Researchpropor artefatopropor artefatopesquisa-ação ou projetoartefato
The Truthful Art: Data, Charts and Maps for Communication (2017)Reviewdescreverdescreverresenhareflexão teórica
Professor Jorge Frascara, Departamento de Arte e Design (2004)Interviewregistrar depoimentoregistrar depoimentoentrevistareflexão teórica
A justa medida da sinalização (2008)Point of Viewconceituarconceituarposicionamentoreflexão teórica
Desafios na definição e medição da legibilidade (2008)Point of Viewconceituarconceituarposicionamentoreflexão teórica

O caso 1296 é o que fixa a leitura de objetivo duplo: o trabalho sintetiza o método que o autor vinha construindo e relata a trajetória de aplicá-lo. O principal é propor método, porque é o que ele entrega, e relatar experiência entra em objetivos, onde fica visível.

O caso 224 é o que fixa a precedência entre estudo com pessoas e estudo de caso: o trabalho propõe uma metodologia de testes e a valida com crianças surdas numa escola. Recebe estudo de caso, porque a coleta acontece num contexto único, e questionário entra em procedimentos.

Resultado da aplicação

(a preencher: concordância entre os dois juízes por eixo, taxa de desempate, distribuição de confiança e comparação com a amostra conferida à mão)

Régua de julgamento das definições

A busca por padrão localizou 325 sentenças candidatas a definir design da informação nos 435 textos integrais. A máquina achou; a pessoa decide. Cada candidata recebe uma linha:

ArticleID | sim|não | fonte | enfoque

não descarta, e as duas últimas colunas ficam vazias.

A fila vem ordenada por sinal, que é a distância entre o nome do campo e o predicado que vem depois dele. São 86 de sinal forte, 39 medio e 200 fraco. O sinal não decide nada: ele só põe na frente o que rende, para que a régua chegue calibrada às últimas.

Primeiro: é definição?

sim só quando a sentença diz o que design da informação é ou faz, em enunciado próprio. Marque não para:

  • Menção sem definição. É o descarte mais comum. "Este artigo aplica o design da informação a rótulos de medicamentos" cita o campo, não o define. Também: "Por outro lado, campanhas de interesse coletivo são puro Design de Informação, essenciais para a cidadania" — afirma sobre um objeto, e não sobre o campo.
  • Nome de coisa que contém o nome do campo. Título de livro, de congresso, de grupo de pesquisa, de linha de pós-graduação, de revista. Exemplos que apareceram: "Una Introducción al Diseño de la Información é um livro que todos os designers deviam ter conhecimento"; "o 1º Congresso Internacional em Design da Informação"; "integra a linha de pesquisa em design da informação". O que se define ali é o livro, o congresso, a linha.
  • Definição de outra coisa. A sentença define infografia, ergonomia, usabilidade, visualização de dados, e o design da informação aparece de passagem.
  • Frase de rosto, cabeçalho ou nota de autoria. "Sobre as autoras", filiação, título de seção, resumo de currículo.
  • Linha de palavras-chave emendada na frase seguinte. Reconhece-se pelo começo: uma lista de termos separados por vírgula, sem verbo, e só então uma frase.
  • Fragmento truncado que não permite ler o que se afirma, e resíduo de extração com número de página no meio (|59|).
  • Opinião sobre o campo que não o define. "I think that information design is an important area of visual communication design" afirma o valor, e não o conteúdo. Este é o caso de fronteira mais difícil; veja abaixo.

Na dúvida entre menção e definição, marque não. Um falso positivo contamina a leitura do campo; um falso negativo apenas deixa de somar.

Fronteira frequente: valorar contra definir. Se a sentença pode ser trocada por "o design da informação é importante" sem perder conteúdo, é valoração, e vai para não. Se, tirada a valoração, sobra uma afirmação sobre o que o campo faz ou de que se ocupa, é definição. "É uma área relativamente nova e podemos dizer que é uma disciplina emergente" fica em não: diz da idade do campo, e não do que ele é.

Segundo: de quem é a definição?

  • própria quando os autores enunciam por conta, sem atribuir.
  • Sobrenome do autor citado quando a sentença atribui: Pettersson, Frascara, Twyman, Horn, Redig, Bonsiepe. Use só o sobrenome, sem ano nem iniciais.
  • Havendo dois autores, escreva os dois: Wildbur e Burke.
  • Se a atribuição for a uma entidade, use o nome dela: IIID, SBDI.
  • A atribuição vale mesmo quando indireta: "Sue Walker (2007) afirma que o design da informação é uma atividade que…" recebe Walker.

Terceiro: qual o enfoque?

Um só, o dominante.

EnfoqueQuando a definição enfatiza
funcionaltransmitir com clareza, eficiência, evitar ruído, cumprir a tarefa
cognitivapercepção, compreensão, memória, processamento pelo leitor
projetualo ato de projetar, o método, a organização e a configuração do artefato
sociotécnicao sistema, o contexto de uso, a mediação entre pessoas e instituições
críticapoder, ideologia, inclusão, quem é excluído pela informação
disciplinara fronteira do campo, sua relação com outras áreas, seu estatuto
não identificadoa sentença é definição, e o enfoque não se decide

Fronteira frequente: funcional contra cognitiva. Se a ênfase está no que a mensagem faz, é funcional; se está no que acontece na cabeça de quem lê, é cognitiva. "Apresentar a informação de forma clara e objetiva" é funcional; "reduzir o esforço de compreensão" é cognitiva.

projetual é para quando o objeto da definição é a atividade, e não a mensagem: "O Design da Informação é a área do conhecimento que lida com a transferência de dados complexos para representações que visam comunicar" tem os dois lados, e decide-se pelo que governa a frase; aqui, pela transferência e pela representação, é projetual.

disciplinar quando a frase se ocupa de onde o campo fica no mapa do conhecimento: "The study of information design is a multi-disciplinary, multi-dimensional and worldwide consideration."

Convenções firmadas

Esta seção é escrita durante a aplicação, e recebe as decisões que se repetirem. Fica aqui, e não na cabeça de quem julgou.

(a preencher)

Resultado da aplicação

(a preencher ao fim do julgamento: candidatas levantadas, descartadas como menção, definições confirmadas, distribuição de enfoque e de fonte, e a concordância entre os dois leitores)