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Sobre o projeto

Esta plataforma apresenta uma base de dados sobre a revista InfoDesign. A base foi construída a partir de seis fontes, e um programa comparou o que cada uma informa. Uma delas é o texto completo dos artigos. Os critérios usados nas seções de classificação estão em Procedimentos. A descrição completa do método pode ser pedida pela seção Contato.

Por que um observatório

Este painel explica por que o projeto existe e qual é a situação atual da revista. Os painéis seguintes explicam como o projeto foi feito.

A InfoDesign é a revista científica da Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI). Ela é publicada desde 2004, em acesso aberto e sem taxa de publicação, e hoje tem três números por ano. Desde 2021, a revista publica em fluxo contínuo: cada número fica aberto ao longo do ano, e cada artigo é publicado assim que fica pronto. O editorial do v. 18 n. 1, de 2021, anuncia essa mudança. Cada artigo é avaliado por pares às cegas, isto é, por pesquisadores que não sabem quem o escreveu. A revista foi criada para dar espaço a uma perspectiva brasileira no design da informação. Os pesquisadores responsáveis partem da ideia de que as bases teóricas do campo vêm sobretudo da tradição anglo-americana. Em vinte e dois anos, a revista reuniu um conjunto de conhecimento sobre o campo.

Hoje, a revista está indexada, isto é, registrada em bases internacionais de publicações científicas. Em 2024, ela foi aceita na Scopus, uma das maiores dessas bases. A página da revista na Scopus, consultada em 1º de outubro de 2026, informa que a base registra os números de 2021 em diante. A revista também está no DOAJ, no Latindex, na EBSCO, na Gale, no ANVUR e na Cariniana. A revista não está na Web of Science. Esse reconhecimento veio junto com uma mudança na política editorial. Desde 2025, a revista só aceita artigos em inglês, e o subtítulo Revista Brasileira de Design da Informação saiu do site dela. A revista ganhou alcance, mas a exigência do inglês criou uma barreira para a comunidade que ela atende. Na Visão geral, um painel compara a parcela de trabalhos em inglês entre os trabalhos só de autores brasileiros e os trabalhos com autores de outros países.

As bases de indexação registram quem cita quem. Estar nelas permite encontrar cada artigo, mas não permite descrever o conjunto como um campo de pesquisa. Essas bases não mostram as palavras-chave escolhidas pelos autores, a distribuição das instituições por estado, as referências extraídas dos PDFs nem o que cada trabalho faz como pesquisa. Sem essas informações, os temas, a autoria e as citações do campo só podem ser descritos por relatos, a partir da memória de quem participou.

Esta plataforma reúne essas informações. Os dados são abertos, o método está publicado, e cada interpretação informa de que ponto de vista foi feita. A plataforma complementa as bases internacionais, porque descreve o acervo por informações que elas não registram. Assim, a produção do campo pode ser encontrada, citada e discutida a partir do próprio campo.

Sobre o uso do termo observatório

Os cinco compromissos são o critério para avaliar esta plataforma. As duas ressalvas mostram onde ela ainda não os cumpre por inteiro.

Na política científica, a palavra observatório costuma nomear uma estrutura que assume cinco compromissos. Esta página lista os cinco para que qualquer pessoa possa conferir se a plataforma os cumpre.

Continuidade: o observatório volta ao mesmo objeto ao longo do tempo e não termina num único estudo. Sistematicidade: o método é publicado e pode ser repetido por outras pessoas. Indicadores: além de reunir o acervo, o observatório produz medidas. Devolução: os resultados voltam para a comunidade estudada, para que ela possa se ver. Não intervenção: a observação descreve o campo e não avalia as pessoas que fazem parte dele.

Para cumprir esses compromissos, foram tomadas cinco providências. O estudo inclui todos os 437 trabalhos das 59 edições, sem amostragem. O método está publicado, e os critérios usados nas seções de classificação estão em Procedimentos. Cada versão da plataforma fica registrada em Histórico de versões, para que quem citar um número saiba de qual versão ele veio. O arquivo de dados que a plataforma usa é o mesmo oferecido em Dados abertos. Assim, qualquer afirmação pode ser conferida de forma independente. Por fim, as listas ordenadas que a plataforma publica descrevem o acervo e não medem o mérito de ninguém, porque contar é diferente de avaliar.

Duas ressalvas sobre o alcance atual. A primeira é que a continuidade depende de quem mantém a plataforma. Um observatório no sentido estrito tem uma equipe e uma instituição que o encarrega da tarefa. Aqui, a frequência das atualizações depende de quem mantém a plataforma.

A segunda ressalva trata das quatro seções em que um modelo de IA classificou os textos e da seção que compara os seus resultados com os do congresso CIDI. As cinco levam a marca IA no menu. Essas seções vão além do que um observatório faz. Nelas, cada texto foi classificado individualmente, segundo critérios publicados. Esse procedimento é próprio da análise de conteúdo, um método de pesquisa que interpreta textos, e é diferente de construir indicadores. Por isso, essas seções formam um estudo, com argumento próprio e sujeito a contestação, e devem ser lidas como tal.

Como a base foi construída

Seis fontes, que um programa compara umas com as outras. Quando elas não concordam, vale a informação da revista.

A maior parte dos dados vem de duas fontes. A primeira é o Crossref, a base onde as editoras registram os DOIs, os códigos que identificam cada publicação na internet. A editoria da SBDI registra lá os DOIs da revista. A segunda é o repositório OAI-PMH da revista, um serviço padronizado que permite a outros sistemas coletar os registros da revista. Ele guarda o registro de cada volume.

Um programa leu, no portal da revista, o sumário de cada número e a página de cada trabalho. De lá vêm a seção da revista em que cada trabalho saiu, as páginas e as palavras-chave que deixaram de ser enviadas nos registros.

Os dados de cada DOI foram completados com o OpenAlex, uma base pública da produção científica mundial. Ele acrescentou a língua do trabalho, o ORCID dos autores (o código que identifica cada pesquisador), os temas, a instituição com o nome padronizado e as citações recebidas. Um programa também conferiu os registros no DOAJ, o diretório internacional de revistas de acesso aberto.

O texto completo dos PDFs forneceu quatro informações: o resumo e as palavras-chave como os autores os imprimiram, a lista de referências e o texto do artigo. É nesse texto que a busca no texto completo procura.

O Crossref e o OpenAlex informam o mesmo total: 484 registros da revista, contando os trabalhos, os editoriais e as listas do conselho editorial. O acervo tem 485 itens. A diferença é o editorial de 2004, que nunca foi registrado no Crossref. O DOAJ tem só uma parte, 143 registros.

A Scopus não é usada como fonte, embora a revista esteja indexada nela. O que a Scopus publica em acesso aberto é a contagem de citações. O que esta base precisa está nos registros do Crossref, no portal e nos PDFs. Essas fontes são abertas, e qualquer pessoa pode conferi-las de novo.

O que entra na contagem

O que decide é a seção informada pela revista, e não o título.

A contagem inclui as seções Articles, Undergraduate Research, Review, Interview e Point of View. São essas as seções que a revista apresenta como trabalho acadêmico.

Ficam de fora as seções Editorial, Editorial Team e Open letter to the readers. Esses 47 registros estão guardados num arquivo separado e podem ser pedidos junto com a base.

O critério é a seção informada no registro da revista, e não o título. A revista publica editoriais com títulos sobre temas de pesquisa. Uma triagem pelas palavras do título confundiria esses editoriais com artigos.

O ano de cada trabalho

Uma série feita com o ano do Crossref mostraria dois picos de publicação que não existiram.

No Crossref, o campo de ano informa a data em que o registro foi feito, e não a data de publicação. Por isso, 75 registros aparecem como 2010 e 59 como 2013. Nesses dois anos, a revista registrou de uma vez muitos trabalhos publicados antes.

Aqui vale o ano do volume, como o portal da revista o informa. Por isso, os trabalhos do v. 22 n. 3, publicados entre dezembro de 2025 e março de 2026, contam como 2025.

Cobertura

O resumo, o idioma e as páginas estão disponíveis em 100% dos trabalhos. As palavras-chave estão em 98,2%, o texto completo em 99,5% e as referências em 95,7%.

São 437 trabalhos em 59 edições, assinados por 702 pesquisadores, com 7.782 referências extraídas dos PDFs. Cada pesquisador conta uma vez, mesmo quando o nome aparece escrito de formas diferentes.

Limites que a leitura deve considerar

O que não se sabe está informado aqui e aparece como não identificado nos filtros.

Dois artigos do v. 6 n. 1, de 2009, foram retirados do portal em 12 de maio de 2025. Eles continuam registrados no Crossref e no OpenAlex e, por isso, ficam na base, sem PDF. Um editorial retirado em 2022 não tem registro em nenhuma fonte e não entrou na base.

As palavras-chave estavam completas nos registros até 2020. Em 2021 e 2022, faltam na maior parte dos trabalhos, e de 2023 em diante desaparecem, porque a revista deixou de enviá-las. Por isso, um programa as copiou do PDF, onde continuam impressas. São as palavras-chave escolhidas pelos autores, sem uma lista fixa de termos.

A instituição de cada autor vem escrita como o autor a informou. O OpenAlex padroniza esses nomes, mas não alcança todos os casos e nem sempre acerta. Ele associa siglas por semelhança, e num acervo brasileiro isso gera erros repetidos: a UFPE virou Blackboard, nos Estados Unidos, e a UnB virou uma universidade da Indonésia. Quando a forma escrita pelo autor é reconhecida, vale essa forma. Assim foram corrigidas 59 autorias.

Há um segundo tipo de erro. Quando o PDF não traz a linha com a instituição, o OpenAlex procura instituições no texto que conseguiu extrair do artigo. Assim, ele atribui instituições que nenhum autor informou. Por exemplo, o trecho “Introdução Olinda é uma cidade pernambucana… Tais” virou Taishan University para os cinco autores de um artigo sobre a memória gráfica de Olinda. E o trecho “disciplinas relacionadas” virou uma universidade indiana para cinco pesquisadores da UFPR. Para evitar esse erro, a plataforma exige uma confirmação: o nome da instituição encontrada precisa aparecer no trecho de texto de onde ela saiu. Essa regra recusou 74 instituições que não apareciam.

Duas outras fontes recuperam o que a padronização deixa sem resposta. A primeira é uma tabela que um modelo de IA (Claude) escreveu, e que reconhece siglas como UFPR e ESDI/UERJ. A segunda é o bloco Sobre os autores, que o próprio trabalho traz no fim. Quando esse bloco segue um formato fixo, ele é lido por um programa. Quando ele é uma biografia em texto corrido, o que acontece em treze trabalhos, o modelo leu cada bloco e anotou a instituição numa tabela. O trecho que sustenta cada anotação ficou guardado ao lado, para conferência.

Com essas três fontes, 419 dos 437 trabalhos têm a instituição de origem identificada. Os outros 18 ficam sem essa informação, porque não informam a instituição nem trazem um bloco que possa ser lido. Em quatro dos trabalhos identificados, a instituição não vem do próprio trabalho. Ela vem de um vínculo comprovado para aquele ano, por outro artigo da mesma pessoa nesta revista ou por uma fonte externa identificada pelo nome. A regra é usar o vínculo da época, e nunca o atual. O grau de confiança de cada um desses casos fica registrado. O modelo também registrou numa tabela a unidade federativa de cada instituição brasileira.

Para identificar cada pesquisador, a plataforma usa o ORCID, quando ele existe. Na falta do ORCID, usa o sobrenome e as iniciais. A divisão da lista de referências em referências individuais é feita por regras aproximadas e pode conter erros.

Dado pessoal

O texto publicado aqui é a versão sem os e-mails. O PDF original continua aberto no portal da revista.

O texto completo dos artigos traz os endereços de e-mail que os autores publicam na nota final. Todos os 976 endereços são apagados antes de o texto ser publicado nesta plataforma. A busca no texto completo procura nessa versão, sem os endereços.

O texto vem dos PDFs que a própria revista publica em acesso aberto, e os contatos pessoais ficam de fora. Proteção de dados informa quais dados pessoais a plataforma trata, com que base legal e o que não é mostrado.

A equipe

A lista segue a ordem de autoria do projeto. O currículo completo de cada pessoa está no Lattes, a plataforma brasileira de currículos de pesquisadores. O Lattes é a fonte oficial e informa a data de cada informação. O resumo abaixo foi copiado de lá e mostra de onde vem a formação que sustenta cada parte do trabalho. Cada ficha traz também o registro ORCID e o perfil no LinkedIn. As instituições que aparecem nas fichas fazem parte da trajetória de cada pessoa.

Tiago Barros Pontes e Silva

concepção, coleta, extração e organização da base, critérios de classificação das seções feitas com inteligência artificial, arquitetura da informação, redação, desenvolvimento e manutenção

Professor Associado do Departamento de Design da Universidade de Brasília (UnB), onde ingressou em 2006. Coordenou os Cursos de Graduação e de Pós-Graduação em Design, além de atuar em representações da administração superior, como o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) e a Câmara de Pesquisa e Extensão (CPP). É Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI) (2026-2028) e foi Presidente do Fórum Nacional de Coordenadores de Programas de Pós-graduação em Design da Área 29 da CAPES (2024-2025). Atuou como Membro de Comissões Assessoras de Área do INEP/MEC em Design e Formação Geral. Como pesquisador do PPG Design, dedica-se às áreas de Ergonomia Cognitiva, Design de Interação, da Informação, Visualização de Dados e de Jogos com Propósito, com foco em tarefas cognitivas complexas, pensamento computacional, IA generativas, saúde, aprendizagem e ludicidade. Foi responsável pela elaboração e submissão da Proposta de Criação do Doutorado Acadêmico em Design da UnB, aprovada pela CAPES em 2024. Doutor em Arte (2014) pela UnB, na linha de Arte e Tecnologia, com pesquisa em Arte Computacional Evolutiva. Mestre em Psicologia (2006) pela UnB, com ênfase em Ergonomia Cognitiva, e Bacharel em Design nas Habilitações de Projeto de Produto (2002) e Programação Visual (2003) pela mesma universidade.

Lattes ORCID LinkedIn

Sara Miriam Goldchmit

revisão dos dados das obras, do conteúdo, das funcionalidades, da arquitetura da informação e da interface

Professora Associada do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), onde atua também no curso de Design. É Vice-Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Design da FAU-USP (2025-2026) e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI) (2026-2028), onde foi líder do Grupo de Interesse Especial em Saúde (2024-2025). Integra o comitê executivo da European Academy of Design e o Grupo de Interesse Especial em Saúde Global da Design Research Society (DRS). Lidera o Grupo de Pesquisa Design e Inovação em Saúde (CNPq) e coordena o Laboratório de Pesquisa Design para Saúde. Foi editora gerente da InfoDesign (2022-2024) e atua como revisora de periódicos científicos internacionais e da FAPESP. Como pesquisadora, dedica-se ao design para saúde, ao design da informação, ao design centrado no humano e ao design visual. Doutora e Mestre em Design pela FAU-USP, e Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela mesma instituição.

Lattes ORCID LinkedIn

Gabriela Araujo Ferraz Oliveira

revisão dos dados das obras, do conteúdo, das funcionalidades, da arquitetura da informação e da interface

Professora Adjunta do Departamento de Ciências do Consumo da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Como pesquisadora, dedica-se ao design da informação, ao design editorial, ao livro, à produção gráfica, à tipografia e a experimentações gráficas. Sua experiência profissional é em Design Gráfico, com ênfase em Design Editorial de livros, catálogos e jornais, e também em criação de identidade visual, efêmeros e projetos culturais. Recebeu o Brasil Design Award e o Prêmio Clap, foi finalista do Prêmio Jabuti e recebeu o prêmio de melhor artigo da área de Design da Informação no Congresso Internacional de Design da Informação (CIDI) de 2021. Doutora em Design pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com pesquisa sobre a prática contemporânea do design de livros a partir do conceito de materialidade probabilística. Mestre em Design pela mesma instituição, com pesquisa sobre as possibilidades semânticas na materialidade e no projeto gráfico do livro, e Graduada em Design, com pesquisa sobre o uso do papel nos livros como elemento comunicativo.

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Kelli Cristine Assis Silva Smythe

revisão dos dados das obras, do conteúdo, das funcionalidades, da arquitetura da informação e da interface

Professora Adjunta da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde atua na graduação em Design e é Vice-Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Design. Coordena o projeto de pesquisa Desenvolvimento de material instrucional do método de coleta de dados Wayfinding Information Behavior (WIB) e o projeto de extensão Design e Comunicação para a Saúde. É líder do grupo de pesquisa Design Digital e da Informação e integra o grupo Ergonomia, Usabilidade e Desenvolvimento de Produto, ambos registrados no CNPq. Na Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI), foi Vice-Presidente (2020-2025) e é Presidente (2026-2028), e integra o corpo editorial das revistas Ergodesign HCI e InfoDesign. Como pesquisadora, dedica-se ao Design da Informação, a sistemas de wayfinding, ao Design Centrado no Ser Humano, a processos de design, à comunicação de risco, à experiência do usuário e à acessibilidade, e também ministra cursos e presta consultorias em design informacional e metodologias centradas nas pessoas. Pós-Doutora em Design pela UFPR (2018-2019), com pesquisa sobre análise de processos avaliativos de tecnologia assistiva para pessoas com deficiência visual, financiada pelo CNPq. Doutora em Design pela UFPR (2018), na linha de Sistemas de Informação, Mestre em Design pela mesma instituição (2014), como bolsista CAPES, e Graduada em Design Gráfico.

Lattes ORCID LinkedIn

Quem responde pelo projeto

O que cabe à equipe, à Sociedade e à editoria da revista, e o que precisa ser informado.

Prof. Dr. Tiago Barros Pontes e Silva

tiagobarros@unb.br

O Observatório é um projeto feito para a Sociedade Brasileira de Design da Informação, como parte de uma pesquisa acadêmica. A InfoDesign é publicada pela própria SBDI, em acesso aberto, e cada trabalho tem o seu próprio DOI.

A equipe propõe e mantém a plataforma e responde pelas questões legais que ela envolve. Ela tem autonomia para conduzir o trabalho e presta contas à Diretoria da Sociedade. Esse é o modelo que o estatuto da SBDI define para as suas iniciativas permanentes. A Sociedade detém o nome, a marca e o histórico da iniciativa. A coordenação tem autonomia técnica. E a prestação de contas é regular.

PELO QUE A EQUIPE RESPONDE. A equipe que assina esta plataforma decidiu quais trabalhos entram na base, organizou as quatro seções classificadas segundo critérios escritos, revisou as análises que um modelo de IA (Claude) escreveu e responde pela interpretação de cada série. Os pesquisadores responsáveis publicaram esse material sem pedir a aprovação da revista ou da Diretoria, para manter a análise independente. Por isso, quem assina a plataforma responde pelo que ela afirma. O que cabe à Sociedade e à editoria da revista está descrito a seguir.

PELO QUE A REVISTA RESPONDE. A editoria da InfoDesign responde pela política editorial, pela avaliação por pares, pelo que é publicado e pelos metadados que a revista registra, isto é, as informações que descrevem cada trabalho. Por isso, quando um dado desta plataforma difere do que o portal da revista mostra, vale o portal. Assim, a fonte prevalece sobre a análise feita a partir dela. Quando a diferença é de método, ela é explicada em Procedimentos.

O QUE PRECISA SER INFORMADO. As quatro pessoas que assinam esta plataforma fazem parte da Diretoria da SBDI no biênio 2026-2028, e uma delas ocupa a presidência. Na revista, uma delas faz parte do corpo editorial, e outra foi editora gerente entre 2022 e 2024. Por isso, os pesquisadores responsáveis publicaram o método completo e os critérios que o modelo escreveu, e abriram a base. Assim, qualquer pessoa pode refazer o caminho e conferir os resultados de forma independente.

A base recebe correções continuamente, e cada correção entra na versão seguinte. Para propor correção de autoria, de instituição ou de referência, ou para pedir a base completa, use a seção Contato. A forma de citar a plataforma está em Como citar, e o que mudou em cada versão está em Histórico de versões.